‘roddick’
ATP 1000 Miami: Finalistas encontrados
Publicado por Bruno Santos em Notícias às Abril 2nd, 2010
O público norte-americano que enchia o Court Central de Crandon Tennis Center, viveu uma meia-final de grande nível, ao lado do seu compatriota A. Roddick, que fez questão de não deixar mal os seus “fâns”. O seu opositor não era fácil, até porque no “historial” entre os dois rivais, R. Nadal levava a melhor (5/2). O encontro teve momentos de grande nível, oportunidade que não foi desperdiçada pelo norte-americano para “vincar” a sua grande forma. O encontro teve a duração de pouco mais de 2 horas e os parciais de 4/6; 6/3 e 6/3.
O primeiro parcial, acabou por ser decidido em pequenos “detalhes”. Os “servidores” estavam a superiorizar-se, no entanto, o espanhol aproveitou um dos três “breaks-points”, para saltar para a liderança do marcador. Pese esse facto, Roddick estava a “sacar” muito bem, aliás como é testemunha os 8 aces no primeiro parcial, e os 85% pontos vencidos no seu 1º saque. O encontro evoluia, e Roddick não dava mostras de “ceder” perante o tenista europeu. Aliás, a partir do ínicio do 2º set, quiça pelo facto de estar “encostado” à parede, o norte-americano começou a jogar mais nos limites, e cedo percebeu-se que a nova táctica do actual nº 8 ATP poderia dar frutos.
Com diversos “winners”, Roddick alternava as subidas à rede com maior agressividade do fundo de court, “alicerçado claro está com o seu potente serviço. Por seu turno, as “direitas” de Nadal estavam mais curtas, o que proporcionava maior confiança ao seu rival. Roddick esteve imperial no seu serviço, não cedendo qualquer oportunidade de “break” ao seu opositor. Três quebras de serviço no “saque” de Nadal (uma no 2º set,duas no set decisivo , proporcionaram uma vitória de grande mérito ao tenista natural do Nebraska. Na final, o recente finalista de Indian Wells (d. I. Ljubicic), encontrará o vencedor do encontro entre o sueco R. Soderling e o checo T. Berduych – encontro que se inicia à meia-noite de Lisboa.
Uma boa oportunidade

Foto: Getty Images
Com um quadro facilitado, sobretudo com um afastamento precoce de Federer (que encontraria nos “quartos”), Andy Roddick tem uma boa oportunidade de fazer um “póquer” de Masters 1000 norte-americanos na sua carreira – Indian Wells, Miami, Montreal/Toronto e Cincinnati.
É verdade que na Europa (e, agora, Ásia também) não tem sido feliz nesta categoria de torneios, mas estes torneios (para já 4, com Cincinnati repetido) já ninguém os tira.
As derrotas de tenistas como Murray, Djokovic e, ontem, Nadal facilitam esta tarefa. A final será diante de um Ivan Ljubicic a tentar recuperar aos 31 anos um destaque que já teve, o favoritismo estará todo do lado do norte-americano.
Já Rafael Nadal perdeu a oportunidade de reconquistar a aura de campeão.
US Open(4º dia) – Antevisão do “encontro”
Publicado por Bruno Santos em Rubricas às Setembro 3rd, 2009
(5) A. Roddick vs Marc Gicquel 3:0
Na nossa rúbrica de hoje do “encontro do dia” destacamos o encontro de um dos grandes favoritos, pelo menos aos embates finais: Andy Roddick. O actual nº 5 ATP atravessa uma fase da carreira muito boa e tem uma boa oportunidade para ir longe num dos seus torneios favoritos : o US Open. Do outro lado da rede tem um francês – Marc Gicquel – e se é verdade que o favoritismo só se vê dentro do campo, o que é certo é que ninguém está a ver o actual nº 81 do ranking mundial pôr fim a um trajecto que se adivinha interessante por parte do pupilo de Larry Stefansky. Mais a mais ,Roddick comanda o confronto directo (3:0). Curiosamente, no único embate entre os dois rivais de hoje realizado em 2009 foi noutro torneio do Grand Slam: na circunstância Roland Garros. Com um parcial de 6/1; 6/4 e 6/4, o norte-americano venceu Gicquel sem grandes dificuldades, aliás como se espera hoje no Arthur Ashe Stadium.
ATP 1000 Cincinnati: Murray vence 4º Título “1000″
Publicado por Bruno Santos em Notícias às Agosto 17th, 2009

Murray venceu no Canadá (Foto Reuters)
O escocês Andy Murray celebrou com o seu triunfo em Montreal uma semana que vai ficar certamente na sua retina: interrompe a hegemonia que durava da dupa Federer/ Nadal nos primeiros dois pontos do ranking ATP ia para quatro anos. Mais do que a sua vitória, o escocês tem vindo a demonstrar uma regularidade capaz de rivalizar com a dupla rival pela primazia do ténis mundial. Depois da vitória diante de Tsonga, e depois do triunfo face a Del Potro, o actual nº 2 ATP garantiu o seu 4º título de um ATP 1000 – antigos torneios da Série Masters. Duas horas e quarenta quatro minutos foi a duração de uma final que foi marcada por temperaturas muito elevadas e que ficará para a história com os parciais de 7/6; 6/7 e 6/1.
O primeiro set desenrolou-se sob o signo do equilibrio, saindo o sul-americano vencedor no tie-break (7/3). Para o tenista europeu o segundo set era crucial, e as coisas até pareciam correr de feição depois de Andy romper o serviço do seu rival. Porém, Del Potro não baixou os braços e depois de criar alguns problemas ao escocês no seu serviço, igualou o parcial levando a decisão para o desempate. Aí, Murray revelou-se muito seguro, e depois de vencer por 7/3 o tie-break garantiu a discussão num terceiro e último set.
O tenista britânico revelava-se mais fresco fisicamente, já Del Potro acusava não só o desgaste da final, como o esforço que foi sujeito na véspera face a A. Roddick. Três quebras de serviço de Andy contra um de Del Potro no set decisivo, “desenhavam” um triunfo que teve tanto de esforçado e dificil como de meritório por parte do actual nº 2 ATP. Com este triunfo, Murray assegura o seu 5º título ATP em 2009 – depois de Doha, Roterdão, Miami e Queen´s, o escocês igualou o mesmo número de “canecos” na presente temporada de R. Nadal.
Por seu turno, Del Potro saiu derrotado mas forçou os seus adversários a grandes encontros – realce para as vitórias face a R. Nadal (1/4) e frente a A. Roddick (1/2). A atravessar um bom momento de forma, um jogador a seguir sem dúvida esta semana em Cincinnati como no US Open dentro de quinze dias.
O treinador do momento

Larry Stefanki levou Marcelo Rios e Yevgeny Kafelnikov a nº 1 mundiais (Foto: Getty Images)
Com 52 anos, o norte-americano Larry Stefanki há muito que não precisa provar o seu valor. Foi sobre as suas ordens que Yevgeny Kafelnikov e Marcelo Rios alcançaram a liderança mundial e, entre outros, já treinou John McEnroe, Tim Henman e Fernando Gonzalez, levando o último à sua única final do Grand Slam, no Australian Open de 2007, e ao 5º lugar da hierarquia mundial.
Ontem, também ele perdeu uma oportunidade de increver o seu nome na história de Wimbledon. Mas é impossível não fazer uma menção honrosa quando o seu “pupilo” Andy Roddick desafiou como nunca Roger Federer, um tenista que sabia sempre o que fazer perante o estilo do norte-americano. No entanto, o antigo nº 1 mundial e campeão do US Open 2003 aparece agora com um ténis renovado e mais completo.
“Hoje”, Roddick tem no seu arsenal pancadas que jamais esperaríamos há uns anos atrás: uma esquerda mais consistente e versáril, vólei mais eficaz e um toque de bola superior.
Larry Stefanki será capaz de levar Roddick a vencer o seu 2º Grand Slam?
Treinador português que fez de Courier nº 1 aponta o dedo a Roddick
Sérgio Cruz, o treinador português que levou o norte-americano Jim Courier a nº 1 mundial, no início da década de 90, fez uma análise à final de ontem no blog do seu site instrutivo sobre ténis. Radicado na Suíça, “previu” o erro do vólei alto de esquerda de Andy Roddick no 4º set-point do tie-break quando enviou um e-mail para Claudio Mezzadri, da Swiss TV, a meio do 2º set.
Depois de elogiar Roddick (e seu treinador Stefanki) da forma como abordou o encontro com Federer, deixou o ponto fraco do norte-americano:
(…)Roddicks backhand volley is still weak and vulnerable and could be the key for Roger to win.(…)
Wimbledon:Dia 13 – Uma final épica com júbilo do campeão
Publicado por Bruno Santos em Notícias às Julho 5th, 2009
Mais um dia histórico na íncrível carreira de Roger Federer! O suiço “carimbou” o seu 15ºtítulo de um torneio do Grand Slam, e se até aqui era considerado por muitos o melhor tenista de todos os tempos, com esta marca torna-se imortal no “planeta ténis”. Os números de Federer são incriveis: jogava esta tarde a sua 7ª final consecutiva em Wimbledon, competia na sua 16ª final de um “Major” dos últimos 17 eventos dessa categoria, “carimbava” no All England Club a sua 20ª final em torneios do Grand Slam, tentava vencer o seu 60º troféu ATP, e entre outras curiosidades tentava ser o 4º tenista a vencer na mesma temporada o torneio de Roland Garros e Wimbledon, na era open.
Já, Andy Roddick, tentava vingar-se das finais perdidas para Federer na relva londrina nos anos de 2004 e 05, tentava somar o seu 2º “major” da sua carreira – venceu o US Open de 2003 face a Juan Carlos Ferrero, e pretendia somar o seu 2º título na presente temporada – venceu o ATP 250 de Menphis. O pupilo de Larry Stefansky, treinador que o norte-americano elogiou em várias conferências de imprensa em Londres, tentava assim voltar aos seus melhores momentos em torneios do “Grand Slam” em seis anos.
O jogo (Estatisticas da final)
A final discutida, hoje, demonstrou que foram de facto os dois melhores tenistas a passar na relva londrina nas últimas duas semanas. Federer, com o seu melhor ténis, apresentava um serviço quase ínvencivel graças a uma multiplicidade de soluções, complementado com o seu soberbo jogo – direitas com inúmeras soluções, esquerda não tão errante como num passado recente. Já, Roddick, somava ao seu potente serviço uma boa “dose” de confiança no seu jogo do fundo de court, não se inibindo em determinadas ocasiões por concluir alguns pontos na rede. O primeiro set, os dois “rivais” serviram com uma eficácia íncrivel, o equilibrio foi sintomático até ao 12º jogo, altura que Roddick quebrou o serviço do suiço. Em 39 minutos, Roddick fechava o parcial por 7/5. O 2º parcial, acabou provavelmente por sentenciar a final da 123ª edição de Wimbledon. Sem quebras de serviço, o set viria a ser decidido no tie-break, momento do encontro que Roddick chegou a uma vantagem de 6/2. Com 4 set-points, o norte-americano não só não fechou o set – avançaria para uma vantagem de 2 sets a zero – como via o actual nº 2 mundial a fechar o desempate por 8/6. A final estava ao rubro, Roddick através do primeiro set demonstrava ter possibilidades de entrar na “mitica” história de Wimbledon, Federer conseguia dar uma reviravolta no tie-break do set que acabava por terminar, que lhe “injectou” uma confiança para a final assinalável.
Quiça, graças a essas circunstâncias, Roddick “baixou” um pouco a eficácia do seu 1º serviço, e se sé verdade que o parcial foi decidido uma vez mais no tie-break, desta vez Federer não passou pelas mesmas dificuldades, comparavelmente ao set anterior – chegou a uma vantagem de 5/1, sendo crucial para fechar o 3º set por 7/5 no “desempate”, em 47 minutos. Com uma vantagem de 2 sets a um, Federer partia para o 4º set com uma forte vantagem para o resto da final, pelo menos teoricamente. No entanto, o suiço sentiu um pouco a pressão e depois de ter cedido o 4º jogo no seu serviço, o suiço nunca mais recuperou a desvantagem.
O que dizer do set decisivo. Os dois opositores serviram de uma forma fantástica, levando a decisão para uma vantagem de dois jogos que previsivelmente não acontecia. Com o parcial em 6/6, os dois rivais serviram quase na perfeição até ao 30º jogo de serviço. Aí, Federer conseguiu uma vantagem de 0/30, e graças a uma “madeirada” do norte-americano, Federer fechava uma final que além de ser dramática – principalmente no 5º set, afigurava-se injusta para o finalista vencido. No entanto, no ténis não pode haver dois vencedores, pelo que a “fava” saiu ao 6º cabeça-de-série.
Wimbledon – Federer chega ao 15º título do Grand Slam
Publicado por Bruno Santos em Breves às Julho 5th, 2009

Federer "escreveu" mais um página dourada na sua carreira(Reuters/S.Wermuth
O suiço Roger Federer ultrapassou a barreira dos 14 títulos do Grand Slam – marca que partilhava desde Roland Garros com o norte-americano Pete Sampras. O suiço venceu o norte-americano e 6º pré-designado, Andy Roddick, numa final completamente imprevisivel até à última pancada. Para a história fica o resultado (5/7; 7/6; 7/6; 6/3 e 16/14), numa vitória épica em 4 horas e 16 minutos. Para o norte-americano ficou, certamente, o “amargo de boca” de ter desperdiçado no tie-break do segundo parcial uma vantagem de 6/2.
(Em breve, desenvolvimento)
Wimbledon: Dia 11 – Roddick intromete-se em final esperada
Publicado por Bruno Santos em Notícias às Julho 3rd, 2009
“Come On”. Esta foi uma das palavras mais ouvidas no Court Central de All England Club. Quatro tenistas em grande forma esgrimiam argumentos com o objectivo de chegar à final mais esperada no planeta ténis. Com dois deles a procurarem repetir tal feito – Federer e Roddick (curiosamente discutiram duas finais na relva londrina) – os restantes procuravam singular feito nas suas diferentes carreiras. Murray desiludiu os britânicos, Haas foi ultrapassado pelo suiço que tenta vencer o torneio pela sexta vez na sua carreira.
(2) R. Federer vs (24) T. Haas (estatísticas do encontro)
O encontro entre o actual nº2 mundial e o 24º pré-designado inaugurava a tarde reservada às meias-finais masculinas. O suiço procurava a 7ª final consecutiva na relva londrina – as primeiras cinco venceu as respectivas finais, a última discutida em 2008 perdeu para Rafael Nadal. Por seu turno, Tommy Haas tentava chegar à sua primeira final em Londres, ele que conta com 31 anos actualmente. Com dois trajectos intratáveis, os dois reeditavam a 4ª ronda da presente temporada do torneio de Roland Garros, um encontro íncrivel que o alemão chegou a estar a vencer por dois sets a zero, mas que Federer conseguiu “remontar”. Em 2 horas e 2 minutos, Federer venceu o germânico em três sets (7/6; 7/5 e 6/3). O suiço não deu espaço ao ascendente do seu opositor, tal como na terra batida do “Philippe Chatrier”. Uma vez mais, o suiço esteve imperial no seu serviço – 11 “aces”, 1 dupla falta, 7 pontos perdidos no seu 1º serviço, 4 no seu 2º saque são números impressionantes. Além disso, não concedeu qualquer oportunidade de break ao alemão, além de conseguir 49 pontos ganhantes contra 15 erros não forçados. A estes impressionantes e significativos números, o suiço converteu 2 quebras de serviço em dois break-points, para além de vencer 88% dos pontos ganhos nas subidas à rede (38/43). Haas, se é verdade que protagonizou um torneio fantástico – recorde-se que eliminou Novak Djokovic na ronda anterior – foi completamente “abafado” pela exibição de Federer. O alemão esteve bem longe da “perfomance” do suiço, sendo visivel a incapacidade de incomodar a estratégia de Federer – 28 winners contra 31 erros não forçados é sintomático. Circunstância que saltou à vista foi a impotência que Haas encontrou em opor-se ao “passing-shots” do suiço – nas 37 vezes que subiu à rede por apenas 21 conseguiu converter em pontos ganhos. Se o seu 1º saque apresentou números bem válidos – 74% de pontos ganhos, o seu 2º serviço não foi tão eficaz (45% pontos vencidos). Mais uma grande prestação do suiço que, recorde-se, se vencer a final de domingo recupera o estatuto de nº 1 mundial.
(6)A. Roddick vs (4) A. Murray (estatisticas do encontro)
Roger Federer já estava na final de domingo. O público ,agora, esperava por uma vitória de Andy Murray para “coroar” uma edição de Wimbledon coberta de curiosidades, ausências (Nadal a mais visivel), mas também de grande espectáculo. Por falar em ténis de grande nível, Andy Murray e Andy Roddick foram dois dos grandes animadores da última semana e meia com perfomances muito elevadas. O escocês a atravessar um grande momento na sua carreira enfrentava Roddick que vem demonstrando nas últimas semanas estar de volta com o seu excelente ténis. Pese o apoio do público, o norte-americano venceu em 4 sets (6/4; 4/6; 7/6 e 7/6) em 3 horas e 7 minutos. Roddick pareceu algo incrédulo no fim da partida, mas pensamos não ser exagerado dizer que face à sua prestação não foi nada surpreendente. Com 21 aces e 64 “winners”, o americano marcou uma posição importante no encontro, sendo importante os 24 erros não forçados (número razoável). Com 77 e 51% de pontos ganhos no 1º e 2º saque, respectivamente, Roddick conseguiu “romper” o serviço do seu opositor por 2 ocasiões em 5 oportunidades. Em suma, Roddick acreditou e foi importantissimo o seu forte e poderoso serviço, enquanto isso, Murray destacava-se pelo seu ténis mais versátil, mais elaborado. Com mais “winners” (76), e menos erros não forçados (20), o escocês conseguiu 25 “aces”, um número superior ao seu rival. O encontro foi decidido em pormenores, e o 3º e 4º parcial, podiam ter caído para um ou outro lado. Não podiam vencer os dois, Roddick venceu 143 pontos, enquanto Murray saiu vitorioso em 141 ocasiões. O escocês sentiu a pressão, principalmente no 4º parcial onde jogava o tudo ou nada. Ainda recuperou um “mini-break”, mas acabou por ceder o desempate por 7/5.
A Final
“Será que não há duas sem três”? Se assim for, Roger Federer vencerá a final do próximo domingo. Recorde-se que Federer venceu Roddick nas finais de 2004 e 2005. Mais do que essas vitórias, Federer comanda o “mano-a-mano” com o 6º CS, apresentando um parcial de 18 vitórias e 2 derrotas. O suiço tenta a histórica marca de 15 títulos do Grand Slam, já o norte-americano tenta vencer o seu 2º “major” – depois do US Open 2003. No entanto, o suiço tem muito mais em jogo – tenta recuperar o lugar de nº 1 mundial (depois de o ter perdido em Agosto de 2008), o seu 6º titulo em Wimbledon, e ainda o seu 3º título do ano – depois do ATP 1000 de Madrid e Roland Garros. Já, Roddick , tenta “juntar” o caneco de All England Club”, ao seu único título de 2009 – ATP Menphis. Os dois atravessam um excelente momento, sendo de esperar um encontro fabuloso.
Wimbledon: Antevisão Jogo do dia (Dia 2)
Publicado por Bruno Santos em Rubricas às Junho 22nd, 2009
Para o dia 2 em Londres, sublinhamos o encontro que irá opor o francês Jeremy Chardy frente ao norte-americano e 6º CS, Andy Roddick. Os dois tenistas nunca se encontraram no circuito profissional. Roddick com mais “pedigree” no circuito – basta realçar os 27 títulos na sua carreira, um deles já em 2009 (Menphis), parte como favorito, no entanto, o francês promete dificultar a tarefa do norte-americano. Já, Chardy, a ocupar a 41ª posição no ranking mundial – ele que conhece bem o português, Frederico Gil, vem revelando uma certa regularidade exibicional. A final no ATP 250 de Joanesburgo – local onde curiosamente o actual nº 1 português chegou às meias-finais, foi o seu melhor registo. Em Roland Garros chegou à 4ª ronda, e no recente torneio de Eastbourne – evento em relva – o jovem francês chegou aos quartos-de-final, tendo perdido para o veterano alemão S. Schuettler
ATP 250 Queen’s: Andys nas meias-finais
Os dois grandes favoritos à vitória no Queen’s Club continua invictos e sem perder qualquer set. Murray e Roddick apuraram-se, hoje, para as meias-finais.
Andy Murray, o 1º cabeça-de-série, eliminou o norte-americano Mardy Fish, oitavo pré-designado, por 7-5 e 6-3. Já, Andy Roddick, o segundo tenista mais cotado da prova, necessitou de dois tie-breaks para vencer o gigante Ivo Karlovic por 7-6(4) e 7-6(5).
Mas quem se destaca numa superfície alheia ao seu estilo de jogo é o espanhol Juan Carlos Ferrero que continua a mostrar ser um tenista suficientemente versátil para a relva não lhe criar grandes problemas. Hoje, nos quartos-de-final, venceu o belga Steve Darcis por 4-6, 6-3 e 6-4.
Nas meias-finais, Andy Murray defronta Juan Carlos Ferrero, enquanto Andy Roddick irá defrontar o seu compatriota James Blake, que venceu o russo Mikhail Youzhny por 7-6(5) e 6-3.
ATP 250 Queen´s: Roddick vence duelo de ex-nº 1 mundiais
Publicado por Bruno Santos em Notícias às Junho 11th, 2009
No encontro do dia em Londres, Andy Roddick venceu, num duelo de ex-nº 1 mundiais, o australiano e “carrasco” de Frederico Gil no evento londrino, Lleyton Hewitt. Porém, não foi uma missão fácil do norte-americano que se impôs em dois sets, curiosamente em dois tie-breaks: 7/6(2) e 7/6(4). Roddick contou com o seu precioso serviço, a sua principal arma para “carimbar” uma vitória que lhe permite a presença nos quartos-de-final da prova. Nessa fase da prova vai defrontar o “gigante” Ivo Karlovic, um jogador que faz igualmente do seu saque o seu principal argumento.
Nos outros jogos do dia, Andy Murray (CS nº1) venceu o seu opositor G. Garcia Lopez. Um duplo 6/4 e 1 h 09 m foram os números de uma vitória normal do principal favorito ao título. Nos quartos-de-final estão igualmente J. Blake (CS nº6), M. Fish (Cs nº8), JC. Ferrero e o russo M. Youznhy que acabou de eliminar o 4º CS – o francês G. Simon. Ao cado de três sets (6/1; 2/6 e 6/2), o russo protagonizou a meia-surpresa do dia. O francês a atravessar um momento menos bom não foi capaz de vencer o actual nº 44 ATP.
Calendário quartos-de-final:
(1) A. Murray vs (8) M. Fish
S. Darcis vs JC Ferrero
(6) J.Blake vs (14) M. Youznhy
(2) A.Roddick vs (9) I. Karlovic
ATP 250 Queen´s: Murray em frente
Publicado por Bruno Santos em Notícias às Junho 10th, 2009

Andy Murray na 3ª ronda em Londres (Foto AFP)
No dia marcado, para nós portugueses, pela derrota de F. Gil frente a L. Hewitt, o escocês Andy Murray entrou de pé direito no torneio londrino. O CS nº 1 – depois da desistência de R. Nadal – venceu em dois sets o italiano A. Seppi (6/1 e 6/4). Agora na 3ª ronda vai disputar uma vaga nos quartos-de-final frente ao espanhol G. Garcia Lopez. Outros destaques, a eliminação de M. Cilic (cedeu frente ao “qualifyer” francês N. Mahut ), e a réplica oferecida pelo búlgaro G. Dimitrov (detentor do torneio júnior de Wimbledon e US Open 2008), frente ao gaulês G. Simon (em dois tie-breaks). Na 3ª ronda alguns encontros curiosos, entre eles, o que coloca frente a frente dois nº 1 mundiais: Andy Roddick (d. K. Vliegen) a L. Hewitt (d. F. Gil).
Roland Garros: Resumo dia 9
Publicado por Bruno Santos em Notícias às Junho 1st, 2009
Mais uma jornada de grande emotividade, drama e peripécias em Paris! Depois das eliminações de N. Djokovic (Sábado) e de Nadal (ontem), Paris estava em “sobresalto”. Após o “furacão” Soderling – que deixou o planeta ténis em estado de sítio – após a sua vitória frente ao actual nº 1 mundial, Rafael Nadal – parecia que a cidade luz iria ser “fustigada” pelo “ciclone” Haas, depois deste último ter vencido os primeiros dois sets frente a Federer. Este último ainda recuperou, vamos ver se suficiente para fazer história em Roland Garros. Del Potro, Robredo e G. Monfils “carimbaram” igualmente a passagem aos quartos-de-final. No sector femenino destaque para a romena S. Cirstea que “empurrou” para fora de Roland Garros, Jelena Jankovic enquanto que as favoritas S. Williams e S. Kuznetsova continuam em prova.
Quadro Masculino
Contagiado ou não pelo desaire da véspera de R. Nadal, o suiço R. Federer viveu uma tarde que certamente nunca mais se irá esquecer em Paris. Com uma oportunidade, quiça única, de levantar o “troféu” em Roland Garros, o suiço quase que desperdiçava essa chance, esta tarde frente ao veterano alemão T. Haas. Após ter perdido os dois primeiros sets, o antigo nº 1 mundial teve arte e engenho para virar um encontro que não lhe estava a correr nada bem. Com cerca de 2 horas de jogo, o suiço perdia por 6/7 e 5/7, quando no 3º parcial “cedeu” um break-point ao seu opositor quando o set se encontrava em 4 igual. Foi quando o “alarme” soou, Federer arregaçou as mangas e “levantou-se” num encontro íncrivel. Haas, ajudava o suiço no capítulo do serviço, algo que o suiço aproveitou de forma cirúrgica. Com os parciais de 6/7; 5/7; 6/4; 6/0 e 6/2, o suiço garantiu a presença nos quartos-de-final, fase da prova que terá um osso bem duro de roer, G. Monfils. O francês venceu A. Roddick em três sets (6/4; 6/2 e 6/3), num encontro que já terminou para além das 21 h 30 em Paris. Aliás, o norte-americano ainda tentou “adiar” para amanhã o encontro, mas o árbitro do embate considerou ainda haver luz natural que proporcionasse a conlusão do confronto. Monfils conseguiu uma vitória saborosa para gaudio do público francês, que enchia o “Suzanne Lenglen”. O outro francês em prova, Jo W. Tsonga não conseguiu a mesma “proeza” devido ao melhor ténis de Del Potro -venceu o sul-americano por 6/1; 6/7; 6/1 e 6/4. O outro quarto-finalista encontrado hoje, foi o espanhol T. Robredo que “mandou” para casa o alemão P. Kohlscreiber pelos parciais de 6/4; 5/7; 7/6 e 6/2.
Quadro Feminino
O torneio feminino não foi tão “explosivo”. Ainda assim, a romena S. Cirstea – ela que esteve no Estoril Open, torneio que foi eliminada pela futura vencedora – Y. Wickmayer – venceu a sérvia J. Jankovic na surpresa do dia. A actual nº 41 WTA venceu pelos parciais de 3/6; 6/0(!) e 9/7 e marcou dessa forma presença nos quatros-de-final. Agora terá como opositora outra outsider- a australiana S. Stosur. A australiana venceu a “anfitriã” A. Razzano para desgosto do público parisiense. Os parciais demonstram grande superioridade da tenista do país dos cangurús (6/1 e 6/2). Nos outros dois oitavos-de-final do dia, S. Williams (CS nº 2) e S. Kuznetsova (CS nº 7) confirmaram o seu estatuto – a norte-americana vencendo a canadiana A. Wozniacki (6/1 e 6/2), e russa confirmando o bom momento que atravessa (6/4; 1/6 e 6/1), perante a polaca A. Radwanska.
Teorias da conspiração…

Roddick somou a sua 1ª vitória no Lenglen apenas este ano (Foto: Paris-Photos.org)
Um pouco a brincar, mas não me admirava que a organização não se lembrasse desse pormenor…
Andy Roddick tem alguns problemas com o jogar no Suzanne Lenglen. Não bastasse já não ser um talento da terra batida e, de todos os courts do complexo de Roland Garros, há um que teima aparecer-lhe na ordem de jogos e que conta com algumas características técnicas diferentes dos outros. Em toda a sua carreira neste Grand Slam, até nem se deu muito mal pelo Chatrier, mas viu-se sempre derrotado no Lenglen… até este ano.
Nesta edição já jogou lá 2 dos 3 encontros que o colocou pela primeira vez na segunda semana de Roland Garros. Amanhã, estará lá de novo. O curioso é que os adversários destes três encontros que lhe programaram para este court são tenistas franceses.
Jouan, Gicquel e, agora, Monfils!
Roland Garros: Resumo 2º dia
Publicado por Bruno Santos em Notícias às Maio 25th, 2009
Nunca a língua de Camões foi tão falada em Roland Garros, claro está descontando os “milagres” que Gustavo “Guga” Kuerten adicionou à sua íncrível carreira. Curiosamente, um ano depois da sua retirada do ténis ao mais alto nível, registamos no 2º dia do grand slam quatro brasileiros a lutar por uma vaga na segunda ronda. Todos eles com um ponto em comum: foram todos eliminados. Pese esse síndroma, os países de língua oficial portuguesa foram “salvos” por duas almas: Rui Machado num encontro incrivelmente “enrolado” após dois sets sem espinhas, Michelle Larcher de Brito uma sofredora nata. Uma vez mais após um set inicial incrívelmente nebuloso, lá conseguiu “dar” a cambalhota ao marcador, um novo feito para o ténis nacional. De resto, os grandes favoritos ao título (Nadal, Federer, Safina e Venus Williams) passearam a sua classe com mais ou menos dificuldade, resgatando o “bilhete” para a segunda ronda.
Torneio Masculino
Continua a invencibilidade de Nadal em Roland Garros. Na 1ª ronda enfrentou o “canarinho” Marcos Daniel, e se não fez uma exibição que enchesse o olho, lá “despachou o brasileiro ao fim de 3 sets (7/5;6/4 e 6/3). Agora na 2ª ronda irá discutir a passagem à 3ª eliminatória frente a um russo – T. Gabashvili. O seu arqui-rival, Roger Federer ,venceu igualmente em três sets, e se é verdade que entrou um pouco mal no encontro, cedendo o seu serviço, a partir daí esteve muito sólido fechando o encontro em três sets cirúrgicos. Nos momentos certos “brekou” o saque do espanhol e triunfou em 1 h 45 m aproximadamente (6/4; 6/3 e 6/2). Os outros brasileiros “eliminados” foram o nº 1 “canarinho” – T. Belluci – perdeu para Vasselo Arguello, ainda que tenha sido obrigado a desistir quando o score acusava (4/6; 7/6 e 5/5); os outros foram Franco Ferreiro e Tiago Alves. O primeiro deu luta a Feliciano Lopez – encontro em 5 sets – o segundo perdendo para o gaulês J. Chardy (eterno rival de F. Gil em torneios do grand slam). Curiosidades da jornada, a vitória de V. Hanescu sobre o belga S. Darcis, em três sets discutidos em três tie-breaks, a derrota do 19º CS, o checo T. Berdych (face ao italiano S. Bolelli), e as vitórias algo fáceis de A. Roddick e N. Davydenko face ao “wild card” francês R. Jouan e S. Koubek, respectivamente.
Torneio Feminino
Dinara Safina entrou com tudo no Philippe Chatrier – como se costuma dizer na gíria do ténis – aplicou uma “bicicleta” à sua opositora, A. Keothavong – ao cabo de 1 h 01 m a inglesa disse “adeus” a Paris sem vencer um único jogo (6/0 e 6/0). Um cartão de visita bem “enfeitado” para quem arrisca-se a vencer em Roland Garros o seu primeiro troféu num “Grand Slam”. No entanto, não poderemos esquecer outras participantes. Uma delas, Venus Williams (3ª CS), apanhou um valente susto e depois de ter perdido o 2º set face à germânica B. Mattek-Sands (4/6), lá recuperou e venceu o parcial decisivo. Ao fim de 1 h 48 m “selou” uma vitória sofrida pelos parciais de 6/1; 4/6 e 6/2. Numa jornada que foi “suspensa” com um encontro por finalizar, a que opunha C. Wozniacki à russa Vera Dushevina, a dinamaquesa, 10ª CS, esteve perto de dizer “adeus” a Roland Garros. Ainda assim conseguiu virar o rumo dos acontecimentos fechando ainda hoje o 2º set com o parcial de 7/5. Devido a falta de iluminação, o encontro foi adiado para amanhã (será por assim dizer um novo encontro), com um set para cada lado. No encontro do dia, no quadro feminino, a vitória de D. Cibulkova (20ª CS) face à ucraniana A. Bondarenko (6/4; 2/6 e 6/4), eliminando assim a recente finalista do WTA de Varsóvia. Seguindo a mesma tendência da véspera, 4 cabeças-de-série ficaram pelo caminho. K. Bondarenko, a norte-americana A. Glatch, a eslovena Hercoq e a colombiana Duque Marino foram as responsáveis por tal facto, triunfando sobre P. Schnyder (17ª CS), F. Penneta (14ª), A. Kleybanova (23ª) e A. Chakvetadze (26ª), respectivamente. Algumas delas de forma bastante surpreendente principalmente a russa Kleybanova e a suiça P. Schnyder que vinham evidenciando uma boa forma nas últimas semanas.
ATP 1000 Madrid:Nadal vs Djokovic nas meias-finais
Publicado por Bruno Santos em Notícias às Maio 15th, 2009
Numa altura em que se disputa a última vaga para as meias-finais de amanhã entre Del Potro e Andy Murray, três dos quatro principais cabeças-de-série garantiram as presenças nos encontros deste sábado. Rafael Nadal, Roger Federer e Novak Djokovic venceram, como aliás era esperado, funcionado estas meias-finais como uma espécie de pêndulo para aquilo que irá acontecer em Roland Garros já a partir do dia 24.
Rafael Nadal e Novak Djokovic estarão presentes na primeira meia-final enquanto Roger Federer espera pelo desenlace do encontro entre Del Potro e o nº 3 mundial Andy Murray, para saber quem será o seu opositor. Aliás, o suiço e Andy Roddick deram o pontapé-de-saída de uma jornada que estava a suscitar grande entusiasmo. Num embate que chegava ao 20º episódio de um mano-a-mano favorável a Federer (17/2), o norte-americano ainda obrigou o actual nº 2 mundial a um terceiro set, depois de ter vencido o tie-break do 2º parcial (7/5). Nos restantes sets, Federer venceu por 7/5 e 6/1 sendo de sublinhar um bom nível no set derradeiro, no qual ainda desperdiçou 3 match-points, mas fechou na oportunidade seguinte. Já Roddick nos momentos decisivos cometeu diversos erros o que viria a ser fatal, curiosamente, no primeiro embate entre os dois tenistas em terra batida.
Novak Djokovic carimbou uma vitória algo esperada frente ao croata Ivan Ljubicic. Este era o terceiro embate entre os dois jogadores – uma vitória para cada lado – no entanto, e tendo em atenção o momento de cada um o favoritismo caía para o lado do sérvio. O croata a ocupar a posição nº 54 ofereceu alguma réplica perdendo no entanto por um duplo 6/4. O encontro teve a duração de 1 h 44 minutos.
No primeiro encontro da sessão nocturna, no court Manolo Santana, Fernando Verdasco desafiava o ímbativel nº 1 mundial Rafael Nadal. Com 8 derrotas frente a “Rafa”, Verdasco tinha à partida uma tarefa complicadissima, tendo em conta a invencibilidade em 2009 do seu opositor no pó-de-tijolo. Dois sets, vitórias para Nadal, circunstâncias diferentes. Em meia-dúzia de palavras fica aqui caracterizada a vitória de “Rafa” Nadal. Se no 1º set Nadal e Verdasco protagonizaram um set muito equilibrado (o actual nº 1 espanhol quebrou o serviço de Verdasco no 10º jogo), o set seguinte foi totalmente oposto. Com uma vantagem de 4/0 para Verdasco, o terceiro set estava ali à esquina para o tenista natural de Madrid. Puro engano, Nadal venceu 5 jogos consecutivos “encostando” completamente Verdasco à parede. Nos momentos cruciais Nadal fez a diferença – partiu para cima do seu compatriota e amigo e sentenciou o encontro. O mesmo teve a duração de 1 h 58 m e os parciais de 6/4 e 7/5.
ATP Masters 1000 Madrid: Dia de desistências
Publicado por Bruno Santos em Notícias às Maio 14th, 2009
As desistências de P. Kolsrchreiber e do russo N. Davydenko, e a derrota de G. Simon face a I. Ljubicic foram as notas salientes do dia de hoje do masters espanhol. Devido a problemas físicos do alemão e do tenista russo, R. Nadal (cs nº 1) e A. Roddick (cs nº 6) nem chegaram a entrar em court, carimbando dessa forma a presença nos quartos-de-final de amanhã. Dos primeiros 8 cabeças-de-série da prova madrilena, apenas G. Simon (cs nº
disse hoje adeus ao último grande torneio antes de Roland Garros.
Caso não fosse a vitória de Ivan Ljubicic sobre Gilles Simon iríamos ter amanhã os oito primeiros cabeças-de-série a lutar por um lugar nas meias-finais. No entanto, não era totalmente descabida a hipótese do gaulês dizer adeus a Madrid – isto por duas razões – a má forma do jovem francês e o facto do seu opositor ter vencido os confrontos realizados anteriormente (2). Isto num embate em que o francês até ganhou o set inaugural (6/3). No entanto, não conseguiu “segurar” a vantagem perdendo os dois sets seguintes – 4/6 e 3/6.
Agora, nos quartos-de-final, o outsider da prova vai defrontar Novak Djokovic (cs nº3) – vencedor do confronto frente a A. Seppi (6/4; 6/4). Del Potro e A. Murray defrontam-se igualmente, depois das suas vitórias frente ao suiço S. Wawrinka, e ao espanhol T. Robredo, respectivamente. Os dois grandes encontros desta sexta-feira serão os que irão opor Rafael Nadal (nº 1 do mundo) ao seu compatriota e amigo Fernando Verdasco, e o suiço Roger Federer a Andy Roddick. Os dois espanhóis já se defrontaram em 2009 por duas ocasiões tendo vencido sempre o actual nº 1 mundial. Se Nadal não necessitou de entar em court – graças à desistência de Kolhschreiber – o actual nº 8 do mundo venceu o argentino Juan Mónaco (7/5 e 6/2).
Já Roger Federer não teve grandes dificuldades para bater o norte-americano James Blake – finalista do recente Estoril Open – 6/2 e 6/4 foram os parciais. Desta forma, Roger e Andy irão encontrar-se pela 20ª vez, confronto que o suiço leva vantagem confortável (17/2). Pelo menos na vertente física o norte-americano leva vantagem, veremos se suficiente para levar de vencida o antigo e “eterno” nº 1 mundial.
Circuitos Profissionais: Dia de fatalidades !
Publicado por Bruno Santos em Breves às Abril 23rd, 2009
Esta quinta-feira ficou marcada por algumas más noticias para alguns fãs do ténis mundial. Vejamos:
Circuito ATP:
- David Nalbandian desiste do ATP 500 de Barcelona devido a problemas físicos (anca direita)
- O mesmo David Nalbandian anuncia devido à mesma lesão que não estará em Roma (ATP 1000)
- Andy Roddick não estará igualmente em Roma (defendia as meias-finais de 2008 já na semana que vem)
- Já se conhecia igualmente as ausências de Monfils, Tursunov e M. Ancic no Forum Itálico de Roma
Circuito WTA:
- Vera Zvonareva estará ausente do circuito entre duas semanas e três meses (depois de ser anunciado o “romper” dos seus ligamentos do tornozelo).
ATP 500 Dubai – Mais duas desistências…
Publicado por Bruno Santos em Breves às Fevereiro 20th, 2009
Depois das desistências de Federer, Nadal e Verdasco, mais duas ausências de vulto! Andy Roddick (detentor do título) e Nikolay Davydenko anunciaram as suas desistências do torneio que começa na próxima segunda feira. Recorde-se que o norte-americano venceu a edição 2008 batendo o espanhol Feliciano Lopez. Não foram revelados os motivos de tais decisões, mas a opção do norte-americano poderá ter a ver com a recente polémica da não autorização do visto à israelita S. Peer, para participar no WTA daquela cidade que termina amanhã, sábado.O russo T. Gabashivili e o checo J. Hernych serão os substitutos.
Pontos para mais tarde recordar (1)
Publicado por João Saro em Anúncios do Blog às Fevereiro 19th, 2009
Quando Federer (e o próprio Roddick) ainda procuravam o primeiro Grand Slam e os lugares de topo no circuito. Aquele ponto de Basileia continua a ser um dos meus favoritos e a deixar-me sem palavras. Na época, não se fazia ideia do que este rapaz suíço iria fazer, mas ele já fazia delícias. A descrição do vídeo de “lapulce” diz tudo:
“Todos os apaixonados por ténis lembram-se daquele ponto espectacular de Federer face a Roddick em Basileia, no ano 2002, mas ninguém mostrou aqui (You Tube) o que se passou a seguir. Um perfeito e espectacular jogo por Roger Federer. Agora aqui.”
Depois de iniciado o vídeo, carregar em HQ no menu inferior direito para aumentar a qualidade.

