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	<title>Luso Ténis Internacional &#187; Paris</title>
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		<title>Davydenko é o 7º qualificado para o ATP World Finals</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 22:01:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Saro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nikolay Davydenko saiu derrotado, hoje, frente a Robin Soderling (um dos que ainda luta pelo 8º posto), mas tem a garantia que está qualificado para Londres. O russo junta-se assim a Federer, Nadal, Murray, Djokovic, Del Potro e Roddick no torneio de elite que encerra a temporada, existindo ainda mais uma vaga por preencher. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nikolay Davydenko saiu derrotado, hoje, frente a Robin Soderling (um dos que ainda luta pelo 8º posto), mas tem a garantia que está qualificado para Londres. O russo junta-se assim a Federer, Nadal, Murray, Djokovic, Del Potro e Roddick no torneio de elite que encerra a temporada, existindo ainda mais uma vaga por preencher.</p>
<p style="text-align: justify;">O actual 8º classificado na contenda pela qualificação, o espanhol Fernando Verdasco (3.300 pts), está a torcer por fora já que foi também ele eliminado no Masters 1000 de Paris, tendo de aguardar pelos resultados de Soderling (3.010 pts), Tsonga (2.875 pts), Gonzalez (8.270 pts).</p>
<p style="text-align: justify;">Todos os 3 tenistas que ainda podem roubar o lugar ao espanhol terão nos quartos-de-final verdadeiros testes ao mérito da presença no ATP World Finals. Soderling defronta Djokovic (nº4), Tsonga defronta Nadal (nº2) e Gonzalez defronta Del Potro (5º).</p>
<p style="text-align: justify;">Qualquer um deles precisa da final, que serve para ultrapassar Verdasco na classificação, mas poderá não ser suficiente para a qualificação. Poderá haver uma final entre Soderling ou Tsonga (só um deles poderá estar na final, já que no quadro cruzam-se nas &#8220;meias&#8221;) com Gonzalez, no que se transformará num duelo pela qualificação.</p>
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		<title>Roland Garros: Final histórica</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Jun 2009 21:48:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Santos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Roger Federer conseguiu, finalmente, vencer em Roland Garros. Depois de um par de anos em que vinha cedendo no encontro decisivo para Rafael Nadal, o suiço aproveitou a eliminação precoce do espanhol frente a Robin Soderling, o seu opositor na final de hoje. O caminho do suiço não foi fácil, no entanto, o actual nº [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_2263" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-2263" title="rr-federer-foto-afp" src="http://internacional.lusotenis.com/wp-content/uploads/2009/06/rr-federer-foto-afp-300x155.jpg" alt="Federer...finalmente em Roland Garros - Foto AFP" width="300" height="155" /><p class="wp-caption-text">Federer...finalmente em Roland Garros - Foto AFP</p></div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Roger Federer</strong> conseguiu, finalmente, vencer em Roland Garros. Depois de um par de anos em que vinha cedendo no encontro decisivo para Rafael Nadal, o suiço aproveitou a eliminação precoce do espanhol frente a Robin Soderling, o seu opositor na final de hoje. O caminho do suiço não foi fácil, no entanto, o actual nº 2 ATP fez por merecer o seu histórico triunfo, graças a um ténis suficientemente evoluido para ultrapassar os obstáculos que entretanto foi vencendo, a caminho da grande final. Três parciais (6/1; 7/6(1) e 6/4),  garantiram ao suiço entrar no clube dos cinco tenistas na história da modalidade que venceram os quatro torneios do grand slam. &#8220;Sangue&#8221;, suor e lágrimas foi a receita para uma final que o suiço liderou em todos os capítulos do encontro. Se Soderling valorizou a final de hoje, o suiço graças ao seu ténis não permitiu que o sueco &#8220;entrasse&#8221; no encontro.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A receita de Federer para vencer a final em Roland Garros, foi ao fim ao cabo, a estratégia que vinha praticando face aos seus mais respectivos obstáculos a caminho da final. Um serviço explêndido complementado pela sua diversidade de direitas (o seu amortie incluido), não deu qualquer hipótese a Soderling. Por sua vez, o actual nº 25 ATP sentiu o momento, prova disso foi a inexistência dos seus &#8220;winners&#8221; ao longo da final, pelo menos em quantidade que fizesse mossa no antigo nº 1 mundial.</p>
<p style="text-align: justify;">No 1º set, Federer quebrou o serviço de Soderling por 3 ocasiões &#8211; 1º, 3º e 7º jogo do parcial resumindo o set a um 6/1 em 23 minutos. Percebeu-se que Federer sentia-se como &#8220;peixe na água&#8221;, e o 2º set foi o  momento decisivo da final. Soderling manteve o seu &#8220;saque&#8221;, ainda que Federer mantivesse a sua enorme regularidade no 1º serviço. No tie-break, o antigo nº 1 mundial mostrou o seu grande carácter &#8211; 4 &#8220;Aces&#8221; e um amortie sentenciou o desempate vencendo por 7/1.</p>
<p style="text-align: justify;">Percebia-se que Soderling estava algo inconfortável face ao jogo de Federer, muito perto de atingir a perfeição no seu nível de jogo. O suiço geriu a final à sua maneira, e depois de ter &#8220;brekado&#8221; o sueco logo no jogo de entrada do terceiro parcial, manteve o seu &#8220;saque&#8221; ,suficiente para fechar o set e o encontro (6/4). As estatísticas mostram essa superioridade &#8211; 66% a percentagem do 1º serviço, 16 &#8220;Aces&#8221;, 41 winners e 24 erros não forçados. Aproveitou 4 em 6 break-points, não cedendo o seu serviço ao longo desta final &#8211; 0/2, um deles cedido a *5/4 no 3º set. Por outro lado, Soderling &#8220;apenas&#8221; conseguiu 25 winners contra 22 erros não forçados. O seu 1º serviço não foi tão efectivo (60%), conseguindo apenas 2 &#8220;Aces&#8221;, uma ferramente essencial no seu jogo.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de ter perdido as finais de 2006, 2007 e 2008, sempre para R. Nadal, o suiço venceu o seu 14º grand slam, igualando a marca de Pete Sampras, e somando o seu 59º título no circuito profissional. Mais do que um título, certamente o sonho realizado pelo suiço. Pelo outro lado, Soderling registou um grande torneio, sendo interessante o que irá conseguir nos próximos tempos.</p>
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		<title>Roland Garros: S. Kuznetsova vence em Paris</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Jun 2009 14:45:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Santos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A russa S. Kuznetsova venceu, esta tarde, o seu 2º título do grand slam à custa da nº 1 do mundo, D. Safina. A CS nº 7 superiorizou-se à sua compatriota em dois sets pelos parciais de 6/4 e 6/2, numa final que teve a duração de 1 h 14 m. Com esta vitória, Svetlana [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A russa <strong>S. Kuznetsova</strong> venceu, esta tarde, o seu 2º título do grand slam à custa da nº 1 do mundo, D. Safina. A CS nº 7 superiorizou-se à sua compatriota em dois sets pelos parciais de 6/4 e 6/2, numa final que teve a duração de 1 h 14 m. Com esta vitória, Svetlana irá subir ao 5º posto do ranking WTA. <span style="color: #c0c0c0;"><span style="color: #000000;">Não se pode dizer que tenha sido uma grande final. Safina sentiu o momento &#8211; recorde-se que a nº 1 mundial nunca venceu um dos torneios do grand slam, já Kuznetsova exibiu um ténis muito positivo aproveitando de certa forma o &#8220;desiquilibrio mental&#8221; da sua opositora. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #c0c0c0;"><span style="color: #000000;">Era uma final muito esperada pela crítica &#8211; por um lado, Dinara Safina poderia escrever o seu nome no quadro de honra de um torneio do grand slam, e simultaneamente &#8220;calar&#8221; os criticos que a atacam por ser uma nº 1 mundial sem esse requisito preenchido no seu curriculum, por outro, Svetlana Kuznetsova que tentava aqui resgatar uma nova fase da sua carreira. Com duas finais jogadas em menos de dois meses na terra batida &#8211; Estugarda e Roma com uma vitória para cada lado, joga-se em Roland Garros uma espécie de tira-teimas. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #c0c0c0;"><span style="color: #000000;">O primeiro set começou sob o signo de alguma tensão de parte a parte &#8211; com dois breaks no ínicio do encontro (um para cada lado), a final seguiu com Kuznetsova a não sentir tanto o momento como a sua opositora. No oitavo jogo do primeiro set, Kuznetsova &#8220;brekou&#8221; Safina, e tinha a oportunidade de fechar o set no seu saque (*5/3). Nesse momento, Safina reagiu, conseguiu o contra-break mas logo a seguir perdeu o seu &#8220;saque&#8221;, perdendo simultaneamente o set inaugural (4/6), em 39 minutos. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #c0c0c0;"><span style="color: #000000;">Safina tentava manter-se á tona, não com um ténis racional mas com o coração. Tal desiderato viria a ser fatal para a nº 1 mundial que esteve uns furos abaixo daquilo que é normal. Já Kuznetsova sentindo que a sua compatriota não estava a responder afirmativamente, tentou abrir trajectórias que proporcionasse à sua opositora um maior desgaste quer fisico quer mental. O 2º parcial desenrolou-se com as mesmas caracteristicas, Kuznetsova variava muito as suas trocas de bola de fundo do court, não propiciando o ténis mais agressivo de Safina, e assim comandando esta final. O set teve a duração de 35 minutos e o parcial de 6/2. Com breaks no 5º e 8º jogo, Kuznetsova sentenciou esta final vencendo pela primeira vez em Roland Garros. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #c0c0c0;"><span style="color: #000000;">Nas estatisticas realce para o primeiro saque que não foi efectivo por parte de Safina &#8211; apenas 61%, e desse número apenas venceu 53% contra 32% no 2º serviço. Já Kuznetsova &#8220;meteu&#8221; 78% no 1º serviço, dos quais venceu 67% e 33% no 1º e 2º saque respectivamente. Nos break-points, Safina converteu 2/4 enquanto Kuznetsova aproveitou 5 em 7 oportunidades conseguidas. Destaque ainda no &#8220;item&#8221; dos winners, no qual Kuznetsova levou ligeira superioridade (12/11), e nos erros não forçados, aspecto do jogo que registou um empate (22 para cada lado). Em suma, a chave da final esteve no aspecto mental &#8211; Kuznetsova tinha a possibilidade de vencer o seu 2º major, já Safina não só perdeu a sua 3ª final de um grand slam, como ainda não venceu qualquer set nessas finais.<br />
</span></span></p>
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		<title>Roland Garros: Antevisão meias-finais masculinas</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 22:56:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Santos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os finalistas da edição 2009 de Roland Garros vão ser conhecidos depois de dois embates com cortornos bem diferentes. Na primeira meia-final, Robin Soderling e Fernando Gonzalez batem-se por um lugar na final, fase da prova que defrontarão o vencedor do duelo Federer/ Del Potro.Veremos se Soderling confirma-se como a grande surpresa da prova &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os finalistas da edição 2009 de Roland Garros vão ser conhecidos depois de dois embates com cortornos bem diferentes. Na primeira meia-final, Robin Soderling e Fernando Gonzalez batem-se por um lugar na final, fase da prova que defrontarão o vencedor do duelo Federer/ Del Potro.Veremos se Soderling confirma-se como a grande surpresa da prova &#8211; estatuto que alcançou com a vitória frente a Nadal, enquanto Gonzalez procura concluir uma caminhada mais sóbria. No outro embate, Federer parte como favorito mas atenção a Del Potro que continua a consolidar a sua entrada no top-5 mundial.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #000080;">R. Soderling (23) vs F. Gonzalez (12)</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Robin Soderling</strong> é sem dúvida uma das figuras de Roland Garros 2009. O sueco está a jogar um ténis íncrível alicerçado numa confiança extrema, o que não será alheio o trajecto até esta meia-final. O nórdico começou por despachar dois norte-americanos &#8211; K. Kim e D. Istomin, sempre em dois sets. A partir desse momento sempre em ascendente. Primeiro, despachando D. Ferrer, a seguir a fantástica vitória frente a R. Nadal (1ª CS), e finalmente o  &#8220;triunfo&#8221; face ao russo N. Davydenko. Os dois primeiros em 4 sets, Davydenko em três sets apenas (6/1; 6/3 e 6/1). Já <strong>Fernando</strong> <strong>Gonzalez</strong> registou um percurso em que apenas perdeu um set e para A. Murray. Em três sets bateu de forma consecutiva J. Vanek, Rui Machado, o wild-card francês J. Ouanna e V. Hanescu; em quatro sets o escocês Andy Murray. No confronto directo, o sul-americano leva a melhor &#8211; 4 vitórias contra 3 derrotas. Em pó-de-tijolo encontraram-se duas vezes, vencendo sempre Gonzalez &#8211; primeiro em Monte Carlo (2006), depois na Taça do Mundo de equipas em Dusseldorf (2007). De realçar que o primeiro duelo foi abandonado por Soderling quando o resultado se encontrava em 6/2 e 3/1.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #000080;">R. Federer (2) vs Del Potro (5)</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><span style="color: #000000;">A segunda meia-final coloca frente-a-frente o CS nº 2, <strong>Roger Federer</strong> e o 5º pré-designado, <strong>J. M. Del Potro</strong>. O primeiro parte como favorito, até porque nos confrontos directos venceu os 5 encontros registados no circuito profissional. Curiosamente, apenas um desses encontros em terra batida, e no recente Masters 1000 de Madrid &#8211; 6/3 e 6/4 nas meias-finais da prova. Além do confronto directo, Federer encontra-se a duas vitórias de fazer história &#8211; &#8220;resgatar&#8221; o Grand Slam Carreer&#8221; ou seja deter os quatro torneios do grand slam. Federer poderá aproveitar o facto de &#8220;Rafa&#8221; Nadal já ter sido eliminado, no entanto nada está garantido. O caminho do suiço não foi propriamente fácil &#8211; venceu A. Martin (três sets), mas a patir daí as dificuldades aumentaram &#8211; na 2ª e 3ª ronda perdeu um set para Acasuso e P. H.Mathieu, para nos oitavos-de-final vencer em 5 sets frente a T. Haas &#8211; este último venceu os dois primeiros sets. Nos quartos-de-final venceu G. Monfils (11º CS) aproveitando de certa forma a &#8220;deficiente&#8221; capacidade física do francês. Já o argentino perdeu apenas 1 set até ao momento &#8211; iniciou o seu trajecto em Roland Garros frente a M. Llodra, V. Troicki e I. Andreev (todos eles despachados em 3 sets), perdendo apenas um set para J. W. Tsonga. Nos quartos-de-final voltou aos seus encontros em 3 sets despachando T. Robredo &#8211; a última esperança da &#8220;armada espanhola&#8221;. Um encontro que está a suscitar enorme interesse &#8211; por um lado a forma ascendente como Del Potro tem evoluido na sua carreira, por outro Federer, que tem em Paris, quem sabe, a última oportunidade de vencer em Roland Garros. </span><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		<title>Roland Garros: Resumo dia 12</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 16:50:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Santos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dinara Safina e Svetlana Kuznetsova são as finalistas da edição 2009 do grand slam parisiense. A primeira levou de vencida a eslovaca Dominika Cibulkova (6/3 e 6/3), a 7ª CS venceu a australiana Samantha Stosur em três parciais (6/4; 6/7 e 6/3). Assim, enquanto Kuznetsova procura em Paris o seu 2º torneio do grand slam, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Dinara Safina</strong> e <strong>Svetlana Kuznetsova</strong> são as finalistas da edição 2009 do grand slam parisiense. A primeira levou de vencida a eslovaca Dominika Cibulkova (6/3 e 6/3), a 7ª CS venceu a australiana Samantha Stosur em três parciais (6/4; 6/7 e 6/3). <span style="color: #888888;"><span style="color: #000000;">Assim, enquanto Kuznetsova procura em Paris o seu 2º torneio do grand slam, Safina que ostenta a posição nº 1 WTA, tenta estrear-se numa vitória com essas caracteristicas. Resumidamente as grandes favoritas passaram à final, sendo no entanto de registar os excelentes percursos no torneio de D. Cibulkova e S. Stosur.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><span style="color: #000000;"> Sábado, Paris será palco de mais uma final entre russas num grande evento tenistico. Desta vez, <strong>Dinara Safina</strong> &#8211; repete a final de 2008 &#8211; e <strong>Svetlana Kuznetsova</strong> volta à final em Roland Garros depois de 2006 &#8211; encontram-se na final do segundo torneio do grand slam do presente ano. Quer num caso quer no outro, a nº 1 mundial e a 7ª CS confirmaram o estatuto de favoritas, vencendo D. Cibulkova e S. Stosur, respectivamente. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><span style="color: #000000;">Na primeira meia-final, <strong>Safina</strong> venceu em dois parciais a sua opositora (duplo 6/3). Ainda assim a eslovaca entrou mais consistente no encontro chegando a uma vantagem inicial de 2/0. Com Safina a pouco e pouco a subir de rendimento no encontro, Cibulkova começou a ter dificuldades no ténis raçudo da actual nº 1 mundial. Como era de esperar a russa foi mais efectiva, conseguindo impôr o seu ritmo no encontro. Se no caso dos erros não forçados houve um equilibrio (24/21), a russa conseguiu mais winners (24/11). Além disso, a eslovaca apenas no ínicio do encontro conseguiu &#8220;brekar&#8221; a sua opositora em 8 oportunidades, enquanto Safina respondeu com 50% de eficácia na conversão de break-points (4 em 8). </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><span style="color: #000000;">A segunda meia-final foi bem repartida. <strong>Kuznetsova</strong> confirmou as boas indicações que tem presenteado as suas últimas exibições, enquanto Stosur mostrou não ser por acaso que chegou à meia-final de um torneio do grand slam, pela primeira vez na sua carreira. O set inicial &#8220;caiu&#8221; para a russa que ainda assim venceu por 6/4. Com o 2º set a ser decisivo para Stosur, esta conseguiu impôr-se no tie-break (7/5), adiando para o 3º set a decisão do encontro. No 6º jogo, Kuznetsova &#8220;brekou&#8221; a sua opositora, conseguindo uma vantagem que viria a ser decisiva (4/2). Pese o 3o/30 no serviço da russa, esta conseguiu confirmar o break, e depois de ter perdido um jogo no serviço da australiana, a 7ª CS fechou o encontro em 2 h 25 m. Nas estatisticas ,os erros não forçados foi o &#8220;item&#8221; decisivo para a vitória no encontro (22 para a russa, 32 para Stosur). Já nos &#8220;winners&#8221; imperou o equilibrio (34/31), enquanto os break-points convertidos foi também uma das chaves do encontro: 5/6 para Kuznetsova, 3/8 para a australiana.<br />
</span></span></p>
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