‘federer’


Teremos novo nº 1 mundial já em Roland Garros?

A vida, e o ténis em particular tem destas coisas. O mesmo (R. Soderling) que retirou o sonho a Rafael Nadal de vencer pela quinta vez consecutiva o torneio de Roland Garros, foi o mesmo que impediu Roger Federer de “galgar” ainda mais records no universo do ténis mundial, e quem sabe, será decisivo na forma como o tenista espanhol recuperará o trono mundial. Recorde-se que, agora, o mallorquino basta vencer o torneio parisiense para se “sentar” no reino do circuito ATP…outra vez. Falta saber, se o próprio Robin Soderling estará pelos ajustes. Isto, porque o sueco já não é aquele tenista de outros tempos, e em particular após aquela “histórica” vitória frente ao “rei” da terra batida, na sua própria casa (Roland Garros), em 2009, tem tudo para bater seja quem for – falta saber se será capaz de bater Nadal, duas vezes consecutivas, na sua  superficie predilecta… Isto de ultrapassar T. Berdych nas “meias”, e o actual nº 2 mundial fizer a sua parte…

 

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Roland Garros: Anunciados os “Wild-cards”

A organização do segundo torneio do “Grand Slam” da temporada – Roland Garros, anunciou os “wild-cards” para a edição 2010, que começa no próximo dia 23 de Maio. Recorde-se que na próxima segunda-feira, realiza-se o sorteio do “qualifyng”, fase que estará alguns tenistas portugueses. A saber, deixamos aqui a lista dos “convidados” para o Open de França, disputado como é tradicional em terra batida. Roger Federer (quadro masculino) e Svetlana Kuznetsova venceram a edição 2009.

Quadro Masculino:

Carsten Ball (Aus); David Guez (Fra); Nicolas Mahut (Fra); Gianni Mina (Fra); Josselin Ouanna (Fra); Laurent Recouderc (Fra); E. Roger-Vasselin(Fra) e Ryan Sweeting (Usa)

Quadro Feminino :

Cohen-Aloro(Fra); Claire Feuerstein (Fra); Stephanie Foretz (Fra); Jarmila Groth (Aus); Mathilde Johansson (Fra); Christina Mchale (Usa); Kristina Mladenovic (Fra); Olivia Sanchez (Fra);

 

 

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Austrália Open: Figura do Dia (Dia 12)

Federer "garantiu" a sua 8ª final consecutiva de um "Major" (Cameron Spencer/Getty Images)

O suiço e nº 1 mundial, Roger Federer, confirmou o seu favoritismo na sua 23ª meia-final consecutiva num torneio do Grand Slam. Federer e Tsonga contavam com uma vitória para cada lado, e mais do que isso, o suiço tentava a sua 8ª final de um “Major” de forma consecutiva, já o francês tentava repetir a final de 2008 frente a N. Djokovic. Diante de um apático francês, o tenista helvético venceu em três sets pelos parciais de 6/2 6/3 6/2. Desta forma, o universo do ténis poderá contar com uma “apoteótica final” – frente a frente R. Federer e A. Murray irão esgrimir argumentos no próximo domingo.

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Doha: Nadal, Federer e a “Carpete Mágica”

O ATP World Tour faz tudo por tudo para cimentar a sua mediatização numa  sociedade cada vez mais global. Desta feita, e aproveitando a presença de dois “ícones” do ténis mundial (R. Nadal e R. Federer) em Doha,  desafiaram os dois rivais a uma demonstração de rua. O resultado parece ter sido bom – para além dos rivais se terem descontraído um pouco, o público esteve mais perto do que nunca dos seus “ídolos”.

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Temporada 2010: Pré-época do circuito ATP

Quando estamos a pouco menos de uma semana para o ínicio da temporada 2010 – tanto no circuito profissional masculino (ATP), quer no circuito feminino, deixamos aqui as principais notas desta pré-temporada. Os principais tenistas, torneios e ademais novidades/curiosidades, tudo será argumento para o informar daquilo que se passou nos últimos trinta dias (aproximadamente). Hoje, faremos uma breve resenha dos principais tenistas do circuito masculino.

Tenistas

Roger Federer : O actual nº 1 mundial foi eleito pelo ITF como o tenista do ano de 2009. O suiço que, já esta semana, estará em competição (Torneio de Exibição de Abu Dhabi), já revelou o seu programa para 2010 (salvo algum imprevisto). Como se sabe, o Estoril Open, é um dos eventos que o suiço deverá estar presente. Confira aqui os respectivos torneios. Entretanto, foi revelado que Roger, apresentar-se-à nesta nova temporada com uma nova raquete. A sua nova raquete é o último modelo da Wilson e na qual se destaca a sua sensibilidade. A nova “amiga” de Federer é produzida com fibras de pedra natural de vulcão. Todos os seus fâns poderam ser “brindados” com uma foto da familia “Federer”, na sua página oficial na internet, bem como o desejo de um bom natal.

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Nadal apanha Djokovic na fase de grupos

Federer fica no mesmo grupo de Murray e Del Potro, mas é Nadal quem apanha o nome mais temível, Djokovic, e ainda um tenista que não lhe é muito amigável, Soderling.

Com o nº 1 em discussão entre Roger Federer e  Rafael Nadal, aguardava-se com alguma expectativa o sorteio para os grupos do ATP World Finals, fase que poderá, para além do apuramento para as “meias”, ser decisivo para as contas finais do ranking. O nome que ambos mais temiam seria muito provavelmente Novak Djokovic pela forma que se apresenta neste final de época (é também o titular do título).

“Rafa” e “Djoko” são os dois principais protagonistas do Grupo B a que se juntam Nikolay Davydenko e Robin Soderling. Este último, apesar de ser inferior no frente-a-frente, não é de todo um nome que seja simpático para o espanhol. Em 2007, ambos protagonizaram um duelo intenso de 5 sets no Centre Court de Wimbledon com algumas provocações durante a partida (o sueco chegou a imitar o famoso ajeitar das roupas íntimas de Nadal antes de cada ponto). Foi já em Roland Garros deste ano que a pior memória vem ao actual nº 2 mundial. Após de um duelo de sentido único em Roma (6-0 6-1 para o espanhol), Nadal era surpreendido em Roland Garros, a sua primeira derrota de sempre na terra batida sagrada de Paris, um encontro que ditaria também o afastamento dos courts durante dois meses devido a uma lesão.

A servir de quase de equilíbrio, o Grupo A deu  a conhecer a Federer outros dois grandes nomes do circuito, apesar de não chegarem a Paris na melhor forma, Andy Murray e Juan Martin Del Potro. A completar, o aparente outsider Fernando Verdasco. O argentino Del Potro foi o vencedor do US Open frente ao próprio suíço que não perdia desde 2003 em Nova Iorque, apesar do frente-a-frente sorrir a Federer em 6-1. Já Murray está na situação inversa, não conseguiu bater o nº 1 mundial na final do US Open do ano passado, mas tem vantagem entre ambos com 6-3 e também nos duelos com Del Potro e Verdasco.

Recorde-se que, caso Nadal seja campeão invicto, Federer precisa de garantir 3 vitórias (sejam todas na fase de grupo ou uma delas nas meias-finais) para garantir que é o campeão deste ano do ATP World Tour. Noutros cenários, uma ou duas vitórias poderão bastar ao suíço.

Grupo A: Roger Federer (1); Andy Murray (4); Juan Martin Del Potro (5); Fernando Verdasco (8)

Grupo B: Rafael Nadal (2); Novak Djokovic (3); Nikolay Davydenko (7); Robin Soderling (9)

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Nº 1 mundial decide-se apenas em Londres

Derrota de Federer coloca o ATP World Finals no centro da disputa pelo Nº 1. Pela primeira vez desde a Masters Cup de 2003, a decisão fica para o último torneio da temporada.

A derrota de Roger Federer em Paris, na 1ª ronda face a Benneteau, coloca em perigo aquilo que já era dado como garantido praticamente desde o US Open. O nº 1 mundial e o estatuto de melhor tenista de 2009 (pelo menos, oficialmente) estão em perigo e Rafael Nadal está dependente de apenas si mesmo para segurar o campeonato conquistado em 2008. Obviamente que, ainda mais que o espanhol, Federer também depende apenas de si em Londres para não ser ultrapassado na recta da meta.

A tarefa do espanhol é árdua e necessita de alguma regularidade nestes dois últimos torneios, mas não é impossível. Apenas com o título em Paris entrará na capital londrina sem ter que contar com os resultados de Federer.

Caso Nadal vença o ATP World Finals e em Paris, será então novamente nº 1 mundial.  Se for finalista em Paris e campeão em Londres, então deixa Federer com margem mínima de erro até à final (precisa de ser finalista e invicto no seu grupo). Até a fase de “round robin” poderá vir a ser decisiva.

Aqui ficam alguns cenários tendo em conta a prestação de Nadal em Paris e de ambos em Londres: Continue a ler o artigo… »

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Uma mansão (6×6?)

É usual atribuir-se o “jardim” de Wimbledon a tenistas que lá dominaram. Becker disse, na despedida de Sampras, que ele lhe roubara a chave do seu “jardim”, passado 6 anos Federer não está longe de ter o maior jardim da história do ténis, mas pode dizer que já tem uma bela casa no cimento de Flushing Meadows. Não fosse uma mansão ter sempre quatro paredes para além de um belo jardim.

Amanhã, o melhor de todos os tempos pode juntar o 6º título do US Open ao 6º de Wimbledon. Fica a questão: o que é maior, o jardim ou a mansão de Federer?

P.S.: Outra questão… de onde ele tirou aquela penúltima pancada do encontro?

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US Open: Antevisão do “encontro” do dia

(1) R. Federer vs (12) R. Soderling 11:0

Será que R. Soderling vencerá o actual nº1 mundial R. Federer pela primeira vez na sua carreira? Se o conseguir fazia história, e até vencia o detentor do título do US Open 2008. Porém, o suiço parte como favorito num confronto que se repetiu em dois Grand Slams em 2009 – primeiro na final inesperada de Roland Garros, depois na relva de Wimbledon nos oitavos-de-final. Pese parciais apertados, Federer venceu os dois confrontos em três sets. Aliás, o sueco a última vez que venceu um parcial ao actual nº1 mundial foi em Halle (2003). Um confronto que será marcado pela eficácia da 1ª pancada. Federer fará do seu vasto reportório de direita o seu ponto mais forte, Soderling terá o objectivo de pressionar a esquerda de Federer. Um encontro que certamente assegurará um grande espectáculo na sessão nocturna no Arthur Ashe Stadium, o maior Court de ténis do mundo.De realçe igualmente  para o confronto entre F. Verdasco e N. Djokovic.

Programa do dia

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Federer e Djokovic também perdem set

Parece que Federer e Djokovic decidiram imitar Murray e Nadal e perderam, hoje, o seu primeiro set no torneio. Curiosamente, ambos no primeiro parcial, o suíço frente a Hewitt e o sérvio surpreendido no tie-break face a Witten.

Enquanto que no top-4, todos já perderam um set, é Juan Martin Del Potro e Andy Roddick que continuam invictos.

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US Open 2009 (Dia 6) – Antevisão do “encontro”

(1) R.Federer vs L. Hewitt 15:7

O encontro que sublinhamos da 6ª jornada em Flushing Meadows é já um clássico do circuito ATP. Federer, o actual nº 1 mundial parte como favorito, já Hewitt tenta surpreender o suiço. Se o australiano já venceu “Roger” por 7 ocasiões, a última vez que conseguiu foi em 2003 – ronda da Taça Davis entre a Austrália e o país helvético. A partir daí 13 vitórias do suiço, a última vez das quais já em 2009, no ATP 1000 de Cincinnati (quartos-de-final). O Arthur Ashe Stadium testemunhará novo confronto entre os dois jogadores no primeiro encontro da jornada de hoje – ínicio previsto para as 11 horas locais, 16 horas de Lisboa.

Federer tem demonstrado grande pragmatismo no seu trajecto até ao momento. Longe daquele “espectacular” Federer, este tem sabido contrariar os obstáculos que tem vindo a ser colocados pelos seus adversários. Com grande eficácia no serviço, mesmo no 2º saque, o suiço tem estado muito bem com a sua direita. Do outro lado, Hewitt tem revelado um ténis bem interessante no presente ano. Demonstrando toda a sua fibra, Hewitt tem recuperado no circuito ATP. Testemunha disso foi o seu triunfo no ATP 250 de Houston já em 2009, para além de ter chegado aos quartos-de-final em Wimbledon, torneio no qual perdeu para Andy Roddick. Um encontro bem interessante de seguir. Federer com o seu ténis de ataque, Hewitt tentando surpreender o suiço com o seu jogo de contra-ataque.

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US Open 2009: Murray – Inicio de reinado?

Fred Perry foi o último vencedor do US Open no já longinquo ano de 1936 que falava a língua de sua Majestade! Será que essa travessia de deserto estará a chegar ao fim? Desde essa altura tenistas como G. Resedsky ou Tim Henman ficaram a uma distância bem considerável, já Andy Murray parece aproximar-se de uma grande vitória… Argumentos não lhe faltam. Se alguns apontam a direita do “rapaz” de Dunblane como o seu “calcanhar de aquiles”, certo é que o escocês parece lidar bem com a pressão e com os seus rivais.

Depois da final do ano passado, Murray ameaça o reinado de Federer. Falta saber como este último vai reagir, pois se surgir no Arthur Ashe Stadium com as prestações de primeiro saque equiparável a Wimbledon, as hipóteses de Murray descem substancialmente. Andy esteve bem nos ATP 1000 de preparação para o US Open, no entanto, as vicissitudes de Flushing Meadows são bem mais exigentes do que os quadros de Cincinatti ou Montreal. As respostas a estas e outras perguntas começam esta tarde a serem respondidas…

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Federer a um Masters de Agassi

Roger Federer conquistou em Cincinnati o seu 16º torneio do Masters

Roger Federer conquistou em Cincinnati o seu 16º torneio do Masters (Foto: Getty Images)

A carreira de Roger Federer não acaba com o 15º Grand Slam e ainda há muitos recordes dignos a bater. Prova disso é o recorde do maior números de títulos de Masters 1000, antigos Masters Series (2000-2008) ou Super 9 (1990-1999). Andre Agassi tem um excelente recorde de 17 troféus nestas competições, algo fenomenal e aparentemente quase imbatível há uns anos atrás. Mas Federer já vai em 16 títulos com o triunfo em Cincinnati depois de, ontem, ter derrotado Andy Murray na final por 6-1 e 7-5.

O tenista suíço reforça-se assim como principal favorito para o US Open, onde não perde desde 2003 e procura o “hexa”. Isto porque começava-se a recolocar a dúvida sobre a sua capacidade depois da derrota frente a Tsonga em Montreal, no Canadá.

O novo papá – de gémeos! – pode estar longe dos tempos que praticamente só Rafael Nadal o enfrentava em court, mas continua a provar que até a  sua “mediania” é suficiente para ser um dos melhores do planeta.

Para além do título, Federer sai do estado de Ohio com duas importantes vitórias sobre Andy Murray e Novak Djokovic.

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ATP Champions Race 2009 – 27 de Julho (não oficial)

Oficialmente não existe, nem o ATP disponibiliza resultados oficiais do mesmo, mas nesta fase do campeonato o ATP Champions Race ganha cada vez mais interesse. Um ranking com apenas os resultados de 2009, o que no fundo é o que interessa para o apuramento dos 8 tenistas que irão disputar o ATP World Tour Finals, em Londres no final do ano, e para o ranking final do ano e o seu número 1 mundial.

A lista que se segue provém do Fórum MensTennisForums.com e é provável que não seja rigorosa na contabilização dos pontos em todos os tenistas. Inclui Challengers e Futures, algo que o ATP Champions Race de anos anteriores não contabilizava.

ATP Champions Race – após Hamburgo e Indianapolis

01 R Federer (SUI) 7 460 (ATP_rk : 1)
02 R Nadal (ESP) 6 885 (ATP_rk : 2)
03 A Murray (GBR) 4 500 (ATP_rk : 3)
04 N Djokovic (SRB) 4 060 (ATP_rk : 4)
05 A Roddick (USA) 3 640 (ATP_rk : 5)
06 JM Del Potro (ARG) 2 705 (ATP_rk : 6)
07 F Verdasco (ESP) 2 305 (ATP_rk : 10)
08 R Soderling (SWE) 2 020 (ATP_rk : 12)
09 F Gonzalez (CHI) 1 915 (ATP_rk : 11)
10 T Robredo (ESP) 1 670 (ATP_rk : 16)
71 F Gil (POR) 425 (ATP_rk : 93)

ATP-rk – Ranking oficial no ATP com base nas últimas 52 semanas

Tal como no Ranking ATP, Roger Federer lidera a tabela, algo que parecia improvável antes de Roland Garros, mas a vantagem não chega aos 600 pontos o que significa que não se pode desleixar com o regresso de Rafael Nadal à competição.

Interessante também está a luta pelo 3º posto com Murray e Djokovic próximos e Roddick à espreita. Dos últimos 5 lugares do top-10, apenas Soderling não fala em espanhol, mais uma intromissão entre latinos depois de ter estado na final de Roland Garros.

Quem está melhor nesta classificação que no seu ranking é Frederico Gil, apesar dos últimos maus resultados. O nº 1 nacional tem assim uma pequena boa indicação, já que tem mais de metade dos pontos seguros até final de época.

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Tributo a Roger Federer

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50 ases…

O nº 1 mundial Roger Federer somou 50 ases na final de Wimbledon, a 3ª melhor marca de sempre registado no circuito mundial. Uma marca, normalmente, apenas ao alcance dos melhores servidores…

Ivo Karlovic continua com o melhor registo: 55 ases sobre… terra batida sobre Hewitt! O segundo melhor é Joachim Johansson com 51 ases no Australian Open face a Andre Agassi!

O curioso é que tanto o croata como o sueco perderam frente aos seus adversários em 5 sets. Ou seja, Roger Federer é o tenista bem mais sucedido num encontro no que respeita a ases e no desfecho final combinado.

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Treinador português que fez de Courier nº 1 aponta o dedo a Roddick

Sérgio Cruz, o treinador português que levou o norte-americano Jim Courier a nº 1 mundial, no início da década de 90, fez uma análise à final de ontem no blog do seu site instrutivo sobre ténis. Radicado na Suíça, “previu” o erro do vólei alto de esquerda de Andy Roddick no 4º set-point do tie-break quando enviou um e-mail para Claudio Mezzadri, da Swiss TV, a meio do 2º set.

Depois de elogiar Roddick (e seu treinador Stefanki) da forma como abordou o encontro com Federer, deixou o ponto fraco do norte-americano:

(…)Roddicks backhand volley is still weak and vulnerable and could be the key for Roger to win.(…)

Veja a análise completa de Sérgio Cruz

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Wimbledon:Dia 13 – Uma final épica com júbilo do campeão

Mais um dia histórico na íncrível carreira de Roger Federer! O suiço “carimbou” o seu 15ºtítulo de um torneio do Grand Slam, e se até aqui era considerado por muitos o melhor tenista de todos os tempos, com esta marca torna-se imortal no “planeta ténis”. Os números de Federer são incriveis: jogava esta tarde a sua 7ª final consecutiva em Wimbledon, competia na sua 16ª final de um “Major” dos últimos 17 eventos dessa categoria, “carimbava” no All England Club a sua 20ª final em torneios do Grand Slam, tentava vencer o seu 60º troféu ATP, e entre outras curiosidades tentava ser o 4º tenista a vencer na mesma temporada o torneio de Roland Garros e Wimbledon, na era open.

Já, Andy Roddick, tentava vingar-se das finais perdidas para Federer na relva londrina nos anos de 2004 e 05, tentava somar o seu 2º “major” da sua carreira – venceu o US Open de 2003 face a Juan Carlos Ferrero, e pretendia somar o seu 2º título na presente temporada – venceu o ATP 250 de Menphis. O pupilo de Larry Stefansky, treinador que o norte-americano elogiou em várias conferências de imprensa em Londres, tentava assim voltar aos seus melhores momentos em torneios do “Grand Slam” em seis anos.

O jogo (Estatisticas da final)

A final discutida, hoje, demonstrou que foram de facto os dois melhores tenistas a passar na relva londrina nas últimas duas semanas. Federer, com o seu melhor ténis, apresentava um serviço quase ínvencivel graças a uma multiplicidade de soluções, complementado com o seu soberbo jogo – direitas com inúmeras soluções, esquerda não tão errante como num passado recente. Já, Roddick, somava ao seu potente serviço uma boa “dose” de confiança no seu jogo do fundo de court, não se inibindo em determinadas ocasiões por concluir alguns pontos na rede. O primeiro set, os dois “rivais” serviram com uma eficácia íncrivel, o equilibrio foi sintomático até ao 12º jogo, altura que Roddick quebrou o serviço do suiço. Em 39 minutos, Roddick fechava o parcial por 7/5. O 2º parcial, acabou provavelmente por sentenciar a final da 123ª edição de Wimbledon. Sem quebras de serviço, o set viria a ser decidido no tie-break, momento do encontro que Roddick chegou a uma vantagem de 6/2. Com 4 set-points, o norte-americano não só não fechou o set – avançaria para uma vantagem de 2 sets a zero – como via o actual nº 2 mundial a fechar o desempate por 8/6. A final estava ao rubro, Roddick através do primeiro set demonstrava ter possibilidades de entrar na “mitica” história de Wimbledon, Federer conseguia dar uma reviravolta no tie-break do set que acabava por terminar, que lhe “injectou” uma confiança para a final assinalável.

Quiça, graças a essas circunstâncias, Roddick “baixou” um pouco a eficácia do seu 1º serviço, e se sé verdade que o parcial foi decidido uma vez mais no tie-break, desta vez Federer não passou pelas mesmas dificuldades, comparavelmente ao set anterior – chegou a uma vantagem de 5/1, sendo crucial para fechar o 3º set por 7/5 no “desempate”, em 47 minutos. Com uma vantagem de 2 sets a um, Federer partia para o 4º set com uma forte vantagem para o resto da final, pelo menos teoricamente. No entanto, o suiço sentiu um pouco a pressão e depois de ter cedido o 4º jogo no seu serviço, o suiço nunca mais recuperou a desvantagem.

O que dizer do set decisivo. Os dois opositores serviram de uma forma fantástica, levando a decisão para uma vantagem de dois jogos que previsivelmente não acontecia. Com o parcial em 6/6, os dois rivais serviram quase na perfeição até ao 30º jogo de serviço. Aí, Federer conseguiu uma vantagem de 0/30, e graças a uma “madeirada” do norte-americano, Federer fechava uma final que além de ser dramática – principalmente no 5º set, afigurava-se injusta para o finalista vencido. No entanto, no ténis não pode haver dois vencedores, pelo que a “fava” saiu ao 6º cabeça-de-série.



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Wimbledon – Federer chega ao 15º título do Grand Slam

Federer "escreveu" mais um marco histórico na sua carreira(Reuters/S.Wermuth

Federer "escreveu" mais um página dourada na sua carreira(Reuters/S.Wermuth

O suiço Roger Federer ultrapassou a barreira dos 14 títulos do Grand Slam – marca que partilhava desde Roland Garros com o norte-americano Pete Sampras. O suiço venceu o norte-americano e 6º pré-designado, Andy Roddick,  numa final completamente imprevisivel até à última pancada. Para a história fica o resultado (5/7; 7/6; 7/6; 6/3 e 16/14), numa vitória épica em 4 horas e 16 minutos. Para o norte-americano ficou, certamente, o “amargo de boca” de ter desperdiçado no tie-break do segundo parcial uma vantagem de 6/2.

(Em breve, desenvolvimento)

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Wimbledon: Dia 11 – Roddick intromete-se em final esperada

“Come On”. Esta foi uma das palavras mais ouvidas no Court Central de All England Club. Quatro tenistas em grande forma esgrimiam argumentos com o objectivo de chegar à final mais esperada no planeta ténis. Com dois deles a procurarem repetir tal feito – Federer e Roddick (curiosamente discutiram duas finais na relva londrina) – os restantes procuravam singular feito nas suas diferentes carreiras. Murray desiludiu os britânicos, Haas foi ultrapassado pelo suiço que tenta vencer o torneio pela sexta vez na sua carreira.

(2) R. Federer vs (24) T. Haas (estatísticas do encontro)

O encontro entre o actual nº2 mundial e o 24º pré-designado inaugurava a tarde reservada às meias-finais masculinas. O suiço procurava a 7ª final consecutiva na relva londrina – as primeiras cinco venceu as respectivas finais, a última discutida em 2008 perdeu para Rafael Nadal. Por seu turno, Tommy Haas tentava chegar à sua primeira final em Londres, ele que conta com 31 anos actualmente. Com dois trajectos intratáveis, os dois reeditavam a 4ª ronda da presente temporada do torneio de Roland Garros, um encontro íncrivel que o alemão chegou a estar a vencer por dois sets a zero, mas que Federer conseguiu “remontar”. Em 2 horas e 2 minutos, Federer venceu o germânico em três sets (7/6; 7/5 e 6/3). O suiço não deu espaço ao ascendente do seu opositor, tal como na terra batida do “Philippe Chatrier”. Uma vez mais, o suiço esteve imperial no seu serviço – 11 “aces”, 1 dupla falta, 7 pontos perdidos no seu 1º serviço, 4 no seu 2º saque são números impressionantes. Além disso, não concedeu qualquer oportunidade de break ao alemão, além de conseguir 49 pontos ganhantes contra 15 erros não forçados. A estes impressionantes e significativos números, o suiço converteu 2 quebras de serviço em dois break-points, para além de vencer 88% dos pontos ganhos nas subidas à rede (38/43). Haas, se é verdade que protagonizou um torneio fantástico – recorde-se que eliminou Novak Djokovic na ronda anterior – foi completamente “abafado” pela exibição de Federer. O alemão esteve bem longe da “perfomance” do suiço, sendo visivel a incapacidade de incomodar a estratégia de Federer – 28 winners contra 31 erros não forçados é sintomático. Circunstância que saltou à vista foi a impotência que Haas encontrou em opor-se ao “passing-shots” do suiço – nas 37 vezes que subiu à rede por apenas 21 conseguiu converter em pontos ganhos. Se o seu 1º saque apresentou números bem válidos – 74% de pontos ganhos, o seu 2º serviço não foi tão eficaz (45% pontos vencidos). Mais uma grande prestação do suiço que, recorde-se, se vencer a final de domingo recupera o estatuto de nº 1 mundial.

(6)A. Roddick vs (4) A. Murray (estatisticas do encontro)

Roger Federer já estava na final de domingo. O público ,agora, esperava por uma vitória de Andy Murray para “coroar” uma edição de Wimbledon coberta de curiosidades, ausências (Nadal a mais visivel), mas também de grande espectáculo. Por falar em ténis de grande nível, Andy Murray e Andy Roddick foram dois dos grandes animadores da última semana e meia com perfomances muito elevadas. O escocês a atravessar um grande momento na sua carreira enfrentava Roddick que vem demonstrando nas últimas semanas estar de volta com o seu excelente ténis. Pese o apoio do público, o norte-americano venceu em 4 sets (6/4; 4/6; 7/6 e 7/6) em 3 horas e 7 minutos. Roddick pareceu  algo incrédulo no fim da partida, mas pensamos não ser exagerado dizer que face à sua prestação não foi nada surpreendente. Com 21 aces e 64 “winners”, o americano marcou uma posição importante no encontro, sendo importante os 24 erros não forçados (número razoável). Com 77 e 51%  de pontos ganhos no 1º e 2º saque, respectivamente, Roddick conseguiu “romper” o serviço do seu opositor por 2 ocasiões em 5 oportunidades. Em suma, Roddick acreditou e foi importantissimo o seu forte e poderoso serviço, enquanto isso, Murray destacava-se pelo seu ténis mais versátil, mais elaborado. Com mais “winners” (76), e menos erros não forçados (20), o escocês conseguiu 25 “aces”, um número  superior ao seu rival. O encontro foi decidido em pormenores, e o 3º e 4º parcial, podiam ter caído para um ou outro lado. Não podiam vencer os dois, Roddick venceu 143 pontos, enquanto Murray saiu vitorioso em 141 ocasiões. O escocês sentiu a pressão, principalmente no 4º parcial onde jogava o tudo ou nada. Ainda recuperou um “mini-break”, mas acabou por ceder o desempate por 7/5.

A Final

“Será que não há duas sem três”? Se assim for, Roger Federer vencerá a final do próximo domingo. Recorde-se que Federer venceu Roddick nas finais de 2004 e 2005. Mais do que essas vitórias, Federer comanda o “mano-a-mano” com o 6º CS, apresentando um parcial de 18 vitórias e 2 derrotas. O suiço tenta a histórica marca de 15 títulos do Grand Slam, já o norte-americano tenta vencer o seu 2º “major” – depois do US Open 2003. No entanto, o suiço tem muito mais em jogo – tenta recuperar o lugar de nº 1 mundial (depois de o ter perdido em Agosto de 2008), o seu 6º titulo em Wimbledon, e ainda o seu 3º título do ano – depois do ATP 1000 de Madrid e Roland Garros. Já, Roddick , tenta “juntar” o caneco de All England Club”, ao seu único título de 2009 – ATP Menphis. Os dois atravessam um excelente momento, sendo de esperar um encontro fabuloso.

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Wimbledon: Dia 9 – O “dia” do court 1 de All England Club

O 9º dia de competição reservava grandes “duelos”, encontros que dava ingresso ao “Clube dos quatro”, ou seja, os semi-finalistas da edição 2009 do torneio mais emblemático do mundo. Os britânicos “puxavam” por Andy Murray, o suiço Roger Federer tentava não perder o “comboio” do posto de nº 1 mundial, já Tommy Haas, Andy Roddick e Lleyton Hewitt tentavam “ressuscitar” pelos menos os seus grandes resultados em torneios do Grand Slam. O perdedor do dia, esse foi Novak Djokovic – não só disse adeus ao seu possivel segundo título do Grand Slam, como viu ainda esgotar-se em grande parte as suas hipóteses (remotas é certo) de subir no ranking mundial.

Muito provavelmente, nunca o Court nº 1 de Wimbledon, esteve tão coberto de expectativa como nesta jornada. O espectáculo era garantido, e se é verdade que no Court central Federer e Murray tentavam o seu “bilhete” para as semi-finais, os “duelos” no court secundário eram espectáveis de emoção, grande equilibrio, dramatismo e grande nível ténistico. Mas, vamos por partes. Roger Federer defrontava o gigante Ivo Karlovic – o suiço partia como grande favorito, o croata tentava vencer o suiço pela segunda vez na sua carreira. No entanto, o suiço está a exibir-se a um nível elevadissimo, tendo necessitado de 1 h 42 m para garantir a presença nas “meias” – ao cabo de três sets (6/3; 7/5 e 7/6), logrou a sua 21ª presença consecutiva em meias-finais de eventos do Grand Slam. O croata chegava a este encontro sem ceder o seu serviço, e só na primeira ronda enfrentou tie-breaks (vs L. Lacko). Duas “quebras de serviço – no 4º e 11º jogo do 1º e 2º set – foram suficientes para o suiço chegar à vantagem de dois sets a zero, fechando o encontro com dois “mini-breaks” no tie-break do terceiro parcial.

Agora nas meias-finais terá como opositor Tommy Haas. O germânico venceu o sérvio Novak Djokovic em quatro parciais (7/5; 7/6; 4/6 e 6/3). Com estratégias bem diferentes na abordagem ao encontro, o alemão colheu os frutos de um ténis muito agressivo no qual a subida à rede era uma das suas principais armas. Pelo outro lado, “Nole” tentava com os seus “amorties” chamar Haas à rede, para desferir do fundo do court os seus passing-shots – ora cruzados, ora às linhas. Com esta vitória, o alemão tenta chegar à final do torneio de Wimbledon. No histórico frente a Federer, o alemão venceu 2 encontros (o último dos quais em…2002 no Austrália Open). De recordar que o encontro será uma reedição da 3ª ronda de Roland Garros deste ano, um encontro em que Haas esteve a vencer por dois sets a zero mas permitiu a reviravolta ao suiço.

A outra meia-final

Andy Murray continua a fazer sonhar os “britânicos”, e mais que os resultados em si, o escocês dá mostra de um “estofo” mental sólido e imperturbável. O único espanhol ainda em prova, curiosamente, o “wild-card” Juan Carlos Ferrero, não esteve à altura do tenista natural de Dunblane, cedendo o encontro em três parciais (7/5; 6/3 e 6/2). O escocês, terá no entanto, o seu grande “teste” antes da “possivel” final frente a Andy Roddick. O norte-americano está a exibir-se a grande altura. Hoje, teve pela sua frente Lleyton Hewitt. Num encontro entre dois ex: nº 1 mundiais, repetia-se o “duelo” de Queen´s, repetindo-se a vitória do americano. Porém, Roddick teve muito que suar, disputando cinco sets para garantir a passagem à seguinte ronda da prova. Com os parciais de 6/3; 6/7; 7/6; 4/6 e 6/4, o norte-americano venceu o australiano, que deixou tudo o que tinha e não tinha na relva londrina.


As estatisticas do jogo da jornada (Roddick vs Hewitt)

Em termos de estilo de jogo, dois competidores com concepções diferentes de ténis. Roddick faz do seu serviço uma das suas principais armas, já o australiano faz da sua capacidade e solidez do jogo de fundo do court a sua principal característica. Pese esse facto, o norte-americano esteve bastante bem, de resto, a sua “imagem” de marca em Wimbledon este ano – sóbrio, bastante competente, o 6º CS esteve muito sólido em todos os capítulos de jogo. Roddick conseguiu “meter” 73% o seu primeiro serviço, vencendo 74 e 61% respectivamente no 1º e 2º saque. Com 43 “ases” e 4 duplas-faltas, o norte-americano esteve igualmente bem no equilibrio “winners”/erros não forçados (78/30). Quanto à conversão de break-points, Roddick conseguiu “romper” o seu adversário por 4 vezes em 15 oportunidades. Já, Hewitt não foi tão eficaz no seu serviço, pese os 21 aces conseguidos, marca bem interessante para o antigo nº 1 mundial. Com 59% de 1º serviços, o australiano converteu 76 e 49% dos pontos discutidos no 1º e 2º serviço. Com 62 winners e 42 erros não forçados, o australiano conseguiu ainda “brekar” Roddick por 3 ocasiões em 8 oportunidades. Nas 47 ocasiões em que subiu à rede venceu 29 pontos. Em resumo, o norte.americano esteve melhor em todos os capítulos de jogo, confirmando o bom momento que atravessa. Certamente, uma meia-final “explosiva” frente a Andy Murray.


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Nadal faz teste antes de Wimbledon

Rafael Nadal, actual nº 1 mundial, fará uma partida de exibição em Londres, esta sexta-feira, no clube de Hurlingham. Recorde-se que “Rafa” não participou no torneio de Queen´s devido a um problema no joelho esquerdo. Nadal declarou que será bom poder testar em jogo o seu joelho, ultimando a sua participação em All England Club. De recordar que o espanhol natural de Manacor venceu o grand slam londrino frente a Roger Federer, numa final épica jogada em cinco sets.

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ATP 250 Halle: “Razia” entre Cabeças-de-série

O dia 3 no Gerry Weber Open, em Halle (Alemanha) ficou marcado pelas eliminações de 4 pré-designados. Se juntarmos o facto de Federer ter desistido da prova germânica, e da eliminação de Verdasco (3º CS) na 1ª ronda, sobram apenas 2 dos 8 favoritos ao título : N. Djokovic (nº 4 ATP) e J. Melzer (nº 26 ATP). Entre os encontros de hoje realce para a derrota de T. Berdych – o checo que venceu o torneio em 2007 (derrotou M. Baghdatis na final), ainda teve 2 match-points à sua disposição mas permitiu a reviravolta ao alemão, Misha Zverev.

[WC] M Zverev (GER) d [5] T Berdych (CZE) 36 62 76(8) – Salvou 2 “match-points”
[WC] B Becker (GER) d [8] R Schuettler (GER) 64 26 64
P Kohlschreiber (GER) d [6] D Tursunov (RUS) 64 76(6)
[WC] T Haas (GER) d [4] J Tsonga (FRA) 63 76(3)

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Roland Garros: Final histórica

Federer...finalmente em Roland Garros - Foto AFP

Federer...finalmente em Roland Garros - Foto AFP

Roger Federer conseguiu, finalmente, vencer em Roland Garros. Depois de um par de anos em que vinha cedendo no encontro decisivo para Rafael Nadal, o suiço aproveitou a eliminação precoce do espanhol frente a Robin Soderling, o seu opositor na final de hoje. O caminho do suiço não foi fácil, no entanto, o actual nº 2 ATP fez por merecer o seu histórico triunfo, graças a um ténis suficientemente evoluido para ultrapassar os obstáculos que entretanto foi vencendo, a caminho da grande final. Três parciais (6/1; 7/6(1) e 6/4),  garantiram ao suiço entrar no clube dos cinco tenistas na história da modalidade que venceram os quatro torneios do grand slam. “Sangue”, suor e lágrimas foi a receita para uma final que o suiço liderou em todos os capítulos do encontro. Se Soderling valorizou a final de hoje, o suiço graças ao seu ténis não permitiu que o sueco “entrasse” no encontro.

A receita de Federer para vencer a final em Roland Garros, foi ao fim ao cabo, a estratégia que vinha praticando face aos seus mais respectivos obstáculos a caminho da final. Um serviço explêndido complementado pela sua diversidade de direitas (o seu amortie incluido), não deu qualquer hipótese a Soderling. Por sua vez, o actual nº 25 ATP sentiu o momento, prova disso foi a inexistência dos seus “winners” ao longo da final, pelo menos em quantidade que fizesse mossa no antigo nº 1 mundial.

No 1º set, Federer quebrou o serviço de Soderling por 3 ocasiões – 1º, 3º e 7º jogo do parcial resumindo o set a um 6/1 em 23 minutos. Percebeu-se que Federer sentia-se como “peixe na água”, e o 2º set foi o  momento decisivo da final. Soderling manteve o seu “saque”, ainda que Federer mantivesse a sua enorme regularidade no 1º serviço. No tie-break, o antigo nº 1 mundial mostrou o seu grande carácter – 4 “Aces” e um amortie sentenciou o desempate vencendo por 7/1.

Percebia-se que Soderling estava algo inconfortável face ao jogo de Federer, muito perto de atingir a perfeição no seu nível de jogo. O suiço geriu a final à sua maneira, e depois de ter “brekado” o sueco logo no jogo de entrada do terceiro parcial, manteve o seu “saque” ,suficiente para fechar o set e o encontro (6/4). As estatísticas mostram essa superioridade – 66% a percentagem do 1º serviço, 16 “Aces”, 41 winners e 24 erros não forçados. Aproveitou 4 em 6 break-points, não cedendo o seu serviço ao longo desta final – 0/2, um deles cedido a *5/4 no 3º set. Por outro lado, Soderling “apenas” conseguiu 25 winners contra 22 erros não forçados. O seu 1º serviço não foi tão efectivo (60%), conseguindo apenas 2 “Aces”, uma ferramente essencial no seu jogo.

Depois de ter perdido as finais de 2006, 2007 e 2008, sempre para R. Nadal, o suiço venceu o seu 14º grand slam, igualando a marca de Pete Sampras, e somando o seu 59º título no circuito profissional. Mais do que um título, certamente o sonho realizado pelo suiço. Pelo outro lado, Soderling registou um grande torneio, sendo interessante o que irá conseguir nos próximos tempos.

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Roland Garros: Resumo dia 13

Jornada fantástica em Roland Garros! As meias-finais foram disputadas ambas em cinco sets, recheadas de emoção, um nível de ténis elevado, peripécias, drama e sobretudo um nível competitivo fabuloso. Depois da vitória de Soderling frente a R. Nadal, e sobretudo do nível tenistico exibido pelo sueco, iremos ter uma final que muitos adeptos de ténis esperavam: o carrasco de Nadal (Soderling) frente a R. Federer. Como se costuma dizer, ” quando não se tem cão caça-se com gato”, e este “gato” chamado Soderling promete dar que fazer ao antigo nº 1 mundial. Não se pode dizer que um encontro foi melhor que outro, cada um com as suas caracteristicas. Na primeira meia-final ,Soderling entrou com tudo – venceu os dois sets iniciais – e depois de se dar ao luxo de perder o 3º e 4º parcial, “carimbou” a presença na final num 5º e decisivo set. Já Federer empatou a meia-final (1/1), e depois de perder o 3º set foi atrás do prejuízo dando a “cambalhota” no marcador.

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