‘Análises e Reportagens’


Doha: Davydenko vence Nadal e evento “250″

Foi uma final cheia de incertezas quanto ao vencedor e à forma como a mesma iria acontecer. Com emoção, espectáculo e competitividade, principalmente no 2º e 3º set, o encontro que punha à frente-a-frente R. Nadal e N. Davydenko acabou por proporcionar um grande espectáculo. Uma maratona de 2 h 43 m foi o tempo necessário para o russo e nº 6 ATP levar de vencida o espanhol R. Nadal pela segunda vez consecutiva. Com os parciais de 0/6; 7/6(8) e 6/4, o russo venceu o actual nº 2 mundial, novamente, depois de o ter feito no ATP Finals de Londres em Novembro último. Com o despique ao rubro à entrada desta final – 4 vitórias para cada um, a final de Doha acabou por funcionar como uma espécie de tira-teimas. Ao endiabrado R. Nadal do 1º set, respondeu N. Davydenko com grande confiança no serviço e as suas famosas aberturas de ângulos nos sets seguintes.

Com bolas muito compridas, R. Nadal acabou por “afastar” Davydenko de dentro do “Court” no set inaugural, algo que não conseguiu a partir do 2º parcial. Por outro lado, Davydenko não esteve tão bem no serviço, como no encontro das meias-finais, mas acabou ao longo da final de melhorar esse aspecto do seu jogo. Depois de Nadal ter vencido o 1º parcial por um retundante 6/0, o tenista de leste surgiu bem mais consistente chegando mesmo a uma vantagem de 4/1 no 2º set. O espanhol não se descompôs, e acabou por igualar o parcial no 10º jogo devolvendo o “break” que tinha cedido ao 5º jogo de set. Com o tie-break à vista, os dois rivais envolveram-se em mini-breaks conquistados e cedidos, acabando o russo por vencer o desempate com o resultado de 10/8.

No set decisivo, a tendência do encontro não se alterou. Nadal ainda conseguiu “brekar” Davydenko no 3º jogo mas o encontro não estava definitivamente acabado. O russo manteve a sua atitude e acabou por dar a cambalhota no marcador, resolvendo a contenda no 10º jogo do parcial, já depois de ter recuperado o break no quinto jogo de set. Este foi o 20º título ATP para N. Davydenko e o seu primeiro título do ano. Recorde-se que N. Davydenko encontra-se imbativel desde Novembro último.

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Circuito WTA: Torneios da semana

O circuito feminino está de volta, tal como o circuito ATP. Na primeira semana oficial irá disputar-se dois torneios, dois eventos que serão disputados na Oceânia. No maior torneio da semana, o evento de Brisbane, concentra as atenções por diversos motivos. Primeiro de todos, aquele que apresenta figuras no ténis feminino mais relevantes, depois porque marca o retorno ás provas oficiais de Justine Hénin. A principal cs da prova é a sua compatriota K. Clijters num torneio que foi vencido em 2009 por V. Azarenka, ex-pupila de Antonio Van Grichen.

Para já, Justine Hénin irá estrear-se no torneio frente à 2ª cabeça-de-série, a russa N. Petrova. O encontro está a suscitar bastante curiosidade, até porque a belga em Dezembro venceu três encontros exibição em outros tantos desafios. Na ronda inaugural da prova destaque ainda para os embates K. Clijters frente a T. Garbin, e aquele que irá opôr a 3ª cs da prova, a sérvia Ana Ivanovic à australiana J. Dokic.Os encontros da primeira ronda começa já este domingo em Brisbane.

Eventuais Confrontos Quartos-de-final (Brisbane)

(1) K. Clijters vs (8) A.Wozniak

(4) D.Hantuchova vs (8) I.Benesova

(5) A.Kleybanova vs (3) A.Ivanovic

(7) M.Czink vs J. Hénin

Por seu turno, em Auckland, disputa-se o outro evento da semana. Em 2009, E. Dementieva venceu o evento neo-zelandês mas não estará presente no torneio deste ano. A final do ano passado foi cem por cento russa tendo E. Vesnina sido a finalista vencida. Este ano, a italiana F. Penneta apresenta-se como principal figura, tendo Li Na e Y. Wickmayer (Wild-Card) as suas principais opositoras.

Eventuais Confrontos Quartos-de-final (Auckland)

(1) F.Penneta vs (8) A.Rezai

(4) F.Shiavone vs (6) E.Vesnina

(5) V.Razzano vs (WC/3) Y. Wickmayer

(8) Medina Garrigues vs (2) Li Na

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Circuito ATP: Torneios da semana

A.Murray venceu em Doha em 2009 (Getty Images)A primeira semana oficial do circuito ATP fica marcada pela existência de três torneios, todos eles de categoria 250. Na capital do Qatar, em Doha, joga-se o torneio que maior “cartaz” apresenta. Para nós portugueses ainda tem mais um motivo de interesse: a presença de Frederico Gil, nº 1 nacional. O torneio foi vencido no ano passado pelo escocês Andy Murray, ele que se sagrou bi-campeão. Na final, o escocês natural de Dunblane, venceu  o norte-americano A. Roddick, dois tenistas que não estarão presentes no evento (Foto Getty Images) . Pese a ausência dos dois finalistas em 2009, o torneio apresenta quatro tenistas entre o Top-20 mundial – R. Federer (nº 1), R. Nadal (nº 2), N.Davydenko (nº 6) e M. Youznhny (nº 19).

O sorteio do quadro principal foi esta tarde, tendo ditado o confrontro entre R. Federer frente ao belga C. Rochus, e do espanhol R. Nadal face ao italiano S. Bolelli. Se os principais favoritos chegarem às meias-finais, o actual nº 1 mundial terá que enfrentar N. Davydenko nas meias-finais, enquanto na outra partida que ditará o outro finalista poderá pôr a frente Nadal e o russo M. Youznhy.Durante o fim-de-semana joga-se o “qualifyng”, estando previsto o ínicio do quadro principal na próxima segunda-feira.

Eventuais confrontos quartos-de-final

(1) R. Federer vs (6) A.Montañes

(3) N.Davydenko vs (7) I.Karlovic

(5) V.Troicki vs (4) M.Youznhy

(8) G.Garcia Lopez vs (2) R. Nadal

ATP Brisbane e ATP Chennai

Nos outros dois eventos da semana, R. Soderling e A. Roddick apresentam-se como principais cabeças-de-série em Chennai (Índia) e Brisbane, respectivamente. Na Austrália, no primeiro torneio a contar para os “Australian Events”, Roddick é o 1º cs, evento que terá ainda em R. Stepanek e G. Monfils os principais rivais ao norte-americano. Recorde-se que R. Stepanek venceu o torneio o ano passado, graças a uma vitória frente a F. Verdasco no encontro decisivo. Já, em Chennai, M. Cilic apresenta-se para defender o seu título de 2009 quando bateu o indiano S. Devvarman.

Eventuais confrontos quartos-de-final(Brisbane)

(1) A.Roddick vs (8) J.Melzer

(4) T.Berdych vs (8) T.Belluci

(5) S.Querrey vs (3) G.Monfils

(7) J.Chardy vs (2) R.Stepanek

Eventuais confrontos quartos-de-final(Chennai)

(1) R.Soderling vs (5) D.Sela

(3) S.Wawrinka vs (7) M.Berrer

(8) R.Ram vs (4) J.Tipsarevic

(6) S.Greul vs (2) M.Cilic


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Davis Cup: 4º título para a Espanha

O seleccionado espanhol, capitanead0 por Albert Costa,  está de parabéns. Pela 4ª vez na sua história, a Espanha venceu a Taça Davis depois de ter vencido a sua congénere checa no Palau Saint-Jordi, na capital da Catalunha, Barcelona. O fim-de-semana que agora finda foi testemunha de uma grande vitória dos tenistas espanhóis que de certa forma confirmaram o estatuto de favoritos. Por um retundante (5/0), os espanhóis não deixaram dúvidas sobre a sua superioridade, levando de vencida os cinco encontros que faziam parte da agenda desta final. David Ferrer foi a grande figura, acompanhado por R. Nadal nos encontros de singulares ,e de F. Lopez e F. Verdasco no encontro da variante de pares.

Os recentes bi-campeões da Taça Davis (Associated Press)

Os recentes bi-campeões da Taça Davis (Associated Press)

Foi num ambiente ao rubro que a selecção espanhola levou de vencida a equipa checa comandada por T. Berdych e R. Stepanek. A superioridade dos tenistas espanhóis nunca esteve em causa, no entanto, o segundo singular foi a chave de uma final que poderia ter outra fisionomia se R. Stepanek segurasse a vantagem conseguida.

Este domingo foi apenas para cumprir calendário. R. Nadal e D. Ferrer tiveram a possibilidade de serem consagrados pelos seus compatriotas, levando de vencida J. Hajek e L. Dhouhy. O nº 2 do mundo venceu o nº 102 ATP em dois simples parciais (6/3 e 6/4). Já a grande estrela do primeiro dia venceu Dhouhy por 6/4 e 6/2. Desta forma, R. Nadal e D. Ferrer fecharam o ano em grande levando de vencida os quatro singulares que participaram dando à Espanha o bi-campeonato.Particularmente, o tenista de Mallorca acaba a temporada de uma forma bem melhor, quem sabe um tónico importante para o inicio de 2010.

O primeiro e segundo dia da final

Como é habitual os primeiros dois dias de uma eliminatória da Taça Davis são fundamentais, mais a mais numa final. Rafael Nadal mostrou-se bem mais disponivel para as incidências do primeiro singular desta final. T. Berdych era o adversário. Sabe-se quão importante era a terra batida para o seleccionado espanhol, mais a mais para Nadal que faz  dessa superficie praticamente a sua “casa”. Esse facto foi indesmentivel e os parciais de 7/5; 6/0 e 6/2 são testemunha de uma superioridade sem discussão.

O momento chave

O encontro entre D. Ferrer e T. Berdych foi sem dúvida o momento chave desta final. O tenista checo entrou com muita coragem e conseguiu uma vantagem importante. Ao fim de dois sets, Stepanek vencia pelos parciais de 6/1 e 6/2, parciais que não ofereciam discussão aquilo que acontecia no Palau de Saint-Jordi. No entanto, David Ferrer incorporou o sentimento de rebeldia e de inconformismo, digno dos nuestros hermanos, e conferiu uma cambalhota no marcador de forma fantástica. Do nada, Ferrer venceu o 3º set (6/4), e surgiu bem melhor no 4º parcial. Ao invés, Stepanek viu-se numa situação muito complicada perante um público ao rubro com aquilo que via. As sistemáticas subidas à rede que tão bem tinham funcionado no 1º e 2º set eram facilmente ludibriadas por Ferrer. Ao fim de 4 h e 17 m, o tenista natural de Javea venceu pelos parciais de 1/6; 2/6; 6/4; 6/4 e 8/6.

O cheque-mate

O dia de ontem era reservado ao encontro de pares mas suficiente (caso vencesse a Espanha) ,para fazer do último dia da final um mero cumprimento de calendário. E foi isso que aconteceu. F. Lopez e F. Verdasco enfrentaram o par Berdych/Stepanek, eles que não estavam à partida para actuarem no encontro de pares. No entanto, e dadas as circunstâncias, Jaroslav Navratil preferiu os dois tenistas checos mais experientes à parelha Hasek/Dlouhy. Em apenas três sets (7/6;7/5 e 6/2) o par espanhol garantia a 4ª Davis para o país vizinho. Aliás, um “upgrade”, daquilo que tinha acontecido em Mar Del Plata na final 2008 frente à Argentina.

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Quem acompanhará Soderling?

Rafael Nadal não será, com certeza! Mesmo uma vitória de 2-0 sobre Novak Djokovic não servirá para inverter o 0-4 em sets que parte para este encontro quando o pior que pode acontecer a Nikolay Davydenko é ficar com um registo de 3-4. Isto significa que pela primeira vez o tenista espanhol e nº 1 mundial de 2008 não alcança as meias-finais (fase que também nunca ultrapassou).

A discussão é mesmo entre Novak Djokovic e Nikolay Davydenko. Apesar de ter pior ‘set ratios’, o sérvio e nº 3 mundial parte apenas dependente de si. Aqui ficam os cenários:

Caso Djokovic vença Nadal

Se Davydenko vencer Soderling, é o russo e o sueco que se qualificam dado terem melhor rácio de sets.

1º Soderling; 2º Davydenko; 3º Djokovic; 4º Nadal.

Se Davydenko perder frente a Soderling, é sérvio que se junta ao sueco com 2 vitórias.

1º Soderling; 2º Djokovic; 3º Davydenko; 4º Nadal.

Caso Djokovic perca para Nadal

Davydenko passa em qualquer dos casos. Se vencer, tem mais vitórias. Se perder, o factor de desempate é o rácio de sets ganhos e perdido dado Nadal também empatar com ambos, com 3-2 (frente aos 2-3 do sérvio e do 0-4 de Nadal) sairá sempre com melhor rácio.

1º/2º Soderling/Davydenko; 3º/4º Djokovic/ Nadal. (Davydenko passa a primeiro se vencer Soderling e Nadal vencer Djokovic)

O duelo entre Nadal e Djokovic é o primeiro do dia, logo o encontro entre Soderling e Davydenko servirá apenas para o calendário e mais uns trocos e pontos para o vencedor.

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Road to…ATP Finals de Londres

O torneio de Paris-Bercy, é por tradição, o último grande torneio da temporada, sendo também habitual a desinfreada luta para os últimos lugares para os Masters – este ano reabaptizado de ATP Finals – torneio que se irá desenrolar na impressionante O2 Arena de Londres. Este ano, Roger Federer, chega à cidade luz com imensas possibilidades de acabar de novo a temporada como nº 1 mundial, enquanto Rafael Nadal estará mais virado para o torneio britânico, não nos esquecendo, no entanto, que Nadal já revelou ser o maior objectivo desta última fase da temporada a final da Taça Davis. Para Londres, Davydenko e Verdasco ocupam a 7ª e 8ª posição da tabela que determina os apurados para os Masters, estando à espreita R. Soderling, F. Gonzalez, J.W. Tsonga, R. Stepanek e M. Cilic. Veremos as hipóteses de cada um chegar a Londres:

(7) N. Davydenko – Só um autêntico “temporal” retirará o russo do último grande torneio da temporada. A meia-final em Paris assegura o  lugar, no entanto, pode garantir esse posto conforme os resultados dos seus adversários.Pode estar nos Masters pela quinta vez consecutiva. Estreia-se frente a B. Becker.

(8) F. Verdasco – O tenista madrileno assegura uma das vagas em Londres com o título em Paris, no entanto, pode beneficiar dos desaires dos seus mais directos adversários para garantir o seu lugar. A sua vitória frente a A. Seppi na 1ª ronda retira, logo aí, as hipóteses de R. Stepanek e M. Cilic chegar a Londres.

(9) R. Soderling - O sueco chega a Paris em condição fragilizada. Depois da sua lesão em Estocolmo, o tenista nórdico necessita pelo menos de chegar à final para “carimbar” o bilhete para a O2 Arena. Poderá encontar N. Davydenko na 3ª ronda, mas antes terá que bater o espanhol F. Lopez ou o francês A. Clement.

(10) F. Gonzalez - O chileno terá que chegar pelo menos à final da prova, desiderato certamente complicado para o tenista sul-americano. Estreia-se frente ao norte-americano John Isner, e poderá “apanhar” com Del Potro nos “oitavos”. Um caminho bem complicado…

(11) J. W. Tsonga – O francês é aquele que se encontra numa posição menos confortável, isto tendo em atenção os problemas fisicos que tem sido vitima. O tenista da “casa” defende o título de 2008, e terá que bater F. Verdasco numa hipotética final em Paris-Bercy. Isto sem esquecer os problemas fisicos que atravessa. Defronta A. Montañes na 2ª ronda, podendo defrontar o seu compatriota G. Simon nos “oitavos”. Nadal nos quartos-de-final é outro eventual adversário.

R. Stepanek e M. Cilic - Necessitam de vencer o torneio podendo não chegar para marcar presença em Londres. Uma vitória de F. Verdasco – logo na 1ª ronda – conforme já realçado, atira os dois para fora do torneio londrino. Stepanek, caso vença o sérvio V. Troicki terá a “espinhosa” tarefa de bater A. Murray, isto se o escocês bater J. Blake na 2ª ronda. Já o croata, defronta L. Kubot isto antes de um hipotético confronto com… F. Verdasco.

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Masters Doha: Programa Dia 1

Grupo Branco: Victoria Azarenka vs Jelena Jankovic 1:3

O ínicio da competição põe frente-a-frente a pupila de Antonio Van Grichen, a bielorussa V. Azarenka, e uma das três tenistas que ocupou a posição de nº 1 mundial este ano – a sérvia J. Jankovic. No confronto directo, Jankovic leva a melhor, tendo registado três vitórias contra uma derrota – curiosamente o primeiro duelo entre as duas. Encontraram-se sempre em Hard Court, superficie semelhante aquela que estará presente em Doha. A vitória de Azarenka registou-se em 2006, no WTA de Miami. Após esse triunfo, Jankovic levou a melhor nos restantes confrontos, a última vez das quais em Cincinnati já em 2009.A sérvia está a passar uma fase algo discreta, a bielorussa mostrou maior solidez exibicional na primeira parte da temporada.

Grupo Marrone: Elena Dementieva vs Venus Williams 2: 9

O considerado “grupo da morte” começa com o confronto entre a russa E. Dementieva e a irmã mais velha da familia Williams. È já uma espécie de clássico do circuito WTA, sendo a norte-americana a favorita, isto a considerar o confronto directo. No entanto, Venus chega a Doha depois de uma temporada inconstante, ao contrário da russa que não obstante não ter vencido um troféu de grande nomeada, protagonizou um ano bastante razoável, e mais do que isso uma constância exibicional de enaltecer. A russa tem um grande desafio pela frente nesta jornada inaugural, até porque perdeu os últimos seis confrontos frente a Venus, tendo vencido apenas um set. Os últimos três confrontos foram em Hard Court, o último dos quais na meia-final de Stanford – venceu a norte-americana por 6/0 e 6/1.

Grupo Marrone : Serena Williams vs Svetlana Kuznetsova 5:2

Mais um confronto directo favorável à irmã Williams. O grande encontro do dia, até tendo em atenção o momento das duas rivais. Em sete confrontos, Serena venceu cinco, tendo cedido por duas ocasiões. Na presente temporada cruzaram-se por duas vezes, curiosamente, em eventos do Grand Slam. Nesses dois confrontos, uma vitória para cada lado. Curiosamente, em dois encontros dos quartos-de-final, curiosamente a sua vencedora triunfou no fim do torneio. Serena venceu no Austrália Open, Kuznetsova triunfou na terra batida de Roland Garros. Duas rivais em boa forma prometem um confronto explosivo no derradeiro encontro da primeira jornada.

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Especial Doha: Preview

A partir desta terça-feira inicia-se os Masters feminino. Pela segunda vez em três anos a capital do Qatar recebe o Sony WTA Championships num evento que determinará a nº 1 mundial no fim da presente temporada. Dinara Safina inicia o evento no “poleiro” mas poderá ser “despejada” de nº 1 mundial pela sua grande rival no momento – Serena Williams. Mas outras pretendentes assumem-se como interessadas em tiunfar no milionário torneio – desde as conceitudas Venus Williams, Svetlana Kuznetsova (vencedora de Roland Garros), ou Elena Dementieva (medalha de ouro nos JO de Pequim) ou mesmo a sérvia Jelena Jankovic. Para além destas “habitués” nestas andanças, somam-se as “outsiders” Caroline Wozniacki e a bielorussa Victoria Azarenka – pupila de Antonio Van Grichen – motivo adicional para acompanharmos o trajecto da actual nº 6 WTA. Aqui fica o perfil de cada tenista que terá oportunidade de acompanhar a partir desta terça-feira, acontecimento que iremos acompanhar a par e passo aqui no seu LUSOTENIS INTERNACIONAL.

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Torneios da semana – 19 a 25 Outubro

Recorde aqui as finais 2008 dos torneios que se disputa esta semana. No quadro masculino realiza-se dois eventos 250 – os “Indoor” de Moscovo (torneio misto) e Estocolmo, ao passo que o sector feminino assenta também arraiais no Luxemburgo. Na capital russa estão vários motivos de interesse concentrados. No sector masculino, o 1º cs é nada mais nada menos que N. Davydenko, que enfrentará logo na 1ª ronda o seu compatriota M. Safin. V. Hanescu, M. Youznhy e I. Andreev são outros dos pré-designados.

No torneio feminino as atenções viram-se para V. Zvonareva, J. Jankovic e A. Radwanska que são as principais cabeças-de-série do Kremlin Cup, elas que irão simultaneamente decidir quem irá estar presente em Doha na próxima semana. Uma vaga para três tenistas.

Por seu turno, em Estocolmo, R. Soderling irá tentar ganhar em “casa”, ainda que tenha como principais opositores o germânico T. Haas, ou os espanhóis J. C. Ferrero e F. Lopez. Isto num torneio que já registou polémica. Um tenista presente em Estocolmo cuja identidade ainda não foi desvendada, foi detido por tentar envolver-se com uma prostituta.

Finais ATP 2008:

ATP Estocolmo: D. Nalbandian vs R. Soderling 6/2; 5/7 e 6/3

ATP Moscovo: I. Kunitsyn vs M. Safin 7/6(6);6/7(4); 6/3

Finais WTA 2008:

WTA Moscovo: J. Jankovic vs V. Zvonareva 6/2; 6/4

WTA Luxemburgo: E. Dementieva vs C. Wozniacki 2/6; 6/4; 7/6(4)

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ATP 1000 Montreal: Antevisão quartos-de-final

Esta sexta-feira, em Montreal, jogam-se os quartos-de-final do ATP 1000 canadiano, torneio que conta com os 8 primeiros pré-designados nesta fase da prova. Dada a competividade do circuito ATP, uma situação rara no circuito profissional. A expectactiva é grande, numa primeira abordagem a caminho de Flushing Mindows e do US Open 2009. Nadal defende o título, Federer tenta colocar-se na “pole-position” no assalto ao quarto Grand Slam da época, já os restantes competidores fazem o seu papel. Uns mais outsiders do que outros, o espectáculo está garantido esta noite no Canadá.Aqui fica uma pequena antevisão dos quatro duelos desta noite/madrugada em Lisboa.

(1) R. Federer vs (7) J. W. Tsonga 1:0

O suiço parte como favorito mas terá que elevar a eficácia do seu serviço perante o seu  adversário. Perante S. Wawrinka, o suiço deu algumas oportunidades ao seu compatriota que se revelou demasiado respeitador nos momentos cruciais. Na 1ª ronda, Federer levou de vencida o “wild-card” canadiano F. Niemeyer (nº 487 ATP) num encontro demasiado táctico sem grande espectáculo. Já o francês depois de ter vencido o alemão R. Shuettler e o seu compatriota G. Simon – a passar por um período muito negativo – terá que servir muito bem face ao actual nº 1 mundial e estar muito eficaz no fundo do court. O periodo inicial do encontro poderá ser crucial. Tsonga apostará no seu ténis muito fisico, Federer fará da sua frieza e diferentes soluções tácticas as suas principais armas.

(6) J. M. Del Potro vs (2) R. Nadal 1:4

Encontro hispânico a suscitar grande expectactiva. Del Potro atravessa uma fase muito boa, Nadal tem aqui o seu primeiro grande teste depois da sua lesão no joelho esquerdo (tendinite). No mano-a-mano a vantagem é do actual nº 2 ATP, mas o momento pode beneficiar o argentino. Nadal, depois de dois testes assim assim – vitórias frente a D. Ferrer – com o seu compatriota ainda a desistir no 1º set, e frente ao muito “errático” P. Petzschner, o tenista natural de Manacor tem aqui um grande desafio. O sul-americano apostará no seu serviço para fazer mossa em Nadal, já este fará do seu jogo de contra-ataque um importante “item” para surpreender o argentino. Del Potro chegou aos quartos-de-final depois de uma fácil vitória frente a J. Hernych e a um encontro não tão positivo frente a V. Hanescu.

(3) A. Murray vs (8) N. Davydenko 4:4

Mais um grande encontro em perspectiva. O escocês tem mantido uma constância exibicional muito elevada, já Davydenko vem de dois êxitos da terra batida europeia – Umag e Hamburgo. Este será um tira-teimas já que os dois “rivais” defrontaram-se por oito ocasiões sendo o equilibrio a nota dominante (4 vitórias para cado lado). O actual nº 3 ATP apresentou-se bem no Canadá – venceu J. Chardy (2ª r) e J.C. Ferrero (1/8). Já o russo esteve igualmente bem em dois dificeis encontros – primeiro face a P. H. Mathieu, depois frente a F. Gonzalez (7/6 e 7/5). Um encontro que será discutido do fundo do court. Murray tem um jogo muito versátil, já o russo detém um jogo do fundo do court muito baseado em bolas muito potentes e muito longas.

(5) A. Roddick vs (4) N. Djokovic 3:2

O norte-americano encontra-se em grande forma, o sérvio persegue o seu melhor momento. O norte-americano venceu o russo I. Andreev (2ª R) e F. Verdasco (1/8) num encontro que denotou algumas dificuldades, e se quiser seguir a sua marcha vitoriosa o norte-americano terá que elevar o seu ténis. O sérvio é um tenista sempre a contar. Detém muitos e diversificados argumentos, nomeadamente o seu amortie e sua rapidez no fundo do court. Roddick parece-me um pouco mais favorito nesta altura, mas precisa de um serviço muito sólido, se possivel com alguns “aces”, até para condicionar um pouco mais o seu adversário. Até ao momento, “Nole” despachou um canadiano convidado – P. Polansky e o russo M. Youzhny.

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WTA Los Angeles: Safina tenta renovar o título

D, Safina tenta renovar o seu título (Getty Images)

D, Safina tenta renovar o seu título (Getty Images)

O WTA Premier de Los Angeles tem presente no seu quadro algumas das melhores tenistas da actualidade. Com as ausências das irmãs Williams, da russa Dementieva ou da sérvia J. Jankovic, o quadro mantém-se, porém, bastante atractivo. Com a actual nº 1 mundial presente, Dinara Safina que defende o seu título de 2008, esta tem como principais opositoras a russa V. Zvonareva (a passar uma fase menos boa), a bielorussa e pupila de Van Griechen – V. Azarenka, ou então a talentosa dinamarquesa C. Wozniacki (nº 9 WTA).

Além dessas, S. Stosur a passar um bom momento, N. Petrova algo irregular, o quadro conta ainda com a sérvia A. Ivanovic e as sempre combativas A. Radwanska, D. Cibulkova, K. Kanepi, a romena S. Cirstea e porque não a lusa Michelle L. Brito. A tenista originário do Restelo irá tentar passar à 2ª ronda frente à romena S. Cirstea, um embate muito complicado para a jogadora portuguesa. A ver vamos.

As oito principais cabeças-de-série estão isentas da prova, pelo que se destaca na 1ª ronda o embate entre Michelle e Cirstea, o “duelo” entre a francesa V. Razzano e A. Chakvetadze, ainda o embate cem por cento russo A. Kleybanova frente a A. Kudryavtseva. Realçar aigualmente a presença de M. Sharapova bem como da vencedora do Estoril Open 2009, a belga Y. Wickmayer. Um torneio que promete, no qual D. Safina até por ser a detentora do título bem como nº 1 mundial terá de ser considerada a grande favorita.

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ATP 500 Washington: Presença lusa com F. Gil

Roddick o 1º pré-designado em Washington (Foto Ron Angle)

Roddick o 1º pré-designado em Washington (Foto Ron Angle)

A sétima etapa do circuito ATP da Série 500 tem novo “episódio” na capital norte-americana. Com a presença do nº 1 nacional, Frederico Gil, o torneio tem como principais pré-designados, curiosamente, os dois vencedores das últimas duas edições: A. Roddick (1º CS) vencedor em 2007, e o argentino Del Potro (2º CS e vencedor em 2008). Reabaptizado na hierarquia dos eventos do ATP World Tour como uma etapa da nova série 500, o evento norte-americano conta com 48 jogadores, mas mais do que isso conta nas suas fileiras com alguns animadores da presente temporada.

Desde logo Andy Roddick. O norte-americano surge não só como o principal cabeça-de-série, mas atendendo aos seus resultados e exibições da presente temporada como um dos grandes favoritos. Roddick venceu por três ocasiões este torneio (2001, 2005 e 2007), tendo a boa prestação em Wasgington de 25 vitórias e 4 derrotas. Teoricamente, surge como o seu principal opositor o argentino Del Potro. O sul-americano a exibir-se em bom plano ao longo de 2009 irá tentar conseguir renovar o seu título de 2008, conseguido à custa do sérvio V. Troicki.

Se as cores lusas vão ser defendidas pelo nº 1 nacional, Frederico Gil (vs I. Kunitsyn), o torneio conta com algumas figuras de monta do actual panorama mundial do ténis: J. W. Tsonga (irá estrear-se neste torneio), o chileno F. Gonzalez (finalista de 2003), R. Soderling (finalista de Roland Garros), ou segundas figuras do torneio mas com uma palavra a dizer no que diz respeito às rondas finais: M. Cilic, T. Berdych ou T. Haas. Realçar igualmente a presença de dois antigos nº 1 mundiais: J. C. Ferrero e o australiano L. Hewitt. Os dezasseis pré-designados beneficiam de um “bye” na 1ª ronda pelo que as grandes figuras do torneio apenas irão entrar em court na 2ª eliminatória.Um torneio a acompanhar aqui no seu LUSOTENIS INTERNACIONAL.

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Wimbledon: “David vs Golias” II

“Puxando um pouco a brasa à nossa sardinha”, elegemos para o encontro do dia o que opõe a actual nº 2 do ranking WTA, Serena Williams à “nossa” Neuza Silva. Num dia marcado para nós portugueses, também, pela entrada em acção de Michelle L. Brito (vs Klara Zakopalova), sublinhamos assim o facto da tenista lusa ter a oportunidade não só de defrontar pela primeira vez na sua carreira Serena Williams, como também “estrear-se” no mais emblemático Court Central da história do ténis mundial. Um encontro que se espera muito complicado para Neuza, que deverá procurar tirar partido o máximo que puder de um dos mais altos momentos da sua carreira.

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As contas de Wimbledon sem Nadal

Roger Federer volta à liderança mundial se vencer Wimbledon.

Com Rafael Nadal fora do baralho para Wimbledon, as contas tornaram-se simples para Roger Federer. Caso Nadal alcançasse os quartos-de-final, seguraria a liderança do ATP, mas, agora, irá perder todos os pontos conquistados na edição do ano passado e o tenista suíço está apenas dependente de si para voltar a nº 1 mundial.

No entanto, isto é apenas e só se vencer em Wimbledon, até porque pode perder o posto de nº 2 mundial. É que o britânico Andy Murray também está apenas dependente de si para ultrapassar Federer e ficar a uns míseros 5 pontos de Rafael Nadal. E nestas contas também entra o sérvio Novak Djokovic que pode atacar o 3º e 2º posto, mas tem de esperar uma derrota de Federer até aos quartos-de-final e de Andy Murray até às meias-finais.

Certo, é que existem várias mudanças possíveis que vão animar ainda mais o torneio de Wimbledon, durante as próximas semanas.

Possíveis mudanças no ranking

Rafael Nadal – 1º ou 2º

Sem jogar, não pontua e perde os 2000 pontos do ano passado. Apenas perde a liderança se Roger Federer conquistar o 6º título em Wimbledon.

Roger Federer – 1º, 2º, 3º ou 4º

Será nº 1 mundial se vencer o torneio, mas até cair para a 4ª posição está em aberto. Garante o 3º posto com as meias-finais e o 2º com a final.

Andy Murray – 2º, 3º ou 4º

Será nº 2 mundial se for campeão (a apenas 5 pontos de Nadal). Só a final garante que não desce ao 4º lugar.

Novak Djokovic -3º ou 4º

Pode chegar a 2º lugar, mas não depende apenas de si.

Projecção de pontos após Wimbledon

Player/Round Nadal Federer Murray Djokovic
R128 10735 9230 8740 7900
R64 9265 8775 7935
R32 9310 8820 7980
R16 9400 8910 8070
QF 9580 9090 8250
SF 9940 9450 8610
F 10420 9930 9090
W 11220 10730 9890

Fonte: ATPWorldTour.com

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Roland Garros: Final histórica

Federer...finalmente em Roland Garros - Foto AFP

Federer...finalmente em Roland Garros - Foto AFP

Roger Federer conseguiu, finalmente, vencer em Roland Garros. Depois de um par de anos em que vinha cedendo no encontro decisivo para Rafael Nadal, o suiço aproveitou a eliminação precoce do espanhol frente a Robin Soderling, o seu opositor na final de hoje. O caminho do suiço não foi fácil, no entanto, o actual nº 2 ATP fez por merecer o seu histórico triunfo, graças a um ténis suficientemente evoluido para ultrapassar os obstáculos que entretanto foi vencendo, a caminho da grande final. Três parciais (6/1; 7/6(1) e 6/4),  garantiram ao suiço entrar no clube dos cinco tenistas na história da modalidade que venceram os quatro torneios do grand slam. “Sangue”, suor e lágrimas foi a receita para uma final que o suiço liderou em todos os capítulos do encontro. Se Soderling valorizou a final de hoje, o suiço graças ao seu ténis não permitiu que o sueco “entrasse” no encontro.

A receita de Federer para vencer a final em Roland Garros, foi ao fim ao cabo, a estratégia que vinha praticando face aos seus mais respectivos obstáculos a caminho da final. Um serviço explêndido complementado pela sua diversidade de direitas (o seu amortie incluido), não deu qualquer hipótese a Soderling. Por sua vez, o actual nº 25 ATP sentiu o momento, prova disso foi a inexistência dos seus “winners” ao longo da final, pelo menos em quantidade que fizesse mossa no antigo nº 1 mundial.

No 1º set, Federer quebrou o serviço de Soderling por 3 ocasiões – 1º, 3º e 7º jogo do parcial resumindo o set a um 6/1 em 23 minutos. Percebeu-se que Federer sentia-se como “peixe na água”, e o 2º set foi o  momento decisivo da final. Soderling manteve o seu “saque”, ainda que Federer mantivesse a sua enorme regularidade no 1º serviço. No tie-break, o antigo nº 1 mundial mostrou o seu grande carácter – 4 “Aces” e um amortie sentenciou o desempate vencendo por 7/1.

Percebia-se que Soderling estava algo inconfortável face ao jogo de Federer, muito perto de atingir a perfeição no seu nível de jogo. O suiço geriu a final à sua maneira, e depois de ter “brekado” o sueco logo no jogo de entrada do terceiro parcial, manteve o seu “saque” ,suficiente para fechar o set e o encontro (6/4). As estatísticas mostram essa superioridade – 66% a percentagem do 1º serviço, 16 “Aces”, 41 winners e 24 erros não forçados. Aproveitou 4 em 6 break-points, não cedendo o seu serviço ao longo desta final – 0/2, um deles cedido a *5/4 no 3º set. Por outro lado, Soderling “apenas” conseguiu 25 winners contra 22 erros não forçados. O seu 1º serviço não foi tão efectivo (60%), conseguindo apenas 2 “Aces”, uma ferramente essencial no seu jogo.

Depois de ter perdido as finais de 2006, 2007 e 2008, sempre para R. Nadal, o suiço venceu o seu 14º grand slam, igualando a marca de Pete Sampras, e somando o seu 59º título no circuito profissional. Mais do que um título, certamente o sonho realizado pelo suiço. Pelo outro lado, Soderling registou um grande torneio, sendo interessante o que irá conseguir nos próximos tempos.

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Frente a Frente : Federer-Sordeling

O histórico de encontros entre Roger Federer não deixa dúvidas, o suiço em nove encontros, levou sempre a melhor, cedendo apenas um set na relva de Halle já no ano de 2005.

Frente a Frente (Fotos: FFT)

Frente a Frente (Fotos: FFT)

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Roland Garros: Final feminina (Antevisão)

Kuznetsova (Associated Press)

Kuznetsova (Associated Press)

D. Safina (Getty Images)

D. Safina (Getty Images)

A final de Roland Garros 2009 irá ser discutida entre as duas melhores jogadoras no circuito profissional, pelo menos momentaneamente, quer pelas suas características no pó-de-tijolo, quer pelos seus momentos de forma. S. Kuznetsova (7ª CS) e D. Safina (nº 1 mundial) partem para esta final com aspirações legítimas ao título. Ainda assim, pelo estatuto de nº 1 mundial e por algumas vicissitudes do próprio encontro que já iremos ver, Safina parte com uma ligeira vantagem. A nº 1 mundial tenta vencer o seu primeiro grand slam, já a sua opositora procura chegar ao seu 1º título em Roland Garros – ela que foi finalista vencida em 2006. Além dessa derrota, Kuznetsova detém um torneio dos conhecidos “majors” – US Open 2004. A nº 1 mundial chega à final em perfeitas condições físicas quer mentais. Ao longo de todo o torneio perdeu um set – frente a V. Azarenka na meia-final, num evento que tem demonstrando um ténis muito atractivo. Fazendo do seu forte serviço uma das suas principais armas, a russa costuma “emprestar” uma forte agressividade à sua direita – pesadas e profundas. Já S. Kuznetsova chega a esta final desgastada fisicamente. Com dois intensos jogos nos “quartos” e meias-finais (cerca de 5 h e meia em court), frente a Serena Williams e Samantha Stosur, a actual nº 7 do mundo faz da sua direita a sua principal arma. Com uma diversidade de “direitas” ao seu dispôr que utiliza bastante bem na abertura de ângulos, a sua direita é potente e cheia de efeito. Estas duas jogadoras já se encontraram por 13 vezes no circuito WTA, sendo que D. Safina leva a melhor por 8 vitórias e 5 derrotas. No entanto, na terra batida existe um empate técnico – 4 vitórias para cada lado. Curiosamente, em Estugarda, já este ano, venceu Kuznetsova, no WTA mandatory de Roma triunfou Safina. Confira aqui os resultados entre as duas finalistas.

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Roland Garros: Antevisão meias-finais masculinas

Os finalistas da edição 2009 de Roland Garros vão ser conhecidos depois de dois embates com cortornos bem diferentes. Na primeira meia-final, Robin Soderling e Fernando Gonzalez batem-se por um lugar na final, fase da prova que defrontarão o vencedor do duelo Federer/ Del Potro.Veremos se Soderling confirma-se como a grande surpresa da prova – estatuto que alcançou com a vitória frente a Nadal, enquanto Gonzalez procura concluir uma caminhada mais sóbria. No outro embate, Federer parte como favorito mas atenção a Del Potro que continua a consolidar a sua entrada no top-5 mundial.

R. Soderling (23) vs F. Gonzalez (12)

Robin Soderling é sem dúvida uma das figuras de Roland Garros 2009. O sueco está a jogar um ténis íncrível alicerçado numa confiança extrema, o que não será alheio o trajecto até esta meia-final. O nórdico começou por despachar dois norte-americanos – K. Kim e D. Istomin, sempre em dois sets. A partir desse momento sempre em ascendente. Primeiro, despachando D. Ferrer, a seguir a fantástica vitória frente a R. Nadal (1ª CS), e finalmente o  “triunfo” face ao russo N. Davydenko. Os dois primeiros em 4 sets, Davydenko em três sets apenas (6/1; 6/3 e 6/1). Já Fernando Gonzalez registou um percurso em que apenas perdeu um set e para A. Murray. Em três sets bateu de forma consecutiva J. Vanek, Rui Machado, o wild-card francês J. Ouanna e V. Hanescu; em quatro sets o escocês Andy Murray. No confronto directo, o sul-americano leva a melhor – 4 vitórias contra 3 derrotas. Em pó-de-tijolo encontraram-se duas vezes, vencendo sempre Gonzalez – primeiro em Monte Carlo (2006), depois na Taça do Mundo de equipas em Dusseldorf (2007). De realçar que o primeiro duelo foi abandonado por Soderling quando o resultado se encontrava em 6/2 e 3/1.

R. Federer (2) vs Del Potro (5)

A segunda meia-final coloca frente-a-frente o CS nº 2, Roger Federer e o 5º pré-designado, J. M. Del Potro. O primeiro parte como favorito, até porque nos confrontos directos venceu os 5 encontros registados no circuito profissional. Curiosamente, apenas um desses encontros em terra batida, e no recente Masters 1000 de Madrid – 6/3 e 6/4 nas meias-finais da prova. Além do confronto directo, Federer encontra-se a duas vitórias de fazer história – “resgatar” o Grand Slam Carreer” ou seja deter os quatro torneios do grand slam. Federer poderá aproveitar o facto de “Rafa” Nadal já ter sido eliminado, no entanto nada está garantido. O caminho do suiço não foi propriamente fácil – venceu A. Martin (três sets), mas a patir daí as dificuldades aumentaram – na 2ª e 3ª ronda perdeu um set para Acasuso e P. H.Mathieu, para nos oitavos-de-final vencer em 5 sets frente a T. Haas – este último venceu os dois primeiros sets. Nos quartos-de-final venceu G. Monfils (11º CS) aproveitando de certa forma a “deficiente” capacidade física do francês. Já o argentino perdeu apenas 1 set até ao momento – iniciou o seu trajecto em Roland Garros frente a M. Llodra, V. Troicki e I. Andreev (todos eles despachados em 3 sets), perdendo apenas um set para J. W. Tsonga. Nos quartos-de-final voltou aos seus encontros em 3 sets despachando T. Robredo – a última esperança da “armada espanhola”. Um encontro que está a suscitar enorme interesse – por um lado a forma ascendente como Del Potro tem evoluido na sua carreira, por outro Federer, que tem em Paris, quem sabe, a última oportunidade de vencer em Roland Garros.

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Roland Garros: Meias-finais (Antevisão)

(1)D. Safina vs (20) D. Cibulkova

Esta quinta-feira serão conhecidas as finalistas do torneio feminino. Roland Garros mostrou um nível de ténis muito bom, circuito que de facto vê emergir novos talentos nomeadamente jovens de leste. A juntar à escola russa, tenistas como Cirstea, Azarenka – já uma “habituée” nos grandes torneios -ou Szavay deram nas vistas. Nessa linha de actuação surge D. Cibulkova. A actual nº 19 do ranking WTA parte para a meia-final frente a Safina como uma outsider, no entanto, tudo pode acontecer. A eslovaca participa pela 2ª vez em Roland Garros, onde regista até ao momento um impressionte percurso. Começou vencendo a ucraniana A. Bondarenko (em três sets), depois consecutivamente em dois parciais triunfou frente a K. Fkipkens, G. Dulko, A. Szavay e finalmente “cilindrou” M. Sharapova (6/0 e 6/2). No computo geral, apenas cedeu um set, no encontro inaugural. Quanto a D. Safina tenta em Paris vencer o seu 1º Grand Slam. Recorde-se que a russa foi vencida por A. Ivanovic na final de 2008. Parte para a semi-final como favorita, tendo perdido até ao momento um único set – aliás o que acontece igualmente à sua opositora de amanhã. Venceu de forma consecutiva A. Keothavong, V. Diatchenko, A. Pavlyuchenkova, A. Rezai e finalmente V. Azarenka – ela que “roubou” um set á nº 1 mundial. No mano-a-mano, a russa vence por 2/0, no entanto, nunca se cruzaram em terra batida. Ambos os confrontos foi em 2008 – Montreal e Tokio foram os palcos, sempre em “hardcourt” ,tendo a russa vencido sempre em dois sets.

(30) S. Stosur vs (7) S. Kuznetsova

Na segunda meia-final, S. Kuznetsova parte como ampla favorita. A russa que ostenta um título do grand slam (Austrália 2005), chegou à final em Roland Garros em 2004, final que perdeu. Pese alguma travessia no deserto, a russa marcou este ano em Estugarda, o ponto de viragem. Com uma vitória bem saborosa na cidade germânica, a 7ª CS chega às meias-finais jogando um ténis de grande nível, o que comprovou ainda hoje frente a S. Williams. Não se pode dizer que tenha vencido jogadoras de primeira linha nas três rondas iniciais – a francesa C. Feurstein, G. Voskoboeva e a húngara M. Czink, no entanto venceu em dois sets. Na 4ª ronda já encontrou a polaca A. Radwanska (6/4; 1/6 e 6/1), para finalmente vencer Serena Williams, em encontro dos quartos-de-final. Já S. Stosur, tem nestas meias-finais uma oportunidade de uma vida. Sem grandes registos nos grandes eventos mundiais, a australiana chega às meias-finais em Paris, fazendo dela uma das figuras do torneio. A actual nº 32 do mundo venceu na 1ª ronda a italiana F. Schiavone, para na 2ª ronda triunfar sobre a vencedora do Estoril Open – Y. Wickmayer. A partir daí um impressionante trajecto, triunfando sobre E. Dementieva (4ª CS), V. Razzano, e hoje nos quartos-de-final, vencendo outra das figuras em Paris – Sorana Cirstea. No confronto directo, encontraram-se apenas por uma vez, no ano de 2004 em Bali – a russa venceu por duplo 6/4.

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Roland Garros: Antevisão encontro do dia

Esta terça-feira disputa-se alguns encontros bem interessantes no grand slam francês. No entanto, destacamos aqui o encontro entre Novak Djokovic (4º CS) face ao equatoriano e especialista em terra batida, Nicolas Lapentti. Os dois tenistas nunca se defrontaram no circuito profissional. O sérvio detém a marca de 15 vitórias e 5 derrotas no pó-de-tijolo em 2009 (68:25 na sua carreira em termos absolutos). “Nole” venceu quatro torneios na sua “curta” carreira nesta superficie, um deles no Estoril Open). Com um ano muito regular em termos de resultados, o actual nº 4 ATP já venceu dois eventos do circuito (Dubai e o “seu” ATP 250 de Belgrado). Não esquecer no entanto, que foi finalista em Miami, Monte Carlo e Roma – os dois últimos em terra batida, finais perdidas para Rafael Nadal. Já Nicolas Lapentti, ocupa actualmente a 102ª posição do ranking mundial. O equatoriano detém 5 troféus ATP, três deles em pó-de-tijolo (Bogota 95, Kitzbuhrel 01 e St.Poelten 02). No corrente ano venceu 4 encontros e perdeu 7, em torneios do ATP World Tour. Em termos absolutos, o tenista de 32 anos detém a marca de 180 vitórias e 137 derrotas. Novak Djokovic é grande favorito mas será interessante constactar a réplica que o sul-americano conseguirá oferecer. No ATP 100o de Monte Carlo esteve bastante bem, vencendo jogadores como T. Belluci e M. Youznhy (estes dois encontros no “qualifyng”), e depois já no quadro principal bateu Radek Stepanek e Marat Safin, antes de ceder frente ao actual nº 1 mundial, Rafael Nadal.

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WTA Roma: Notas soltas

A semana em curso, com o acompanhamento do Estoril Open não foi possivel acompanhar diariamente o torneio de Roma, um dos mais importantes torneios do circuito feminino. No entanto, foi possivel acompanhar alguns momentos dos encontros da cidade romana, pelo que ficam aqui algumas notas importantes do torneio:

  • S. Kuznetsova, depois de ter vencido em Estugarda na semana passada, confirma a sua “ressureição” no circuito, depois de um período negro de confiança e  resultados.
  • D. Safina respondeu bem ao facto de assumir o ranking mundial ( fê-lo à 3 semanas), depois de uma grande vitória nas meias-finais face a Venus Williams (4ª pré-designada).
  • De registar o mau momento de Serena Williams – perdeu pela 2ª vez o encontro inaugural de forma consecutiva (Marbella – d. K. Kakopalova), e agora na 2ª ronda de Roma frente a P. Schnyder (na 1ª rodada beneficiou de um bye).
  • J.Jankovic e A. Ivanovic confirmam o mau momento que atravessam – a primeira saiu derrotada na 4ª ronda face a S. Kuznetsova (ainda que esteja em ascensão); a segunda depois de ter vencido na 1ª ronda, F. Schiavone, cedeu frente a A. Radwanska na 3ª eliminatória. Recorde-se que Ivanovic terá que defender o seu título de 2008 em Roland Garros.
  • Nota a salientar e surpresa pela positiva no torneio, a espanhola Maria José Martinez Sanchez (nº 48 WTA). A vencedora do WTA de Bogotá, já no presente ano, venceu de forma consecutiva A. Mauresmo, M. Bartoli(11ª CS) e N. Petrova (8ª CS) antes de ceder face a D. Safina em três sets.

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Fed Cup: Itália – USA na final

Itália e USA são os finalistas da edição da Fed Cup do ano de 2009. Com duas semi-finais marcadas por ausências de vulto nas selecções russa e americana, a Itália aproveitou uma selecção de leste muito desfalcada, já a Rep. Checa não foi capaz de carimbar a passagem à final da prova. A Itália venceu em piso transalpino a Rússia por 4/1, já os USA triunfaram em Brno, por 3/2.

Itália vs Rússia 4:1

  • A selecção transalpina apurou-se para a final da prova, buscando o seu 2º triunfo na Fed Cup, depois de ter vencido em 2006. Essa final foi vencida frente à Bélgica, no épico jogo de pares – 5º encontro vencendo as italianas por 3/2.
  • Francesca Chiavone foi a talismã da casa ao vencer os seus dois encontros de singulares – S. Kuznetsova e depois frente à jovem A. Pavlyuchenkova.
  • Por parte da Rússia não nos podemos esquecer das ausências de Maria Sharapova, Dinara Safina, Vera Zvonareva e Nadia Petrova.
  • Anna Chakvetadze passa por uma travessia do deserto, no que toca a resultados. Num período relativamente curto – 2 anos – “passa” de uma das jogadoras mais talentosas do circuito para o anonimato.
  • Ainda assim, boa imagem deixou Anastasia Pavlyuchenkova, obrigando Francesca Shiavone a um terceiro set, que viria a perder por 2/6, mas encostou a italiana à “parede”.

Rep. Checa vs USA 2;3

  • Eliminatória discutida por tenistas muito jovens.
  • A selecção da casa apresentou duas das tenistas que estarão no Jamor: Petra Kvitova (19 anos e nº 48 WTA) e Iveta Benesova(nº 29 WTA)
  • Ausências das irmãs Williams, o que transportou a responsabilidade da eliminatória para B.MATTEK-SANDS (nº 39 WTA) e para A.GLATCH (20 anos e nº 119 WTA)
  • A. Glatch, talvez a mais promissora tenista norte-americana deu uma grande resposta frente a Iveta Benesova, com uma vitória estrondosa (6/1 e 6/2), demonstrando grande carácter.
  • Grande reviravolta das pupilas de Mary Jo-Fernandez que depois da vitória de L. Safarova frente a B.MATTEK-SANDS, no 3º encontro, conseguiram dar uma reviravolta histórica – primeiro com novo triunfo de A. Glatch (a grande heroína norte-americana) e depois no decisivo encontro com a parelha L.HUBER / B.MATTEK-SANDS a triunfarem face a I.BENESOVA / K.PESCHKE (CZE).

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WTA Mandatory Miami: 1ªMeia-final

Foto Getty Images

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A primeira meia-final do WTA de Miami irá ser discutida entre duas jogadoras da antiga União Soviética. De um lado, a jovem bielorussa Victoria Azarenka, por outro, a “consolidada” russa Svetlana Kuznetsova. Duas tenistas com trajectos bem diferentes num passado recente. Azarenka, actual nª 10 do ranking WTA, encontra-se num momento da sua carreira em completa ascensão. A pupila do luso Antonio Van Griechen, já leva em 2009 dois triunfos: Brisbane, logo no ínicio de Janeiro, e em Menphis, mais recentemente. Mais do que isso tem revelado uma consistência muito sólida discutindo com tenistas de top, o jogo por jogo não se saindo nada mal. No Open da Austrália, apenas saiu derrotada diante da actual nª 1 mundial, Serena Williams, nos oitavos-de-final. Mais recentemente, em Indian Wells, foi afastada pela russa Vera Zvonareva – futura vencedora do torneio, nas meias-finais. Por sua vez, S. Kuznetsova tem desiludido. Depois de uma temporada de 2008 em que esteve alguns furos abaixo dos seus “pergaminhos”, a russa tem registado resultados muito discretos. Com 7 vitórias e 3 derrotas em 2009, a russa que chegou a “ostentar” o trono mundial, registou apenas os quartos-de-final no Open da Austrália, e a mesma fase em Sidney (perdendo para Sugiyama). Se tivermos em conta os últimos resultados, Azarenka parece partir com vantagem, no entanto, não podemos esquecer duas circunstâncias. Primeiro o facto de Kuznetsova ter vencido todos os encontros entre as duas (3:0), e por outro lado, a maior experiência da actual nº 8 do ranking mundial. De referir que Kuznetsova “rompeu” com a sua treinadora, Olga Morozova, “divórcio” que se concretizou em Indian Wells, depois da russa ter perdido na 1ª ronda, face à polaca Ursula Radwanka.

Confrontos entre as duas protagonistas:

2007 – US Open:(R16) Kuznetsova – 6/2 e 6/3

2008 – Miami (R 32)     Kuznetsova – 1/6;7/5 e 6/0

2008 – Roland Garros: (R 16) – Kuznetsova 6/2; 6/3

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Especial: Kim Clijters de regresso

Kim Clijters de volta ao circuito WTA (Foto Getty Images)

Kim Clijters de volta ao circuito WTA (Foto Getty Images)

Kim Clijters anunciou ontem na Bélgica, no seu país natal, o regresso ao ténis internacional. A antiga nº 1 mundial confirmou os rumores que já circulavam em alguns meios de comunicação social. De resto, aqui, no nosso LUSOTÉNIS INTERNACIONAL, demos conta desses rumores no inicio de Fevereiro. Para já, Clijters que possui algum carisma no circuito feminino, graças à sua rivalidade com as irmãs Williams, e principalmente com a sua compatriota, Justine Hénin (entretanto retirada) – irá participar em três torneios oficiais e quatro exibições. Trazemos aqui o perfil da tenista belga bem como uma resenha da sua carreira desportiva. Relembre os sucessos da belga, uma pequena biliografia da mesma, algumas curiosidades e ainda o calendário para o ano de 2009. A antiga nº 1 mundial, na conferência de imprensa que serviu para oficialmente anunciar o seu regresso, confessou que não sabe quanto tempo irá competir, no entanto, o seu retorno aos torneios WTA irá trazer certamente uma nova atracção ao circuito. Ainda para mais, um circuito que está muito aberto dada a mudança do “trono” mundial nos últimos meses, mas também à competividade do mesmo.

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WTA Indian Wells – Antevisão da final

Vera Zvonareva

Rússia

WTA INDIAN

WELLS

FINAL

2009

Ana Ivanovic

Sérvia

24

Idade

21

6

Ranking

7

8

Títulos WTA

8

0

Títulos Grand Slam

1

8/11

Finais (Vitórias/Derrotas)

8/3

3 Vitórias

Confronto Directo

4 Vitórias

Último Confronto

WTA Championships Doha 2008: Vera Zvonareva 6/3; 6/7; 6/4

Consistência, Capacidade Física

Pontos Positivos

Serviço, Direita “Explosiva”

Finais Perdidas – 11 em 19

Pontos Negativos

Esquerda, Ausência plano B de Jogo; Mentalmente muito inconstante

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