‘haas’
Wimbledon: Dia 11 – Roddick intromete-se em final esperada
Publicado por Bruno Santos em Notícias às Julho 3rd, 2009
“Come On”. Esta foi uma das palavras mais ouvidas no Court Central de All England Club. Quatro tenistas em grande forma esgrimiam argumentos com o objectivo de chegar à final mais esperada no planeta ténis. Com dois deles a procurarem repetir tal feito – Federer e Roddick (curiosamente discutiram duas finais na relva londrina) – os restantes procuravam singular feito nas suas diferentes carreiras. Murray desiludiu os britânicos, Haas foi ultrapassado pelo suiço que tenta vencer o torneio pela sexta vez na sua carreira.
(2) R. Federer vs (24) T. Haas (estatísticas do encontro)
O encontro entre o actual nº2 mundial e o 24º pré-designado inaugurava a tarde reservada às meias-finais masculinas. O suiço procurava a 7ª final consecutiva na relva londrina – as primeiras cinco venceu as respectivas finais, a última discutida em 2008 perdeu para Rafael Nadal. Por seu turno, Tommy Haas tentava chegar à sua primeira final em Londres, ele que conta com 31 anos actualmente. Com dois trajectos intratáveis, os dois reeditavam a 4ª ronda da presente temporada do torneio de Roland Garros, um encontro íncrivel que o alemão chegou a estar a vencer por dois sets a zero, mas que Federer conseguiu “remontar”. Em 2 horas e 2 minutos, Federer venceu o germânico em três sets (7/6; 7/5 e 6/3). O suiço não deu espaço ao ascendente do seu opositor, tal como na terra batida do “Philippe Chatrier”. Uma vez mais, o suiço esteve imperial no seu serviço – 11 “aces”, 1 dupla falta, 7 pontos perdidos no seu 1º serviço, 4 no seu 2º saque são números impressionantes. Além disso, não concedeu qualquer oportunidade de break ao alemão, além de conseguir 49 pontos ganhantes contra 15 erros não forçados. A estes impressionantes e significativos números, o suiço converteu 2 quebras de serviço em dois break-points, para além de vencer 88% dos pontos ganhos nas subidas à rede (38/43). Haas, se é verdade que protagonizou um torneio fantástico – recorde-se que eliminou Novak Djokovic na ronda anterior – foi completamente “abafado” pela exibição de Federer. O alemão esteve bem longe da “perfomance” do suiço, sendo visivel a incapacidade de incomodar a estratégia de Federer – 28 winners contra 31 erros não forçados é sintomático. Circunstância que saltou à vista foi a impotência que Haas encontrou em opor-se ao “passing-shots” do suiço – nas 37 vezes que subiu à rede por apenas 21 conseguiu converter em pontos ganhos. Se o seu 1º saque apresentou números bem válidos – 74% de pontos ganhos, o seu 2º serviço não foi tão eficaz (45% pontos vencidos). Mais uma grande prestação do suiço que, recorde-se, se vencer a final de domingo recupera o estatuto de nº 1 mundial.
(6)A. Roddick vs (4) A. Murray (estatisticas do encontro)
Roger Federer já estava na final de domingo. O público ,agora, esperava por uma vitória de Andy Murray para “coroar” uma edição de Wimbledon coberta de curiosidades, ausências (Nadal a mais visivel), mas também de grande espectáculo. Por falar em ténis de grande nível, Andy Murray e Andy Roddick foram dois dos grandes animadores da última semana e meia com perfomances muito elevadas. O escocês a atravessar um grande momento na sua carreira enfrentava Roddick que vem demonstrando nas últimas semanas estar de volta com o seu excelente ténis. Pese o apoio do público, o norte-americano venceu em 4 sets (6/4; 4/6; 7/6 e 7/6) em 3 horas e 7 minutos. Roddick pareceu algo incrédulo no fim da partida, mas pensamos não ser exagerado dizer que face à sua prestação não foi nada surpreendente. Com 21 aces e 64 “winners”, o americano marcou uma posição importante no encontro, sendo importante os 24 erros não forçados (número razoável). Com 77 e 51% de pontos ganhos no 1º e 2º saque, respectivamente, Roddick conseguiu “romper” o serviço do seu opositor por 2 ocasiões em 5 oportunidades. Em suma, Roddick acreditou e foi importantissimo o seu forte e poderoso serviço, enquanto isso, Murray destacava-se pelo seu ténis mais versátil, mais elaborado. Com mais “winners” (76), e menos erros não forçados (20), o escocês conseguiu 25 “aces”, um número superior ao seu rival. O encontro foi decidido em pormenores, e o 3º e 4º parcial, podiam ter caído para um ou outro lado. Não podiam vencer os dois, Roddick venceu 143 pontos, enquanto Murray saiu vitorioso em 141 ocasiões. O escocês sentiu a pressão, principalmente no 4º parcial onde jogava o tudo ou nada. Ainda recuperou um “mini-break”, mas acabou por ceder o desempate por 7/5.
A Final
“Será que não há duas sem três”? Se assim for, Roger Federer vencerá a final do próximo domingo. Recorde-se que Federer venceu Roddick nas finais de 2004 e 2005. Mais do que essas vitórias, Federer comanda o “mano-a-mano” com o 6º CS, apresentando um parcial de 18 vitórias e 2 derrotas. O suiço tenta a histórica marca de 15 títulos do Grand Slam, já o norte-americano tenta vencer o seu 2º “major” – depois do US Open 2003. No entanto, o suiço tem muito mais em jogo – tenta recuperar o lugar de nº 1 mundial (depois de o ter perdido em Agosto de 2008), o seu 6º titulo em Wimbledon, e ainda o seu 3º título do ano – depois do ATP 1000 de Madrid e Roland Garros. Já, Roddick , tenta “juntar” o caneco de All England Club”, ao seu único título de 2009 – ATP Menphis. Os dois atravessam um excelente momento, sendo de esperar um encontro fabuloso.
Wimbledon: Dia 9 – O “dia” do court 1 de All England Club
Publicado por Bruno Santos em Notícias às Julho 2nd, 2009
O 9º dia de competição reservava grandes “duelos”, encontros que dava ingresso ao “Clube dos quatro”, ou seja, os semi-finalistas da edição 2009 do torneio mais emblemático do mundo. Os britânicos “puxavam” por Andy Murray, o suiço Roger Federer tentava não perder o “comboio” do posto de nº 1 mundial, já Tommy Haas, Andy Roddick e Lleyton Hewitt tentavam “ressuscitar” pelos menos os seus grandes resultados em torneios do Grand Slam. O perdedor do dia, esse foi Novak Djokovic – não só disse adeus ao seu possivel segundo título do Grand Slam, como viu ainda esgotar-se em grande parte as suas hipóteses (remotas é certo) de subir no ranking mundial.
Muito provavelmente, nunca o Court nº 1 de Wimbledon, esteve tão coberto de expectativa como nesta jornada. O espectáculo era garantido, e se é verdade que no Court central Federer e Murray tentavam o seu “bilhete” para as semi-finais, os “duelos” no court secundário eram espectáveis de emoção, grande equilibrio, dramatismo e grande nível ténistico. Mas, vamos por partes. Roger Federer defrontava o gigante Ivo Karlovic – o suiço partia como grande favorito, o croata tentava vencer o suiço pela segunda vez na sua carreira. No entanto, o suiço está a exibir-se a um nível elevadissimo, tendo necessitado de 1 h 42 m para garantir a presença nas “meias” – ao cabo de três sets (6/3; 7/5 e 7/6), logrou a sua 21ª presença consecutiva em meias-finais de eventos do Grand Slam. O croata chegava a este encontro sem ceder o seu serviço, e só na primeira ronda enfrentou tie-breaks (vs L. Lacko). Duas “quebras de serviço – no 4º e 11º jogo do 1º e 2º set – foram suficientes para o suiço chegar à vantagem de dois sets a zero, fechando o encontro com dois “mini-breaks” no tie-break do terceiro parcial.
Agora nas meias-finais terá como opositor Tommy Haas. O germânico venceu o sérvio Novak Djokovic em quatro parciais (7/5; 7/6; 4/6 e 6/3). Com estratégias bem diferentes na abordagem ao encontro, o alemão colheu os frutos de um ténis muito agressivo no qual a subida à rede era uma das suas principais armas. Pelo outro lado, “Nole” tentava com os seus “amorties” chamar Haas à rede, para desferir do fundo do court os seus passing-shots – ora cruzados, ora às linhas. Com esta vitória, o alemão tenta chegar à final do torneio de Wimbledon. No histórico frente a Federer, o alemão venceu 2 encontros (o último dos quais em…2002 no Austrália Open). De recordar que o encontro será uma reedição da 3ª ronda de Roland Garros deste ano, um encontro em que Haas esteve a vencer por dois sets a zero mas permitiu a reviravolta ao suiço.
A outra meia-final
Andy Murray continua a fazer sonhar os “britânicos”, e mais que os resultados em si, o escocês dá mostra de um “estofo” mental sólido e imperturbável. O único espanhol ainda em prova, curiosamente, o “wild-card” Juan Carlos Ferrero, não esteve à altura do tenista natural de Dunblane, cedendo o encontro em três parciais (7/5; 6/3 e 6/2). O escocês, terá no entanto, o seu grande “teste” antes da “possivel” final frente a Andy Roddick. O norte-americano está a exibir-se a grande altura. Hoje, teve pela sua frente Lleyton Hewitt. Num encontro entre dois ex: nº 1 mundiais, repetia-se o “duelo” de Queen´s, repetindo-se a vitória do americano. Porém, Roddick teve muito que suar, disputando cinco sets para garantir a passagem à seguinte ronda da prova. Com os parciais de 6/3; 6/7; 7/6; 4/6 e 6/4, o norte-americano venceu o australiano, que deixou tudo o que tinha e não tinha na relva londrina.
As estatisticas do jogo da jornada (Roddick vs Hewitt)
Em termos de estilo de jogo, dois competidores com concepções diferentes de ténis. Roddick faz do seu serviço uma das suas principais armas, já o australiano faz da sua capacidade e solidez do jogo de fundo do court a sua principal característica. Pese esse facto, o norte-americano esteve bastante bem, de resto, a sua “imagem” de marca em Wimbledon este ano – sóbrio, bastante competente, o 6º CS esteve muito sólido em todos os capítulos de jogo. Roddick conseguiu “meter” 73% o seu primeiro serviço, vencendo 74 e 61% respectivamente no 1º e 2º saque. Com 43 “ases” e 4 duplas-faltas, o norte-americano esteve igualmente bem no equilibrio “winners”/erros não forçados (78/30). Quanto à conversão de break-points, Roddick conseguiu “romper” o seu adversário por 4 vezes em 15 oportunidades. Já, Hewitt não foi tão eficaz no seu serviço, pese os 21 aces conseguidos, marca bem interessante para o antigo nº 1 mundial. Com 59% de 1º serviços, o australiano converteu 76 e 49% dos pontos discutidos no 1º e 2º serviço. Com 62 winners e 42 erros não forçados, o australiano conseguiu ainda “brekar” Roddick por 3 ocasiões em 8 oportunidades. Nas 47 ocasiões em que subiu à rede venceu 29 pontos. Em resumo, o norte.americano esteve melhor em todos os capítulos de jogo, confirmando o bom momento que atravessa. Certamente, uma meia-final “explosiva” frente a Andy Murray.
ATP Halle: Haas na final frente a “Nole”
Publicado por Bruno Santos em Notícias às Junho 13th, 2009
Novak Djokovic e Tommy Haas discutem este domingo a vitória do torneio de Halle na Alemanha. O actual nº 3 do mundo venceu o belga Oliver Rochus, o alemão a jogar em casa despachou o também gêrmanico Philippe Kohlschreiber. Djokovic tenta chegar ao seu 3º título em 2009 – venceu no Dubai e Belgrado, o alemão tenta o seu 12º título absoluto e o primeiro na presente temporada.
O actual nº 3 do mundo venceu o belga Oliver Rochus pelos parciais de 7/6 e 6/4 num encontro que teve a duração de 1 h 55 m. Curiosamente, num embate em que o “qualifyer” belga tinha ganho os dois encontros prévios frente ao sérvio – ambos em 2005, a contar para a Taça Davis e ainda para o torneio de Lyon disputado em carpete ; o sérvio desta vez fez notar o seu estatuto de 1º e único cabeça-de-série ainda em prova. No primeiro parcial, “Nole” ainda brekou o serviço do belga, mas este último recuperou o rompimento do seu serviço remetendo para o tie-break a decisão do parcial. Aí, Djokovic venceu por 9/7, pese a réplica do belga. No 2º set, Djokovic conseguiu manter o break conseguido fechar a meia-final por 6/4.
Na outra meia-final, Haas e Kohlschreiber protagonizavam um encontro entre alemães. O mais jovem dos alemães venceu o set inicial (6/2), frente a um Haas muito combativo, aliás, a imagem de marca do actual nº 41 ATP que conta com 31 anos. No entanto, nos sets seguintes Haas deu a volta ao marcador (em dois tie-breaks). Primeiro por um 7/5, segundo por um 7/3. De salientar, que Haas no 3º parcial chegou a ter um break abaixo, no entanto recuperou ainda a tempo de remeter para o tie-break a decisão do set.
No mano-a-mano, Djokovic conta com duas vitórias frente a Haas. Primeiro na edição 2006 de Roland Garros (7/5; 6/1 e 7/6), o segundo embate já em 2009, no ATP Masters 1000 de Indian Wells – 6/2 e 7/6. De recordar que o alemão em Roland Garros perdeu com Roger Federer, apenas em 5 sets depois de ter vencido os dois sets iniciais, na 4ª ronda do Grand Slam francês.
ATP 250 Halle: Meias-finais conhecidas
Publicado por Bruno Santos em Notícias às Junho 12th, 2009
No torneio germânico de Halle, evento de categoria 250 do World Tour 2009, já são conhecidos os semi-finalistas. O principal favorito ao título, N. Djokovic venceu o austrìaco J. Melzer. Curiosamente, o único pré-designado para além de Djokovic presente no quadro, perdeu frente ao sérvio em dois parciais (1/6 e 4/6). Agora, “Nole” irá defrontar nas meias-finais o belga O. Rochus (nº 136 ATP) – vencedor do encontro face a B. Becker – 6/7; 6/3 e 6/3. A outra meia-final será jogada entre dois alemães – P. Kohlschreiber (nº 24 ATP) e T. Haas (nº 41 do mundo). O primeiro venceu A. Beck, o segundo saiu vitorioso face a M. Zverev – outro germânico presente nos quartos-de-final.
Roland Garros: Resumo dia 9
Publicado por Bruno Santos em Notícias às Junho 1st, 2009
Mais uma jornada de grande emotividade, drama e peripécias em Paris! Depois das eliminações de N. Djokovic (Sábado) e de Nadal (ontem), Paris estava em “sobresalto”. Após o “furacão” Soderling – que deixou o planeta ténis em estado de sítio – após a sua vitória frente ao actual nº 1 mundial, Rafael Nadal – parecia que a cidade luz iria ser “fustigada” pelo “ciclone” Haas, depois deste último ter vencido os primeiros dois sets frente a Federer. Este último ainda recuperou, vamos ver se suficiente para fazer história em Roland Garros. Del Potro, Robredo e G. Monfils “carimbaram” igualmente a passagem aos quartos-de-final. No sector femenino destaque para a romena S. Cirstea que “empurrou” para fora de Roland Garros, Jelena Jankovic enquanto que as favoritas S. Williams e S. Kuznetsova continuam em prova.
Quadro Masculino
Contagiado ou não pelo desaire da véspera de R. Nadal, o suiço R. Federer viveu uma tarde que certamente nunca mais se irá esquecer em Paris. Com uma oportunidade, quiça única, de levantar o “troféu” em Roland Garros, o suiço quase que desperdiçava essa chance, esta tarde frente ao veterano alemão T. Haas. Após ter perdido os dois primeiros sets, o antigo nº 1 mundial teve arte e engenho para virar um encontro que não lhe estava a correr nada bem. Com cerca de 2 horas de jogo, o suiço perdia por 6/7 e 5/7, quando no 3º parcial “cedeu” um break-point ao seu opositor quando o set se encontrava em 4 igual. Foi quando o “alarme” soou, Federer arregaçou as mangas e “levantou-se” num encontro íncrivel. Haas, ajudava o suiço no capítulo do serviço, algo que o suiço aproveitou de forma cirúrgica. Com os parciais de 6/7; 5/7; 6/4; 6/0 e 6/2, o suiço garantiu a presença nos quartos-de-final, fase da prova que terá um osso bem duro de roer, G. Monfils. O francês venceu A. Roddick em três sets (6/4; 6/2 e 6/3), num encontro que já terminou para além das 21 h 30 em Paris. Aliás, o norte-americano ainda tentou “adiar” para amanhã o encontro, mas o árbitro do embate considerou ainda haver luz natural que proporcionasse a conlusão do confronto. Monfils conseguiu uma vitória saborosa para gaudio do público francês, que enchia o “Suzanne Lenglen”. O outro francês em prova, Jo W. Tsonga não conseguiu a mesma “proeza” devido ao melhor ténis de Del Potro -venceu o sul-americano por 6/1; 6/7; 6/1 e 6/4. O outro quarto-finalista encontrado hoje, foi o espanhol T. Robredo que “mandou” para casa o alemão P. Kohlscreiber pelos parciais de 6/4; 5/7; 7/6 e 6/2.
Quadro Feminino
O torneio feminino não foi tão “explosivo”. Ainda assim, a romena S. Cirstea – ela que esteve no Estoril Open, torneio que foi eliminada pela futura vencedora – Y. Wickmayer – venceu a sérvia J. Jankovic na surpresa do dia. A actual nº 41 WTA venceu pelos parciais de 3/6; 6/0(!) e 9/7 e marcou dessa forma presença nos quatros-de-final. Agora terá como opositora outra outsider- a australiana S. Stosur. A australiana venceu a “anfitriã” A. Razzano para desgosto do público parisiense. Os parciais demonstram grande superioridade da tenista do país dos cangurús (6/1 e 6/2). Nos outros dois oitavos-de-final do dia, S. Williams (CS nº 2) e S. Kuznetsova (CS nº 7) confirmaram o seu estatuto – a norte-americana vencendo a canadiana A. Wozniacki (6/1 e 6/2), e russa confirmando o bom momento que atravessa (6/4; 1/6 e 6/1), perante a polaca A. Radwanska.
Federer escapa por pouco a Haas
Ainda sem recuperar da eliminação de Rafael Nadal, o Philippe Chatrier quase que assistiu a nova derrota inesperada no torneio. Tommy Haas esteve perto de eliminar Roger Federer em 3 sets, mas o suíço deu a volta ao encontro e apurou-se para os quartos-de-final por 6-7(4), 5-7, 6-4, 6-0 e 6-2.
No terceiro parcial, Haas ainda dispôs de um ‘break point’ para ficar a servir para fechar encontro. A exemplo dos momentos mais importantes do encontro, claudicou e permitiu pouco depois a vitória de Federer no set. Nos últimos dois parciais, não houve muita história com o suíço a vencer 12 dos 14 jogos.
Federer espera agora pelo desenrolar do encontro entre o francês Gael Monfils e norte-americano Andy Roddick para conhecer o adversário dos quartos-de-final.
