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	<title>Luso Ténis Internacional &#187; del potro</title>
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		<title>Austrália Open: On Court II</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 21:25:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Santos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A juiz-de-cadeira portuguesa, Mariana Alves, esteve em foco no encontro de J. M. Del Potro. O sul-americano já reconheceu estar longe de ser o nº 1 mundial, no entanto, nesta 1ª ronda do Austrália Open viveu um momento curioso, e principalmente para o próprio reflectir. Depois de uma decisão da juíza lusa em recusar &#8220;accionar&#8221; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A juiz-de-cadeira portuguesa, <strong>Mariana Alves</strong>, esteve em foco no encontro de <strong>J. M. Del Potro</strong>. O sul-americano já reconheceu estar longe de ser o nº 1 mundial, no entanto, nesta 1ª ronda do Austrália Open viveu um momento curioso, e principalmente para o próprio reflectir. Depois de uma decisão da juíza lusa em recusar &#8220;accionar&#8221; o disposivo electrónico, para tirar uma dúvida do jovem sul-americano no seu encontro face a <strong>M. Russell</strong>, o  &#8220;pupilo&#8221; de F. Davin &#8220;passou-se&#8221;. A recusa de Mariana Alves em utilizar aquele dispositivo teve como base a demora que Del Potro levou a fazer tal pedido. E o que é verdade é que o jovem sul-americano acabou por perder o 3º parcial, fruto de uma irritação a partir da decisão de Mariana, a todos os títulos injustificável. Será que é por estes momentos que Del Potro reconhece ainda ter que aprender muito com os seus rivais? A vitória acabou por sorrir a Del Potro, no entanto, acabou por ceder um set completamente do nada. Com outro rival o resultado pode não ser o mesmo. A não repetir&#8230;</p>
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		<title>US Open 2009:Os vencedores e os derrotados</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 20:55:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Santos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois da realização do US Open 2009, fica aqui uma pequena análise dos vencedores e derrotados de mais uma edição do torneio nova-iorquino. Porém há a registar um torneio que foi entusiasmante e se no sector masculino os últimos &#8220;actores&#8221; foram os esperados (refiro-me a partir dos quartos-de-final da prova), no sector feminino as surpresas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Depois da realização do US Open 2009, fica aqui uma pequena análise dos vencedores e derrotados de mais uma edição do torneio nova-iorquino. Porém há a registar um torneio que foi entusiasmante e se no sector masculino os últimos &#8220;actores&#8221; foram os esperados (refiro-me a partir dos quartos-de-final da prova), no sector feminino as surpresas foram mais que muitas.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;"><strong><br />
</strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;"><strong>Vencedores</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000080;">Del Potro </span></strong>- <span style="color: #000000;">o maior vencedor da prova! Praticou um ténis fantástico, se assim não fosse não conseguia por certo vencer R. Federer na grande final. </span>A sua direita e a sua pancada de &#8220;serviço&#8221; foram duas armas fantásticas, alicerçado numa componente mental muito forte. Grande prova disso foi a final, encontro do qual Federer se exibiu a grande nível nos primeiros dois sets.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000080;">K. Clijters </span></strong>- Mas que regresso fantástico. Depois de dois torneios (Toronto e Cincinnati) em que deu nas vistas, a antiga nº 1 mundial não lhe passaria pela cabeça vencer em Flushing Meadows. De recordar que venceu Venus e Serena Williams antes de derrotar a &#8220;teenager&#8221; C. Wozniacki na grande final. Demostrou uma consistência íncrivel, mais a mais depois de uma ausência bem prolongada no circuito WTA &#8211; um pouco mais de 2 anos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000080;">M.Oudin </span></strong>- Iremos certamente ouvir falar muito dela nos próximos tempos. A norte-americana de 17 anos protagonizou grandes encontros vencendo algumas das mais prestigiadas tenistas do momento. Com 17 anos apresenta uma maturidade táctica de lhe tirar o chapéu, consolidando todo o seu jogo de grande intensidade (direita íncrivel) com uma garra tremenda.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;"><strong>Derrotados</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><strong>A. Murray</strong></span> &#8211; Considerado por muito um dos grandes favoritos a chegar à final, o escocês natural de Dunblane sucumbiu à pressão, algo que certamente não lhe estava nos planos, mais a mais, depois dos torneios &#8220;1000&#8243; de Montreal e Cincinnati onde esteve bem. Caíu logo na 4ª ronda face a M. Cilic num encontro que demonstrou algum conformismo. A sua versatilidade não foi suficiente para sair de Nova Iorque com sorrisos nos lábios. Antes pelo contrário, ouviu muitas e boas dos seus compatriotas e não só!</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><strong>S. Williams &#8211; </strong></span>Uma das derrotadas do torneio. Esteve bastante bem até à meia-final diante de&#8230; K. Clijters. Exagerou nos protestos com a juiz-de-linha que lhe marcou &#8220;falta de pé&#8221;, algo que lhe valeu uma pesada multa. Acaba por demonstrar alguma irregularidade quando não coloca a primeira bola.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><strong>V. Williams &#8211; </strong></span>Actuação ainda mais discreta do que a sua irmã. É certo que saiu derrotada pela mesma rival, mesmo assim tinha condições para fazer bem melhor. Compadeceu de algumas limitações físicas que não a ajudaram a ultrapassar os obstáculos. Um ano bem duro para Venus.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><strong>D. Safina</strong></span> &#8211; a russa continua a falhar nos momentos decisivos. Na 3ª ronda cedeu perante P. Kvitova, uma jogadora que estava completamente à sua mercê. Ameaça ter uma passagem curta no &#8220;reinado&#8221; do WTA Tour se não conseguir ultrapassar a &#8220;lacuma&#8221; dos Grand Slams, e se é verdade que já disputou duas finais desses torneios, acabou por ceder de uma forma bastante sintomática. Será mais uma russa dotada de uma componente mental muita fraca para nº 1 mundial? Só o futuro dirá.</p>
<p style="text-align: justify;">P.S &#8211; Haveria certamente outros tenistas a merecer uma nota neste balanço, tanto de forma positiva (ex: Y. Wickmayer ou C. Wozniacki), ou constituindo algumas desilusões (N.Djokovic &#8211; uma vez mais não conseguiu ir mais além, S. Kuznetsova ou V. Azarenka). No entanto, fica aí o essencial.</p>
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		<title>ATP 1000 Cincinnati: Murray vence 4º Título &#8220;1000&#8243;</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 20:47:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Santos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O escocês Andy Murray celebrou com o seu triunfo em Montreal uma semana que vai ficar certamente na sua retina: interrompe a hegemonia que durava  da dupa Federer/ Nadal nos primeiros dois pontos do ranking ATP ia para quatro anos. Mais do que a sua vitória, o escocês tem vindo a demonstrar uma regularidade capaz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_2946" class="wp-caption alignleft" style="width: 235px"><img class="size-medium wp-image-2946" title="Montreal - Murray vence 4º GS 1000 - Foto Reuters" src="http://internacional.lusotenis.com/wp-content/uploads/2009/08/Montreal-Murray-vence-4º-GS-1000-Foto-Reuters-225x300.jpg" alt="Murray venceu no Canadá (Foto Reuters)" width="225" height="300" /><p class="wp-caption-text">Murray venceu no Canadá (Foto Reuters)</p></div>
<p style="text-align: justify;"><strong><em><span style="color: #000000;">O escocês Andy Murray celebrou com o seu triunfo em Montreal uma semana que vai ficar certamente na sua retina: interrompe a hegemonia que durava  da dupa Federer/ Nadal nos primeiros dois pontos do ranking ATP ia para quatro anos. Mais do que a sua vitória, o escocês tem vindo a demonstrar uma regularidade capaz de rivalizar com a dupla rival pela primazia do ténis mundial. Depois da vitória diante de Tsonga, e depois do triunfo face a Del Potro, o actual nº 2 ATP garantiu o seu 4º título de um ATP 1000 &#8211; antigos torneios da Série Masters. Duas horas e quarenta quatro minutos foi a duração de uma final que foi marcada por temperaturas muito elevadas e que ficará para a história com os parciais de 7/6; 6/7 e 6/1. </span></em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro set desenrolou-se sob o signo do equilibrio, saindo o sul-americano vencedor no tie-break (7/3). Para o tenista europeu o segundo set era crucial, e as coisas até pareciam correr de feição depois de Andy romper o serviço do seu rival. Porém, Del Potro não baixou os braços e depois de criar alguns problemas ao escocês no seu serviço, igualou o parcial levando a decisão para o desempate. Aí, Murray revelou-se muito seguro, e depois de vencer por 7/3 o tie-break garantiu a discussão num terceiro e último set.</p>
<p style="text-align: justify;">O tenista britânico revelava-se mais fresco fisicamente, já Del Potro acusava não só o desgaste da final, como o esforço que foi sujeito na véspera face a A. Roddick. Três quebras de serviço de Andy contra um de Del Potro no set decisivo, &#8220;desenhavam&#8221; um triunfo que teve tanto de esforçado e dificil como de meritório por parte do actual nº 2 ATP. Com este triunfo, Murray assegura o seu 5º título ATP em 2009 &#8211; depois de Doha, Roterdão, Miami e Queen´s, o escocês igualou o mesmo número de &#8220;canecos&#8221; na presente temporada de R. Nadal.</p>
<p style="text-align: justify;">Por seu turno, Del Potro saiu derrotado mas forçou os seus adversários a grandes encontros &#8211; realce para as vitórias face a R. Nadal (1/4) e frente a A. Roddick (1/2). A atravessar um bom momento de forma, um jogador a seguir sem dúvida esta semana em Cincinnati como no US Open dentro de quinze dias.</p>
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		<title>Roland Garros: Resumo dia 13</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 22:26:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Santos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Jornada fantástica em Roland Garros! As meias-finais foram disputadas ambas em cinco sets, recheadas de emoção, um nível de ténis elevado, peripécias, drama e sobretudo um nível competitivo fabuloso. Depois da vitória de Soderling frente a R. Nadal, e sobretudo do nível tenistico exibido pelo sueco, iremos ter uma final que muitos adeptos de ténis [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Jornada fantástica em Roland Garros! As meias-finais foram disputadas ambas em cinco sets, recheadas de emoção, um nível de ténis elevado, peripécias, drama e sobretudo um nível competitivo fabuloso. Depois da vitória de Soderling frente a R. Nadal, e sobretudo do nível tenistico exibido pelo sueco, iremos ter uma final que muitos adeptos de ténis esperavam: o carrasco de Nadal (Soderling) frente a R. Federer. Como se costuma dizer, &#8221; quando não se tem cão caça-se com gato&#8221;, e este &#8220;gato&#8221; chamado Soderling promete dar que fazer ao antigo nº 1 mundial. Não se pode dizer que um encontro foi melhor que outro, cada um com as suas caracteristicas. Na primeira meia-final ,Soderling entrou com tudo &#8211; venceu os dois sets iniciais &#8211; e depois de se dar ao luxo de perder o 3º e 4º parcial, &#8220;carimbou&#8221; a presença na final num 5º e decisivo set. Já Federer empatou a meia-final (1/1), e depois de perder o 3º set foi atrás do prejuízo dando a &#8220;cambalhota&#8221; no marcador.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-2223"></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;"><strong>Soderling a todo gás</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Robin Soderling</strong> entrou no seu embate face a Fernando Gonzalez (12º CS) a todo o gás. Alicerçado num serviço potente e de diversas devoluções de recurso de Gonzalez, o sueco procurava o &#8220;winner&#8221; com uma facilidade espantosa. Depois de ter vencido o 1º e 2º set com os parciais de 6/3 e 7/5, o encontro estava a &#8220;cair&#8221; para o lado do tenista nórdico. No entanto, era de prever que Soderling não aguentasse o ritmo, e se Gonzalez não conseguiu ganhar sobremacia sobre o 23º CS, conseguiu manter-se por perto no marcador. O placard encontrava-se em 5/5, (3º set) e Gonzalez sentia chegar o momento da verdade. Depois de ter ganho o seu &#8220;saque&#8221;, o chileno conseguiu &#8220;brekar&#8221; o sueco e assim fechar o 3º set. O set seguinte regeu-se sobre o signo do equilibrio, e uma vez mais Gonzalez &#8220;brekou&#8221; num momento importante : 5/4*, remetendo para o 5º set a decisão do encontro. Parecia que Soderling estava &#8220;KO&#8221;, já não revelava a mesma frescura quer física quer animica. E a tendência do último set confirmava isso mesmo: Gonzalez chegou a 4/1, com serviço de Soderling. Graças a um serviço explosivo, o sueco nunca deixou de pressionar o chileno e depois de vencer o seu jogo de serviço, &#8220;brekou&#8221; o sul-americano (4/4). A partir daí, Robin deu a volta ao encontro, fez o 5/4 no seu serviço e graças a uma direita em cima da linha converteu um match-point em vitória nesta meia-final. O jogo teve um nível muito elevado. Só para termos uma ideia, Soderling conseguiu 74(!) winners contra 45 erros não forçados, enquanto Gonzalez registou a marca de 59/33. Já no &#8220;item&#8221; dos &#8220;aces&#8221; venceu Gonzalez (22 contra 16), enquanto a conversão de break-points em jogos convertidos foi muito equilibrado &#8211; 5 em 18 para Soderling, 4 em 7 para Gonzalez, ainda que o chileno tenha aproveitado em melhor percentagem.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;"><strong>Federer de novo em 5 sets</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Roger Federer</strong> partia para esta meia-final com algum favoritismo</span>, no entanto, era de contar com um Del Potro poderoso fisicamente quer tecnicamente. Com um jogo de fundo do court bem eficaz, o argentino detém um serviço muito forte. Já Federer, não com um serviço tão explosivo, faz da sua diversidade e colocação um ponto chave no seu ténis. Para auxiliar a sua direita com tantas soluções, e uma esquerda que em alguns momentos mostra uma fragilidade a explorar pelos seus adversários, o encontro começou sobre o signo de equilibrio. No 5º jogo, Del Potro quebrou o serviço a Federer e partiu para a vitória no set inaugural (6/3). Federer estava a sentir muitas dificuldades no serviço de Del Potro, de tal forma que só no tie-break conseguiu iqualar o encontro. O 3º set sempre importante na tendência do encontro, &#8220;caíu&#8221; para Del Potro que continuava não só a servir de forma exemplar, como subindo imensas vezes à rede para aí concluir os pontos. Chegou a uma vantagem inicial de 2/0 e 3/1, e depois de brekar Federer pela segunda vez no set, fechou o parcial a 6/2. Perto de 3 horas de encontro, Federer não conseguia &#8220;descolar&#8221; no placard, foi quando a partir daí, Del Potro começou a ceder fisicamente. Com Federer a vencer o 4º set por 6/1, o ascendente do encontro parecia &#8220;inclinar&#8221; para o suiço. Depois de um ínicio de set favorável &#8211; 2/0, Del Potro parecia estar &#8220;encostado às cordas&#8221;, mas um break no serviço de Federer, &#8220;resgatou&#8221; as esperanças do sul-americano em chegar à final do grand slam. Foi no famoso e histórico 7º encontro que Federer ganhou a vantagem que viria a ser fatal. Com os parciais de 3/6; 7/6(2); 2/6; 6/1 e 6/4, Federer continua a alimentar o sonho de deter o grand slam da sua carreira, algo que está a &#8220;apenas&#8221; um encontro de distância. Federer registou 50 winners (muitos deles com a sua famosa direita), e 29 erros não forçados. Com 5 &#8220;ases&#8221;, o suiço conseguiu converter 4 das 12 oportunidades de break. Já Del Potro fez do seu serviço uma das suas principais armas (16 &#8220;aces&#8221;), conseguindo 55 winners &#8211; mais 5 que Federer, e 40 erros não forçados. Um encontro de bom nível no qual Federer nos momentos cruciais impôs-se devido à sua capacidade fisica, quer na sua solidez mental.</p>
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		<title>Roland Garros: Antevisão meias-finais masculinas</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 22:56:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises e Reportagens]]></category>
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		<description><![CDATA[Os finalistas da edição 2009 de Roland Garros vão ser conhecidos depois de dois embates com cortornos bem diferentes. Na primeira meia-final, Robin Soderling e Fernando Gonzalez batem-se por um lugar na final, fase da prova que defrontarão o vencedor do duelo Federer/ Del Potro.Veremos se Soderling confirma-se como a grande surpresa da prova &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os finalistas da edição 2009 de Roland Garros vão ser conhecidos depois de dois embates com cortornos bem diferentes. Na primeira meia-final, Robin Soderling e Fernando Gonzalez batem-se por um lugar na final, fase da prova que defrontarão o vencedor do duelo Federer/ Del Potro.Veremos se Soderling confirma-se como a grande surpresa da prova &#8211; estatuto que alcançou com a vitória frente a Nadal, enquanto Gonzalez procura concluir uma caminhada mais sóbria. No outro embate, Federer parte como favorito mas atenção a Del Potro que continua a consolidar a sua entrada no top-5 mundial.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #000080;">R. Soderling (23) vs F. Gonzalez (12)</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Robin Soderling</strong> é sem dúvida uma das figuras de Roland Garros 2009. O sueco está a jogar um ténis íncrível alicerçado numa confiança extrema, o que não será alheio o trajecto até esta meia-final. O nórdico começou por despachar dois norte-americanos &#8211; K. Kim e D. Istomin, sempre em dois sets. A partir desse momento sempre em ascendente. Primeiro, despachando D. Ferrer, a seguir a fantástica vitória frente a R. Nadal (1ª CS), e finalmente o  &#8220;triunfo&#8221; face ao russo N. Davydenko. Os dois primeiros em 4 sets, Davydenko em três sets apenas (6/1; 6/3 e 6/1). Já <strong>Fernando</strong> <strong>Gonzalez</strong> registou um percurso em que apenas perdeu um set e para A. Murray. Em três sets bateu de forma consecutiva J. Vanek, Rui Machado, o wild-card francês J. Ouanna e V. Hanescu; em quatro sets o escocês Andy Murray. No confronto directo, o sul-americano leva a melhor &#8211; 4 vitórias contra 3 derrotas. Em pó-de-tijolo encontraram-se duas vezes, vencendo sempre Gonzalez &#8211; primeiro em Monte Carlo (2006), depois na Taça do Mundo de equipas em Dusseldorf (2007). De realçar que o primeiro duelo foi abandonado por Soderling quando o resultado se encontrava em 6/2 e 3/1.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #000080;">R. Federer (2) vs Del Potro (5)</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000080;"><span style="color: #000000;">A segunda meia-final coloca frente-a-frente o CS nº 2, <strong>Roger Federer</strong> e o 5º pré-designado, <strong>J. M. Del Potro</strong>. O primeiro parte como favorito, até porque nos confrontos directos venceu os 5 encontros registados no circuito profissional. Curiosamente, apenas um desses encontros em terra batida, e no recente Masters 1000 de Madrid &#8211; 6/3 e 6/4 nas meias-finais da prova. Além do confronto directo, Federer encontra-se a duas vitórias de fazer história &#8211; &#8220;resgatar&#8221; o Grand Slam Carreer&#8221; ou seja deter os quatro torneios do grand slam. Federer poderá aproveitar o facto de &#8220;Rafa&#8221; Nadal já ter sido eliminado, no entanto nada está garantido. O caminho do suiço não foi propriamente fácil &#8211; venceu A. Martin (três sets), mas a patir daí as dificuldades aumentaram &#8211; na 2ª e 3ª ronda perdeu um set para Acasuso e P. H.Mathieu, para nos oitavos-de-final vencer em 5 sets frente a T. Haas &#8211; este último venceu os dois primeiros sets. Nos quartos-de-final venceu G. Monfils (11º CS) aproveitando de certa forma a &#8220;deficiente&#8221; capacidade física do francês. Já o argentino perdeu apenas 1 set até ao momento &#8211; iniciou o seu trajecto em Roland Garros frente a M. Llodra, V. Troicki e I. Andreev (todos eles despachados em 3 sets), perdendo apenas um set para J. W. Tsonga. Nos quartos-de-final voltou aos seus encontros em 3 sets despachando T. Robredo &#8211; a última esperança da &#8220;armada espanhola&#8221;. Um encontro que está a suscitar enorme interesse &#8211; por um lado a forma ascendente como Del Potro tem evoluido na sua carreira, por outro Federer, que tem em Paris, quem sabe, a última oportunidade de vencer em Roland Garros. </span><br />
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