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	<title>Luso Ténis Internacional &#187; grand slam</title>
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		<title>Austrália Open: On Court III</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 21:51:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Santos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Australia Open]]></category>
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		<description><![CDATA[A primeira jornada do Austrália Open ficou marcada pelo aparecimento de chuva em Melbourne Park. Como se sabe, os dois principais palcos do primeiro Grand Slam de 2010 possui tecto amovivel, pelo que a jornada não foi  totalmente afectada. No entanto, sabe-se como é importante os courts secundários nesta primeira semana de competição. Ao todo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_4281" class="wp-caption aligncenter" style="width: 347px"><a rel="attachment wp-att-4281" href="http://internacional.lusotenis.com/2010/01/18/australia-open-on-court-iii/australia-open-ass-press/"><img class="size-full wp-image-4281" title="Australia Open - ass press" src="http://internacional.lusotenis.com/wp-content/uploads/2010/01/Australia-Open-ass-press.jpg" alt="" width="337" height="449" /></a><p class="wp-caption-text">A chuva apareceu em Melbourne Park (Associated Press)</p></div>
<p style="text-align: justify;">A primeira jornada do Austrália Open ficou marcada pelo aparecimento de chuva em Melbourne Park. Como se sabe, os dois principais palcos do primeiro Grand Slam de 2010 possui tecto amovivel, pelo que a jornada não foi  totalmente afectada. No entanto, sabe-se como é importante os courts secundários nesta primeira semana de competição. Ao todo, foram 26 encontros cancelados (11 no quadro masculino, 15 no torneio feminino). Entre esses encontros, destaca-se os duelos entre J. Jankovic e M. Niculescu (no Margaret Court Arena) e o duelo entre M. Cilic e F. Santoro (este último quando o croata vencia por 7/5 e 4/2 no Court 3).</p>
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		<title>Wimbledon:Dia 13 &#8211; Uma final épica com júbilo do campeão</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 22:49:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Santos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[federer]]></category>
		<category><![CDATA[grand slam]]></category>
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		<description><![CDATA[Mais um dia histórico na íncrível carreira de Roger Federer! O suiço &#8220;carimbou&#8221; o seu 15ºtítulo de um torneio do Grand Slam, e se até aqui era considerado por muitos o melhor tenista de todos os tempos, com esta marca torna-se imortal no &#8220;planeta ténis&#8221;. Os números de Federer são incriveis: jogava esta tarde a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Mais um dia histórico na íncrível carreira de Roger Federer! O suiço &#8220;carimbou&#8221; o seu 15ºtítulo de um torneio do Grand Slam, e se até aqui era considerado por muitos o melhor tenista de todos os tempos, com esta marca torna-se imortal no &#8220;planeta ténis&#8221;. Os números de Federer são incriveis: jogava esta tarde a sua 7ª final consecutiva em Wimbledon, competia na sua 16ª final de um &#8220;Major&#8221; dos últimos 17 eventos dessa categoria, &#8220;carimbava&#8221; no All England Club a sua 20ª final em torneios do Grand Slam, tentava vencer o seu 60º troféu ATP, e entre outras curiosidades tentava ser o 4º tenista a vencer na mesma temporada o torneio de Roland Garros e Wimbledon, na era open.</p>
<p style="text-align: justify;">Já, Andy Roddick, tentava vingar-se das finais perdidas para Federer na relva londrina nos anos de 2004 e 05, tentava somar o seu 2º &#8220;major&#8221; da sua carreira &#8211; venceu o US Open de 2003 face a Juan Carlos Ferrero, e pretendia somar o seu 2º título na presente temporada &#8211; venceu o ATP 250 de Menphis. O pupilo de Larry Stefansky, treinador que o norte-americano elogiou em várias conferências de imprensa em Londres, tentava assim voltar aos seus melhores momentos em torneios do &#8220;Grand Slam&#8221; em seis anos.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;"><strong>O jogo (<a href="http://www.wimbledon.org/en_GB/scores/stats/day21/1701ms.html">Estatisticas da final</a>)<br />
</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A final discutida, hoje, demonstrou que foram de facto os dois melhores tenistas a passar na relva londrina nas últimas duas semanas. <strong>Federer</strong>, com o seu melhor ténis, apresentava um serviço quase ínvencivel graças a uma multiplicidade de soluções, complementado com o seu soberbo jogo &#8211; direitas com inúmeras soluções, esquerda não tão errante como num passado recente. Já, Roddick, somava ao seu potente serviço uma boa &#8220;dose&#8221; de confiança no seu jogo do fundo de court, não se inibindo em determinadas ocasiões por concluir alguns pontos na rede. O primeiro set, os dois &#8220;rivais&#8221; serviram com uma eficácia íncrivel, o equilibrio foi sintomático até ao 12º jogo, altura que Roddick quebrou o serviço do suiço. Em 39 minutos, Roddick fechava o parcial por 7/5. O 2º parcial, acabou provavelmente por sentenciar a final da 123ª edição de Wimbledon. Sem quebras de serviço, o set viria a ser decidido no tie-break, momento do encontro que Roddick chegou a uma vantagem de 6/2. Com 4 set-points, o norte-americano não só não fechou o set &#8211; avançaria para uma vantagem de 2 sets a zero &#8211; como via o actual nº 2 mundial a fechar o desempate por 8/6. A final estava ao rubro, Roddick através do primeiro set demonstrava ter possibilidades de entrar na &#8220;mitica&#8221; história de Wimbledon, Federer conseguia dar uma reviravolta no tie-break do set que acabava por terminar, que lhe &#8220;injectou&#8221; uma confiança para a final assinalável. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Quiça, graças a essas circunstâncias, Roddick &#8220;baixou&#8221; um pouco a eficácia do seu 1º serviço, e se sé verdade que o parcial foi decidido uma vez mais no tie-break, desta vez Federer não passou pelas mesmas dificuldades, comparavelmente ao set anterior &#8211; chegou a uma vantagem de 5/1, sendo crucial para fechar o 3º set por 7/5 no &#8220;desempate&#8221;, em 47 minutos. Com uma vantagem de 2 sets a um, Federer partia para o 4º set com uma forte vantagem para o resto da final, pelo menos teoricamente. No entanto, o suiço sentiu um pouco a pressão e depois de ter cedido o 4º jogo no seu serviço, o suiço nunca mais recuperou a desvantagem.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> O que dizer do set decisivo. Os dois opositores serviram de uma forma fantástica, levando a decisão para uma vantagem de dois jogos que previsivelmente não acontecia. Com o parcial em 6/6, os dois rivais serviram quase na perfeição até ao 30º jogo de serviço. Aí, Federer conseguiu uma vantagem de 0/30, e graças a uma &#8220;madeirada&#8221; do norte-americano, Federer fechava uma final que além de ser dramática &#8211; principalmente no 5º set, afigurava-se injusta para o finalista vencido. No entanto, no ténis não pode haver dois vencedores, pelo que a &#8220;fava&#8221; saiu ao 6º cabeça-de-série. </span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><span style="color: #000080;"><strong><br />
</strong></span></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000000;"><span style="color: #000080;"><strong><br />
</strong></span></span></p>
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		<title>Wimbledon &#8211; Federer chega ao 15º título do Grand Slam</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 18:22:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Santos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O suiço Roger Federer ultrapassou a barreira dos 14 títulos do Grand Slam &#8211; marca que partilhava desde Roland Garros com o norte-americano Pete Sampras. O suiço venceu o norte-americano e 6º pré-designado, Andy Roddick,  numa final completamente imprevisivel até à última pancada. Para a história fica o resultado (5/7; 7/6; 7/6; 6/3 e 16/14), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_2600" class="wp-caption aligncenter" style="width: 327px"><img class="size-full wp-image-2600" title="Wimbledon - Federer e o 15º GS" src="http://internacional.lusotenis.com/wp-content/uploads/2009/07/Wimbledon-Federer-e-o-15º-GS.jpg" alt="Federer &quot;escreveu&quot; mais um marco histórico na sua carreira(Reuters/S.Wermuth" width="317" height="476" /><p class="wp-caption-text">Federer &quot;escreveu&quot; mais um página dourada na sua carreira(Reuters/S.Wermuth</p></div>
<p style="text-align: justify;">O suiço <strong>Roger Federer</strong> ultrapassou a barreira dos 14 títulos do Grand Slam &#8211; marca que partilhava desde Roland Garros com o norte-americano Pete Sampras. O suiço venceu o norte-americano e 6º pré-designado, Andy Roddick,  numa final completamente imprevisivel até à última pancada. Para a história fica o resultado (5/7; 7/6; 7/6; 6/3 e 16/14), numa vitória épica em 4 horas e 16 minutos. Para o norte-americano ficou, certamente, o &#8220;amargo de boca&#8221; de ter desperdiçado no tie-break do segundo parcial uma vantagem de 6/2.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #808080;">(Em breve, desenvolvimento)</span></p>
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		<title>Wimbledon: Serena vence pela 3ª vez na relva londrina</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 14:51:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Santos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não foi propriamente uma final de &#8220;encher o olho&#8221;. Com as irmãs Williams a discutir, uma vez mais, a final na relva londrina, Serena desta feita levou a melhor &#8211; venceu pela 3ª vez o torneio  britânico, ganhou ascendente face ao seu confronto directo face à sua irmã Venus (11 vitórias e 10 derrotas), e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Não foi propriamente uma final de &#8220;encher o olho&#8221;. Com as irmãs Williams a discutir, uma vez mais, a final na relva londrina, Serena desta feita levou a melhor &#8211; venceu pela 3ª vez o torneio  britânico, ganhou ascendente face ao seu confronto directo face à sua irmã Venus (11 vitórias e 10 derrotas), e logrou o desempate em encontros jogados em relva entre as duas: 3 vitórias e 2 desaires. Pelos parciais  de 7/6(3) e 6/2, a irmã mais nova das irmãs Williams garantiu o triunfo ao fim de 87 minutos. </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #000080;">A final esperada &#8211; S. Williams vs V. Williams (<a href="http://www.wimbledon.org/en_GB/scores/stats/day20/2701ms.html">estatisticas do encontro</a>)</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><span style="color: #000000;">Era uma espécie de tira-teimas entre Venus e Serena. Motivos , tinham de sobra: repetição da final 2008 &#8211; vencida por Venus &#8211; desempate no mano-a-mano (10 vitórias para cada uma delas), igualdade também nos encontros disputados em relva entre as duas opositoras. A irmã mais nova, Serena ,parecia ser um pouco mais favorita graças à sua presença exibicional ao longo destas duas semanas de competição, já Venus depois de esmagar Safina nas meias-finais tinha que se levar em linha de conta. A primeira procurava o seu 3º triunfo em Wimbledon, já Venus tentava o seu 6º &#8220;caneco&#8221; em All England Club. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><span style="color: #000000;">A final não foi particularmente espectacular sendo a fase inicial bastante cautelosa por parte das duas tenistas. O serviço segurava o jogo quer de uma quer de outra, os erros não forçados revelavam algum nervosimo inicial. Com Serena a revelar-se muito segura no aproveitamento do 1º saque, Venus não se revelava muito diferente, embora se mostrasse mais conservadora na abordagem do encontro. Com Serena mais agressiva &#8211; matriz do seu padrão de jogo &#8211; Venus não arriscava tanto nomeadamente com as suas pancadas. O momento crucial do set inicial foi no 8º jogo &#8211; com 4/3, Venus não conseguiu aproveitar os únicos break-points (2) conseguidos pelas duas competidoras no 1º set. Ao fim de 44 minutos, inicou-se o desempate ganho por Serena (7/3). Com dois &#8220;mini-breaks&#8221;, Serena fechou o set inicial ao fim de 52 minutos. O segundo parcial, Venus mostrou-se mais frágil animicamente, entregando um pouco a final à sua irmã e nº 2 mundial. No 6º jogo, a irmã mais velha das finalistas cometeu uma dupla falta que viria a ser fatal na decisão do encontro. Daí à conclusão da 123ª edição da final feminina de Wimbledon foi um àpice. Serena confirmou a quebra de serviço, e com novo &#8220;break&#8221; fechou a final por um parcial final de 6/2. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><span style="color: #000000;">Nas estatisticas da final, Serena esteve bem melhor que Venus. A primeira confirmando o bom momento que atravessa com uma exibição bem segura e em alguns momentos brihante, a segunda não se exibindo no seu melhor. Curiosamente, as duas &#8220;meteram&#8221; 61% do 1º serviço, no entanto, Serena esteve bem melhor no aproveitamento do seu saque. Enquanto a 2ª CS apenas perdeu dois pontos no seu 1º serviço (31/33), Venus esteve com percentagens de aproveitamento bem inferior. A 3ª pré-designada venceu 70 e 56% no 1º e 2º serviço, conseguindo também 2 aces e 3 duplas-faltas. Por seu turno, Serena &#8220;assinou&#8221; 12 aces e não cometeu qualquer dupla falta. Enquanto Venus teve um saldo negativo entre pontos ganhantes e erros não forçados (14/18), a sua irmã esteve bem mais eficaz &#8211; conseguiu 25 &#8220;winners&#8221; e 12 pontos errantes. Venus, sentindo que a final lhe estaria a &#8220;fugir&#8221; ainda tentou subir à rede por inúmeras ocasiões, conseguindo aí a conclusão de 9 pontos em 13 oportunidades. Serena não esteve tão activa na subida à rede mas foi bem mais eficaz &#8211; em 5 subidas apenas perdeu 1 ponto (4/5). </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><span style="color: #000000;">Com este desiderato, Venus interrompeu uma série de 20 vitórias consecutivas na relva londrina &#8211; recorde-se que a irmã mais velha da &#8220;familia&#8221; Williams venceu na &#8220;catedral&#8221; em 2007 e 2008, falhando assim o seu 3º triunfo consecutivo. Já Serena recuperou o troféu, ela que havia ganho pela última vez em 2003 face à mesma opositora de hoje. Com esta vitória, Serena juntou ao título do Austrália Open (título também conquistado na presente temporada) o terceiro troféu do Grand Slam de 2009. Em termos absolutos foi o seu 32º troféu a contar para o circuito WTA.<br />
</span></span></p>
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		<title>Wimbledon: Dia 9 &#8211; O &#8220;dia&#8221; do court 1 de All England Club</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 00:06:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Santos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O 9º dia de competição reservava grandes &#8220;duelos&#8221;, encontros que dava ingresso ao &#8220;Clube dos quatro&#8221;, ou seja, os semi-finalistas da edição 2009 do torneio mais emblemático do mundo. Os britânicos &#8220;puxavam&#8221; por Andy Murray, o suiço Roger Federer tentava não perder o &#8220;comboio&#8221; do posto de nº 1 mundial, já Tommy Haas, Andy Roddick [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>O 9º dia de competição reservava grandes &#8220;duelos&#8221;, encontros que dava ingresso ao &#8220;Clube dos quatro&#8221;, ou seja, os semi-finalistas da edição 2009 do torneio mais emblemático do mundo. Os britânicos &#8220;puxavam&#8221; por Andy Murray, o suiço Roger Federer tentava não perder o &#8220;comboio&#8221; do posto de nº 1 mundial, já Tommy Haas, Andy Roddick e Lleyton Hewitt tentavam &#8220;ressuscitar&#8221; pelos menos os seus grandes resultados em torneios do Grand Slam. O perdedor do dia, esse foi Novak Djokovic &#8211; não só disse adeus ao seu possivel segundo título do Grand Slam, como viu ainda esgotar-se em grande parte as suas hipóteses (remotas é certo) de subir no ranking mundial. </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Muito provavelmente, nunca o Court nº 1 de Wimbledon, esteve tão coberto de expectativa como nesta jornada. O espectáculo era garantido, e se é verdade que no Court central Federer e Murray tentavam o seu &#8220;bilhete&#8221; para as semi-finais, os &#8220;duelos&#8221; no court secundário eram espectáveis de emoção, grande equilibrio, dramatismo e grande nível ténistico. Mas, vamos por partes. <strong>Roger Federer</strong> defrontava o gigante Ivo Karlovic &#8211; o suiço partia como grande favorito, o croata tentava vencer o suiço pela segunda vez na sua carreira. No entanto, o suiço está a exibir-se a um nível elevadissimo, tendo necessitado de 1 h 42 m para garantir a presença nas &#8220;meias&#8221; &#8211; ao cabo de três sets (6/3; 7/5 e 7/6), logrou a sua 21ª presença consecutiva em meias-finais de eventos do Grand Slam. O croata chegava a este encontro sem ceder o seu serviço, e só na primeira ronda enfrentou tie-breaks (vs L. Lacko). Duas &#8220;quebras de serviço &#8211; no 4º e 11º jogo do 1º e 2º set &#8211; foram suficientes para o suiço chegar à vantagem de dois sets a zero, fechando o encontro com dois &#8220;mini-breaks&#8221; no tie-break do terceiro parcial.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora nas meias-finais terá como opositor <strong>Tommy Haas</strong>. O germânico venceu o sérvio Novak Djokovic em quatro parciais (7/5; 7/6; 4/6 e 6/3). Com estratégias bem diferentes na abordagem ao encontro, o alemão colheu os frutos de um ténis muito agressivo no qual a subida à rede era uma das suas principais armas. Pelo outro lado, &#8220;Nole&#8221; tentava com os seus &#8220;amorties&#8221; chamar Haas à rede, para desferir do fundo do court os seus passing-shots &#8211; ora cruzados, ora às linhas. Com esta vitória, o alemão tenta chegar à final do torneio de Wimbledon. No histórico frente a Federer, o alemão venceu 2 encontros (o último dos quais em&#8230;2002 no Austrália Open). De recordar que o encontro será uma reedição da 3ª ronda de Roland Garros deste ano, um encontro em que Haas esteve a vencer por dois sets a zero mas permitiu a reviravolta ao suiço.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;"><strong>A outra meia-final</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><span style="color: #000000;"><strong>Andy Murray</strong> continua a fazer sonhar os &#8220;britânicos&#8221;, e mais que os resultados em si, o escocês dá mostra de um &#8220;estofo&#8221; mental sólido e imperturbável. O único espanhol ainda em prova, curiosamente, o &#8220;wild-card&#8221; Juan Carlos Ferrero, não esteve à altura do tenista natural de Dunblane, cedendo o encontro em três parciais (7/5; 6/3 e 6/2). O escocês, terá no entanto, o seu grande &#8220;teste&#8221; antes da &#8220;possivel&#8221; final frente a <strong>Andy Roddick</strong>. O norte-americano está a exibir-se a grande altura. Hoje, teve pela sua frente Lleyton Hewitt. Num encontro entre dois ex: nº 1 mundiais, repetia-se o &#8220;duelo&#8221; de Queen´s, repetindo-se a vitória do americano. Porém, Roddick teve muito que suar, disputando cinco sets para garantir a passagem à seguinte ronda da prova. Com os parciais de 6/3; 6/7; 7/6; 4/6 e 6/4, o norte-americano venceu o australiano, que deixou tudo o que tinha e não tinha na relva londrina. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><span style="color: #000000;"><br />
</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;"><span style="color: #000000;"><strong><span style="color: #000080;">As estatisticas do jogo da jornada (Roddick vs Hewitt)<br />
</span></strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><span style="color: #000000;"><span style="color: #000080;"><span style="color: #000000;">Em termos de estilo de jogo, dois competidores com concepções diferentes de ténis. Roddick faz do seu serviço uma das suas principais armas, já o australiano faz da sua capacidade e solidez do jogo de fundo do court a sua principal característica. Pese esse facto, o norte-americano esteve bastante bem, de resto, a sua &#8220;imagem&#8221; de marca em Wimbledon este ano &#8211; sóbrio, bastante competente, o 6º CS esteve muito sólido em todos os capítulos de jogo. Roddick conseguiu &#8220;meter&#8221; 73% o seu primeiro serviço, vencendo 74 e 61% respectivamente no 1º e 2º saque. Com 43 &#8220;ases&#8221; e 4 duplas-faltas, o norte-americano esteve igualmente bem no equilibrio &#8220;winners&#8221;/erros não forçados (78/30). Quanto à conversão de break-points, Roddick conseguiu &#8220;romper&#8221; o seu adversário por 4 vezes em 15 oportunidades. Já, Hewitt não foi tão eficaz no seu serviço, pese os 21 aces conseguidos, marca bem interessante para o antigo nº 1 mundial. Com 59% de 1º serviços, o australiano converteu 76 e 49% dos pontos discutidos no 1º e 2º serviço. Com 62 winners e 42 erros não forçados, o australiano conseguiu ainda &#8220;brekar&#8221; Roddick por 3 ocasiões em 8 oportunidades. Nas 47 ocasiões em que subiu à rede venceu 29 pontos. Em resumo, o norte.americano esteve melhor em todos os capítulos de jogo, confirmando o bom momento que atravessa. Certamente, uma meia-final &#8220;explosiva&#8221; frente a Andy Murray. </span><br />
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<p style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><span style="color: #000000;"><strong><span style="color: #000080;"><br />
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