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	<title>Luso Ténis Internacional &#187; João Saro &#8211; &#8220;Juíz(o) de Linha&#8221;</title>
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		<title>Barómetro dos favoritos&#8230; e já vamos na 3ª ronda!</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Jan 2010 18:01:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Saro</dc:creator>
				<category><![CDATA[João Saro - "Juíz(o) de Linha"]]></category>

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		<description><![CDATA[Três jornadas depois é possível fazer uma avaliação mais rigorosa do estado de forma dos principais favoritos. Apesar de não me ser possível acompanhar o Australian Open a fundo, quer pelo fuso horário quer pelos afazeres a que estou obrigado, aqui fica a minha avaliação desta 1ª semana. No meu ver, existem 6 favoritos: Federer, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Três jornadas depois é possível fazer uma avaliação mais rigorosa do estado de forma dos principais favoritos. Apesar de não me ser possível acompanhar o Australian Open a fundo, quer pelo fuso horário quer pelos afazeres a que estou obrigado, aqui fica a minha avaliação desta 1ª semana. No meu ver, existem 6 favoritos: Federer, Nadal, Djokovic, Murray, Del Potro e Davydenko.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Roger Federer</strong> &#8211; Vi grande parte da díficil 1ª jornada e meia dúzia de pontos da 3ª. Tem vindo a subir de forma, mas também frente a adversários relativamente fáceis. Parece-me muito errático para o seu habitual e juntando às prestações em Abu Dhabi e Doha, penso que vai ser muito complicado vencer este torneio, pouco provável se encontrar Davydenko (nos quartos) e Djokovic (nas meias).</p>
<p style="text-align: justify;">Estatística relevante face a Montanes na 3ª ronda: mais de metade dos pontos de Montanes foram erros não forçados do suíço (que equivale também a mais de 40% face ao nº de pontos que venceu).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Rafael Nadal</strong> &#8211; O espanhol vem cada vez mais apostando no jogo agressivo, controlando o ponto sempre que possível. Tenta agora jogar cada vez mais dentro de court com aposta nos pontos ganhantes. Parece-me em boa forma, não esteve nada mal na final de Doha frente a um impecável Davydenko. Não vi o jogo da 3ª ronda e a perda do set, mas é um sério candidato.</p>
<p style="text-align: justify;">Poderá apanhar Murray nos quartos, o que será o maior desafio, à partida, até a uma eventual final que apanharia quase de certeza um de 3 grandes nomes: Federer, Djokovic ou Davydenko.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Novak Djokovic</strong> &#8211; Perdeu um set na 2ª ronda, seguido de uma &#8220;goleada&#8221; na 3ª e tem caminho aparentemente livre até às meias (Tsonga ou Almagro nos quartos não me parecem justificar alarmismos para um sério candidato ao troféu). Para mim, é uma incógnita entre este lote, o jogo das meias-finais será &#8220;o&#8221; encontro para ele (eventualmente frente a Federer ou Davydenko).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Andy Murray</strong> &#8211; Conjuntamente com Davydenko e Hewitt, o único que ainda não cederam qualquer set. Confesso as constantes dúvidas que venho afirmando sobre a sua capacidade de vencer um Slam. Parece, no entanto, que vem vindo a mudar um pouco o seu estilo, parece em forma e quem sabe. Tem um sempre perigoso Isner nos oitavos, Nadal (?) nos quartos, Del Potro ou Roddick (?) nas meias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Juan Martin Del Potro</strong> &#8211; Face aos primeiros resultados da época, só o aqui coloco porque é o último detentor de um Slam e possui um ténis capaz de levar ao sucesso. Parece, no entanto, ser talvez o menos candidato deste lote. Já perdeu 4 sets em 3 encontros num máximo de 6 para estar onde está. Mesmo frente a um Roddick (possível nos quartos), não sei se vencerá.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nikolay Davydenko</strong> &#8211; Os holofotes começam a debruçar-se finalmente sobre ele. Confesso nunca ter sido um grande admirador, mas quem já o viu ao vivo (provável para quem já foi pelo menos uma vez ao Estoril Open) percebe porque está há tanto tempo no top-10. O resultado de Doha (na sequência das Finals de Londres) catapultou-o para o favoritismo que nunca teve e muitos arriscam-no como o principal candidato. O calendário é quase tão complicado como o de Federer (eventualmente o próprio Federer, Djokovic e Nadal/Murray/Del Potro).</p>
<p style="text-align: justify;">Estatística relevante: Teve em todos os encontros um set ganho por 6-o e nunca permitiu mais de 4 jogos num set.</p>
<p style="text-align: justify;">Deste lote, só me surpreenderia verdadeiramente (face ao que vi até hoje) uma vitória de Del Potro.</p>
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		<title>Agassi e as drogas II</title>
		<link>http://internacional.lusotenis.com/2009/11/06/agassi-e-as-drogas-ii/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 01:20:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Saro</dc:creator>
				<category><![CDATA[João Saro - "Juíz(o) de Linha"]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas são as vozes que têm vindo criticar Agassi pela revelação na sua auto-biografia. Jogadores e ex-jogadores, sejam compatriotas ou não do norte-americano, têm vindo sucessivamente declarar-se contra a decisão do penúltimo tenista a fazer o Grand Slam de carreira. De Federer a Navratilova&#8230; Há, no entanto, um paradoxo na declaração de muitos. Nomes como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Muitas são as vozes que têm vindo criticar Agassi pela revelação na sua auto-biografia. Jogadores e ex-jogadores, sejam compatriotas ou não do norte-americano, têm vindo sucessivamente declarar-se contra a decisão do penúltimo tenista a fazer o Grand Slam de carreira. De Federer a Navratilova&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Há, no entanto, um paradoxo na declaração de muitos. Nomes como Nadal ou Becker condenam que tal &#8220;trapalhada&#8221; tenha acontecido no ATP, mas criticam também Agassi por vir agora falar no assunto, prejudicando a modalidade. Para eles, deveria ficar calado para sempre.</p>
<p style="text-align: justify;">Ora a atitude que &#8220;pedem&#8221; a Agassi é em tudo parecida à do ATP em 1998: <strong>abafar o assunto para não prejudicar a modalidade</strong>!</p>
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		<title>Agassi, o desporto e o doping</title>
		<link>http://internacional.lusotenis.com/2009/10/29/agassi-e-o-dopping/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 23:07:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Saro</dc:creator>
				<category><![CDATA[João Saro - "Juíz(o) de Linha"]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos últimos dias, saiu a público um suposto (e provável) consumo de drogas por parte de Andre Agassi em 1997, na pior fase da sua carreira. Terá sido apenas uma ou algumas vezes, mas foi o suficiente para acusar positivo num controlo anti-doping. Um caso que foi abafado, na altura, pelo ATP dadas as explicações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nos últimos dias, saiu a público um suposto (e provável) consumo de drogas por parte de Andre Agassi em 1997, na pior fase da sua carreira. Terá sido apenas uma ou algumas vezes, mas foi o suficiente para acusar positivo num controlo anti-doping. Um caso que foi abafado, na altura, pelo ATP dadas as explicações do tenista que confessa que mentiu, à época, nas  mesmas ao dizer que não consumiu conscientemente.</p>
<p style="text-align: justify;">É uma história que promete alguma polémica e discussão. Mediático porque é Agassi, pese embora a própria personalidade atenue as críticas pós-carreira de uma das maiores estrelas de sempre no ténis e não só.</p>
<p style="text-align: justify;">Abre a discussão de casos de consumo que nada têm a ver com a prática desportiva, como alegadamente fora também o caso de Martina Hingis e Richard Gasquet, mas também o próprio papel do ATP nesta história. Confesso que acho a questão do dopping uma questão muito subjectiva de julgamento público pela elevada dose técnica que envolve e que me escapa, a mim e a grande parte dos amantes do desporto.</p>
<p style="text-align: justify;">Na realidade, parece que também escapa às federações e associações internacionais. Apesar de não ser tanto a parte técnica que lhes afecta (embora também), mas pela mediatização negativa que traz às modalidades. Maior controlo e maior dureza resulta em maior número de casos, teoricamente torna o desporto mais limpo, mas mediaticamente a percepção é exactamente contrária, como foi o exemplo do caso do ciclismo. Ou mesmo do ténis no caso recente com o caso de apostas. Recordo que o ATP tomou medidas que prioritariamente serviam para evitar novas polémicas, mais que o problema em si.</p>
<p style="text-align: justify;">Face à situação de Agassi, o ATP acreditou na versão do tenista e decidiu abafar. Será que fez bem?</p>
<p style="text-align: justify;">Na perspectiva de aplicar a justiça cegamente, não! Mas em que é que o ATP ganharia em acusar um dos tenistas que melhor visibilidade trouxe ao ténis? Agassi poderia ter sido suspenso, não ter ganho o Grand Slam de carreira e ficaria com uma carreira notável manchada. E porquê? Porque numa má fase da sua carreira, consumiu droga sem qualquer ligação ao rendimento desportivo.</p>
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		<title>Favoritos à escolha?</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 23:20:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Saro</dc:creator>
				<category><![CDATA[João Saro - "Juíz(o) de Linha"]]></category>
		<category><![CDATA[prognósticos]]></category>
		<category><![CDATA[US Open]]></category>

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		<description><![CDATA[O US Open já começou e o seu campeão entrou a vencer, Roger Federer não teve problemas de maior frente a um jovem norte-americano que nem no top-1000 se encontra. Mas será o suíço favorito? Em teoria seria de longe, na minha opinião é incontornável esse estatuto, mas penso que está longe de ser  um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O US Open já começou e o seu campeão entrou a vencer, <strong>Roger Federer</strong> não teve problemas de maior frente a um jovem norte-americano que nem no top-1000 se encontra. Mas será o suíço favorito?</p>
<p style="text-align: justify;">Em teoria seria de longe, na minha opinião é incontornável esse estatuto, mas penso que está longe de ser  um claro favorito. A sua irregularidade ao longo da temporada, apenas disfarçada pelo &#8220;Canal da Mancha&#8221; (RG e Wimb) e os recordes que tem batido (15 GS, perto de igualar Agassi nos Masters e Sampras no All England Club), continuam a colocar algumas dúvidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Sou da opinião que Roger está a fazer uma das piores temporadas a nível de ténis praticado (só a do ano passado pode rivalizar), embora com o preenchimento &#8220;final&#8221; do seu palmarés a dar-lhe um dos melhores momentos da carreira. Valeu a &#8220;ausência&#8221; de Nadal em Roland Garros e quase foi surpreendido na final de Wimbledon por&#8230; Roddick!</p>
<p style="text-align: justify;">O interessante é verificar que um Federer mediano é suficientemente superior ao resto do circuito  (c/ Nadal envolto em problemas físicos). É isso que talvez é mais assustador no nº 1 mundial, é que mesmo em fases muito negativas nunca deixou de vencer Grand Slams por muito tempo, há sempre um em que consegue ser suficientemente bom para vencer.</p>
<p style="text-align: justify;">Daí que, apesar de achar que continue a estar longe do seu melhor, Roger parta para este US Open como favorito e até sem grande pressão. Há outros nomes a ter (muito) em conta:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Andy Murray</strong> &#8211; Vencedor em Montreal, deu provas de boas formas e tem no US Open o slam mais adequado para o seu ténis, o ponto negativo talvez seja mesmo a falta de provas em momentos decisivos;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Juan Martin Del Potro</strong> &#8211; Parte sem a pressão de favorito, mas as carreiras de 2008 e 2009 na US Open Series apontam-no como candidato a sérios estragos;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Andy Roddick</strong> &#8211; Parte também sem grande favoritismo a nível mediático, mas provou na final de Wimbledon que ainda vai a tempo de lutar pelo 2º slam na sua carreira;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Novak Djokovic</strong> &#8211; Embora longe do favoritismo que tinha há um e dois anos, é um nome a seguir e com maior pressão que Del Potro e Roddick, até porque tem o seu 4º posto em risco até ao final do ano;</p>
<p style="text-align: justify;"><em>E, obviamente,&#8230;</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Rafael Nadal</strong> &#8211; A incógnita, diga-se! No regresso da sua lesão e após uma dura perda dos títulos de Roland Garros e Wimbledon para o seu rival de sempre, o espanhol parte como favorito e incógnita, sendo que pode já fazer Grand Slam de Carreira aos 23 anos. Os quartos-de-final e meias-finais nos Masters 1000 do US Open Series reforça a dúvida: será capaz de lutar pelo US Open?</p>
<p style="text-align: justify;">Muito depende também dos protagonistas das rondas decisivas, um Federer-Nadal na final seria explosivo, por exemplo. Reforço as minhas dúvidas sobre o favoritismo de cada um destes nomes, surpresa seria que fosse alguém fora deste leque a conquistar o título.</p>
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		<title>Política meteorológica/reembolso de bilhetes</title>
		<link>http://internacional.lusotenis.com/2009/05/10/politica-meteorologicareembolso-de-bilhetes/</link>
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		<pubDate>Sun, 10 May 2009 22:35:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Saro</dc:creator>
				<category><![CDATA[João Saro - "Juíz(o) de Linha"]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem, à saída do Jamor, a um quarto de hora das 19, era fácil perceber o descontentamento de grande parte dos espectadores pelo facto de não terem usufruído na totalidade (diria que nem metade) do espectáculo do Estoril Open. Como está generalizado em todo o circuito do ATP e WTA, basta um encontro ser concluído [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem, à saída do Jamor, a um quarto de hora das 19, era fácil perceber o descontentamento de grande parte dos espectadores pelo facto de não terem usufruído na totalidade (diria que nem metade) do espectáculo do Estoril Open.</p>
<p>Como está generalizado em todo o circuito do ATP e WTA, basta um encontro ser concluído para não haver lugar a qualquer reembolso. Ou seja, com a final feminina concluída, não haveria lugar a reembolso.</p>
<p>É fácil perceber o quão delicada é esta questão para as organizações. Falando apenas em questões financeiras directamente relacionadas com os bilhetes e num cenário simplista, entre a organização e os adeptos, uma das partes ou ambas irão ficar a perder. Os únicos que saem ilesos monetariamente são os tenistas, já que nada é descontado nos prémios ou no &#8216;cachet&#8217; previamente acordados. Resta saber como os custos são repartidos entre os restantes.<span id="more-1858"></span></p>
<p>Pela lógica, tudo o que a organização reembolsar, é prejuízo para a mesma. Desconheço a existência de seguros para tais ocasiões, que devem existir, mas também é fácil perceber que as seguradoras não facilitam este processo.</p>
<p>No entanto, é uma questão que deve ser seriamente repensada por uma questão de justiça para quem alimenta este espectáculo: os adeptos!</p>
<p><strong>A questão das meias-finais masculinas</strong></p>
<p>Ontem, bastava olhar para o court central, era residual o número de pessoas que pagaram 40 euros com a perspectiva de ver a final feminina. Boa parte nem sequer viu uma pequena parte da mesma.</p>
<p>A meias-finais masculinas eram mais aguardadas! Tecnicamente, pela diferença de categoria de ambas as competições. Neste caso particular, era mesmo o encontro de Blake e Davydenko que era o centro das atenções.</p>
<p>Fica a questão se não seria justo o reembolso parcial do bilhete, nunca a sua totalidade, obviamente.</p>
<p>Outra solução, tecnicamente mais complicada era permitir que os bilhetes de sábado dessem acesso ao recinto no domingo e ao Court Central apenas para as meias-finais. Não seria complicado retirar o público entre os encontros relativos ao dia anterior e ao próprio, mas levanta outras questões. A primeira seria a capacidade do recinto para albergar cerca de 10 mil pessoas, a segunda é que a boa parte das pessoas de sábado não poderiam assistir no domingo. Neste caso, sendo verdade, a solução não era eficaz. O Court Central apresentaria-se despido e a questão do reembolso para as outras pessoas manteria-se.</p>
<p><strong>A questão da hipotética final na 2ª feira</strong></p>
<p>Mais incompreensível era a hipotética final numa 2ª feira. Na banca de informações, era explicado que quem tivesse bilhetes para domingo (dia da final) ficaria sem o dinheiro e poder ver a final caso um encontro fosse concluído. Isto é, se a final de pares, ou mesmo umas das meias-finais, fosse realizada hoje e concluída e a final de singulares adiada, não se reembolsavam os 50 euros. Caricato, não é?</p>
<p>É perfeitamente compreensível que os bilhetes sejam para o dia. É muito complicado arranjar outro esquema num evento desportivo deste tipo, mas há que ter a noção do ridículo quando falamos, por exemplo, de um bilhete para o dia da final. É que ao contrário do que disse no início, neste caso, a organização ainda obteria mais lucro por novo dia. E a solução aqui até seria simples, os que tivessem bilhete no domingo, poderiam aceder ao complexo e court central na 2ª feira para a final, não há nada a enganar.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>É verdade que a aposta na compra de um bilhete diário para os últimos dias tem sempre um grande elevado grau de sorte em alguns aspectos (um deles são os tenistas que chegarão a essa fase), mas no que toca à política meteorológica, as organizações dos torneios deveriam ser mais criativas. Os adeptos não deveriam estar tão expostos a estas situações.</p>
<h6><em>Nota: Este caso aplicado à jornada de ontem trata-a como se não tivesse realizados mais encontros após as 19 horas. Algo que foi dado a entender pelo staff da organização (ver aqui).</em></h6>
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