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	<title>Luso Ténis Internacional &#187; Análises e Reportagens</title>
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		<title>Wimbledon: Antevisão Quartos-de-final (ATP)</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 22:56:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises e Reportagens]]></category>

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		<description><![CDATA[O dia de quarta-feira é dedicado exclusivamente aos quartos-de-final masculinos. E que grandes encontros se perspectivam! Depois de uma jornada fascinante nos oitavos-de-final, onde apareceu um surpreendente Y. Hsun-Lu que obrigou o finalista de 2009 (A. Roddick) a fazer as &#8220;malas&#8221; de forma prematura, espera-se uma jornada mais de grandes emoções, drama e acima de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O dia de quarta-feira é dedicado exclusivamente aos quartos-de-final masculinos. E que grandes encontros se perspectivam! Depois de uma jornada fascinante nos oitavos-de-final, onde apareceu um surpreendente Y. Hsun-Lu que obrigou o finalista de 2009 (A. Roddick) a fazer as &#8220;malas&#8221; de forma prematura, espera-se uma jornada mais de grandes emoções, drama e acima de tudo grande nível tenistico. A começar pelo &#8220;duelo&#8221; entre o nº 2 mundial &#8211; <strong>R. Federer</strong> e o checo<span style="color: #000080;"><strong> T. Berdych</strong></span> (12º cs).</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;"><strong>(1) R. Federer vs (12) T. Berdych <span style="text-decoration: underline;">8:2</span><br />
</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">O suiço tem vindo a subir pautinamente de forma no All England Club, onde procura o seu 7º triunfo em 8 edições. A conseguir seria uma marca quase única (só igualada por P. Sampras). No entanto, o actual nº 2 ATP tem pela frente um dos tenistas mais talentosos do circuito, e também um rival que já o venceu na presente temporada- o checo <span style="color: #000080;"><strong>T. Berdych. </strong></span>No registo global, Federer comanda o confronto directo por 8-2, mas foi o actual nº 13 ATP que venceu o último confronto entre os dois. Miami foi o palco, em Março último, embate a contar para os oitavos-de-final do ATP 1000 norte-americano. De referir, que o checo que conta com 5 títulos ATP já igualou o seu melhor registo de sempre em Londres, que foi conseguido no ano de 2007.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #000080;">(3) N. Djokovic vs Y. Hsun-Lu <span style="text-decoration: underline;">0:0</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O inédito embate no circuito ATP irá designar o adversário de Federer ou Berdych nas meias-finais. O sérvio <span style="color: #000080;"><strong>N.</strong></span> <span style="color: #000080;"><strong>Djokovic</strong></span> assume-se como grande favorito, ele que até apresenta resultados algo modestos para a sua qualidade no torneio  londrino. Se &#8220;Nole&#8221; ultrapassar o tenista de Taiwan, igualara a sua marca de 2007. Numa temporada algo irregular (venceu o ATP Dubai), o sérvio procura aqui o seu reaparecimento nos grandes palcos, ele que venceu até ao momento um torneio do Grand Slam: o Open da Austrália 2008 (d. J. Tsonga)</span>. Do outro lado da rede, o nº 3 ATP terá um competidor com um palmarés muito mais modesto. O actual nº 82 ATP não tem qualquer triunfo ATP no seu curriculum. No entanto, neste torneio já deu mostras de um ténis muito agradável, ele que eliminou o norte-americano A. Roddick nos oitavos-de-final.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;"><strong>(10) J. W. Tsonga vs (4) A. Murray <span style="text-decoration: underline;">1:2</span><br />
</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Mais um duelo explosivo. O francês, que já participou numa &#8220;cimeira&#8221; final de um Major (d. N. Djokovic no AO 08), terá certamente o público a favor do seu opositor. A. Murray sonha com um histórico triunfo em Wimbledon, e certamente não se importaria de &#8220;erguer&#8221; o seu primeiro Grand Slam frente aos seus &#8220;súbditos. No entanto, terá pela frente um tenista que gosta de ter um &#8220;court&#8221; em polvorosa, onde sinta adrenalina quanto baste. Veremos se a pressão não irá importunar Murray, que tem o público à espera de um&#8221;novo&#8221; Fred Perry desde&#8230;1936. Nos três embates entre os dois protagonistas, Murray comanda por 2-1, todos &#8220;duelos&#8221; em Hard Court. O último dos quais, no ATP 1000 de Montreal, há sensivelmente um ano. Nessa ocasião, Murray venceu o tenista gaulês pelos parciais de 6-4 e 7-6(8).</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;"><strong>(6) R. Soderling vs (2) R. Nadal (2)  <span style="text-decoration: underline;">2:4</span><br />
</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">O que dizer de um dos embates mais fascinantes do actual circuito ATP. Desde aquele incidente &#8220;diplomático&#8221; entre R. Soderling e R. Nadal no ano de 2007 em Wimbledon (quando o sueco imitou o &#8220;tique&#8221; do mallorquino ao puxar os seus calções), que os dois rivais tem protagonizado duelos fascinantes. Entre eles não podemos desvalorizar aquele triunfo (inédito) de Soderling sobre&#8230;R. Nadal em Roland Garros. No mano-a-mano, Nadal leva a melhor (4-2), mas o actual nº 6 ATP tem vindo a provocar imensos problemas ao actual nº 1 do ranking ATP. Há poucas semanas, porém, o espanhol venceu o tenista nórdico em três sets na final de&#8230;Roland Garros. Porém, como se sabe, Soderling sente-se melhor em superficies mais rápidas, ao invés de Nadal, que faz do pó-de-tijolo a sua superficie de eleição. Todavia, as pancadas muito chapadas do sueco, tem tudo para fazer mossa no ténis do espanhol. Um grande desafio a seguir&#8230;</p>
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		<title>Wimbledon: Resumo 1ª semana competição (WTA)</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Jun 2010 17:59:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises e Reportagens]]></category>

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		<description><![CDATA[Serena irá renovar o seu título de 2009 ? A edição 2010 do torneio feminino tem vários aliciantes&#8230; Será que Venus Williams irá tentar desafiar a sua irmã, Serena, detentora do título, a novo confronto na grande final ? Ou será que as consagradas belgas, regressadas ao circuito, (J. Hénin e K. Clijters) irão conseguir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;"><strong>Serena irá renovar o seu título de 2009 ? </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_5503" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a rel="attachment wp-att-5503" href="http://internacional.lusotenis.com/2010/06/27/wimbledon-resumo-1%c2%aa-semana-competicao-wta/wimbledon-serena-aeltc-neil-tingle/"><img class="size-full wp-image-5503" title="Wimbledon - Serena AELTC.Neil Tingle" src="http://internacional.lusotenis.com/wp-content/uploads/2010/06/Wimbledon-Serena-AELTC.Neil-Tingle.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Serena procura o seu 4º título em Wimbledon (AELTC.Neil-Tingle)</p></div>
<p style="text-align: justify;">A edição 2010 do torneio feminino tem vários aliciantes&#8230; Será que <span style="color: #000080;"><strong>Venus Williams</strong></span> irá tentar desafiar a sua irmã, <span style="color: #000080;"><strong>Serena</strong></span>, detentora do título, a novo confronto na grande final ? Ou será que as consagradas belgas, regressadas ao circuito, (<span style="color: #000080;"><strong>J. Hénin</strong></span> e <span style="color: #000080;"><strong>K. Clijters</strong></span>) irão conseguir o inédito : levantar o troféu no maior torneio do mundo? Para já, e ao cabo das três primeiras rondas, e da primeira semana de competição, 19 pré-designadas já foram embora, ainda que algumas delas já despachadas por algumas cabeças-de-série. Entre elas, três cabeças-de-série faziam parte das 10 principais pré-designadas: a saber, F. Shiavone, S. Stosur e F. Penneta já se despediram do quadro principal feminino.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong>Ronda 1</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A ronda inaugural do torneio de Wimbledon, contou pelo segundo ano consecutivo com uma tenista lusa a fazer frente </span>à nº 1 mundial, a norte-americana <span style="color: #000080;"><strong>S. Williams</strong></span>. Este ano com outro aliciante: Michelle L. de Brito, que enfrentou este ano a actual nº 1 mundial no court central, enfrentava a actual detentora do ceptro. Neuza Silva foi a &#8220;vítima&#8221; o ano passado, já Michelle conseguiu dar algum trabalho à mais nova das irmãs Williams, principalmente no 2º parcial (0-6 e 4-6). Nesta ronda, as grandes desilusões foram a australiana S. Stosur (5ª cs) &#8211; defendia a 3ª ronda do ano passado &#8211; que sucumbiu face à estoniana <span style="color: #000080;"><strong>K. Kanepi</strong></span>, e também a transalpina e detentora do torneio de Roland Garros &#8211; F. Schiavone &#8211; que cedeu no seu embate diante da russa <span style="color: #000080;"><strong>V. Dushevina</strong></span>. A 25ª cs, a checa L. Safarova foi a outra das pré-designadas que mal chegou a competir, depois de ter enfrentado (sem êxito) a nº 2 eslovaca,  <strong><span style="color: #000080;">D. Cibulkova</span></strong>. Entre as favoritas nada de extraordinário: <strong><span style="color: #000080;">V. Williams</span></strong> (d. De los Rios), <span style="color: #000080;"><strong>C. Wozniacki</strong></span> (d. T. Garbin), e <span style="color: #000080;"><strong>J. Jankovic</strong></span> (d. L. Robson) despacharam as suas rivais com mais ou menos dificuldade. Realce, igualmente, para os regressos à relva londrina das belgas <span style="color: #000080;"><strong>J. Hénin</strong></span> (17ª cs) e de<span style="color: #000080;"> <strong>K. Clijters</strong></span> (M. Elena Camerin) que venceram os seus compromissos. Ao invés de outras &#8220;meninas&#8221; bonitas do circuito como <span style="color: #000080;"><strong>V. Azarenka</strong></span> (14ª cs), <span style="color: #000080;"><strong>M. Sharapova </strong></span>(16ª cs e vencedora do torneio em 04), ou <span style="color: #000080;"><strong>A. Rezai</strong></span>, a sérvia A. Ivanovic sucumbiu logo ao primeiro &#8220;obstáculo&#8221;. A israelita <span style="color: #000080;"><strong>S. Peer</strong></span> foi a &#8220;carrasca&#8221; da antiga nº 1 mundial, que atravessa de facto uma travessia no deserto, no que toca à consistência do seu ténis, bem como da sua atitude competitiva e principalmente mental.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;">Ronda 2</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><span style="color: #000000;">Nas últimas 64 jogadoras em quadro, não houve surpresas de maior. A russa, S. Kuznetsova, 19ª cs, mas pouco efectiva na ronda londrina, foi a excepção, até porque a sua opositora não era à partida uma tenista que apresentasse um cartaz que suspeitasse &#8211; a russa <span style="color: #000080;"><strong>A. Rodionova</strong></span>. De qualquer forma, a vencedora do título em Roland Garros 2009, não chegava a Londres em grande momento, o que levava a suspeitar da sua prestação no All England Club. Realce, todavia, para a eliminação de uma das tenistas mais regulares do circuito WTA nos últimos tempos, a francesa A. Rezai. A 18ª cs sucumbiu ao ténis mais clarividente da checa <span style="color: #000080;"><strong>K. Zakapalova</strong></span>, que derrotou a tenista francesa em três sets (5-7; 6-3 e 6-3). As três principais pré-designadas, <span style="color: #000080;"><strong>S. Williams</strong></span> (d. A. Chakvetadze), <span style="color: #000080;"><strong>V. Williams</strong></span> (d. E. Makarova), <span style="color: #000080;"><strong>C. </strong></span><span style="color: #000080;"><strong>Wozniacki</strong></span> (d. K. Chen Chang) derrotaram com facilidade as suas opositoras, sendo de realçar os novos triunfos de <span style="color: #000080;"><strong>J. </strong></span><span style="color: #000080;"><strong>Hénin</strong></span> e <span style="color: #000080;"><strong>K. Clijters</strong></span> diante de K. Barrois e K. Sprem, respectivamente. <span style="color: #000080;"><strong>J. Jankovic, M. Sharapova, V. Azarenka, Na Li </strong></span>também &#8220;carimbaram&#8221; a presença na 3ª ronda, ao invès da chinesa Jie Zheng (23ª cs) que saiu derrotada pela checa P. Kvitova (6-4; 2-6 e 6-2 foram os parciais). </span></span></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;"><strong>Ronda 3</strong></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Com o torneio a avançar, a 3ª ronda já foi bem interessante, até por alguns dos seus &#8220;duelos&#8221;. Todavia, as grandes favoritas deram novo sinal de competência, ainda que F. Penneta &#8211; essencialmente uma tenista virada para o pó-de-tijolo &#8211; tenha perdido para a checa <span style="color: #000080;"><strong>K. Zakopalova</strong></span> que está a efectuar um excelente torneio de Wimbledon. Depois de A. Rezai, a tenista de leste bateu a tenista transalpina, 10ª cs em Wimbledon. Realce também para os êxitos de <span style="color: #000080;"><strong>J. Hénin </strong></span>(d. N. Petrova), das vitórias de <span style="color: #000080;"><strong>V. Azarenka</strong></span>, e da russa <span style="color: #000080;"><strong>V. Zvonareva</strong></span> que sairam vitoriosas perante P. Kvitova, e face à belga Y. Wickmayer (15ª pré-designada), respectivamente. A forma como <span style="color: #000080;"><strong>S. Williams</strong></span> (d. D. Cibulkova), <span style="color: #000080;"><strong>V. Williams</strong></span> (d. A. Kleybanova), <span style="color: #000080;"><strong>C. Wozniacki</strong></span> (d. A. Pavlyuchenkova),<span style="color: #000000;"> </span><span style="color: #000080;"><strong><span style="color: #000000;">e</span> J. Jankovic</strong></span> (d. A. Bondarenko) bateram as suas oponentes fazem antever uma recta final de torneio explosivo. Isto até porque temos de contar com as &#8220;out-siders&#8221; como <span style="color: #000080;"><strong>A.</strong></span> <span style="color: #000080;"><strong>Radwanska</strong></span>, <span style="color: #000080;"><strong>K. Clijters</strong></span> (d. Kirilenko), ou <span style="color: #000080;"><strong>M. Sharapova </strong></span>(d. B. Strycova) que apostam muito neste torneio londrino.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong>Oitavos-de-final</strong></span> &#8211; <strong>Programa</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A iniciar esta segunda-feira &#8211; aliás como o sector masculino &#8211; os oitavos-de-final já incluem alguns jogos explosivos. Entre eles estão à cabeça dois encontros que se esperam de grande qualidade. <span style="color: #000080;"><strong>S. Williams</strong></span> (1ª cs) enfrenta a vencedora de 2004, a russa <span style="color: #000080;"><strong>M. Sharapova</strong></span>, numa espécie de clássico do circuito WTA. No registo global, Serena leva a melhor (5-2), ela que venceu a tenista russa nos últimos 4 desafios entre ambas no circuito WTA. No &#8220;derby&#8221; entre as tenistas belgas, o equilibrio é mais notório. As duas protagonistas venceram 12 encontros entre elas, ainda que <span style="color: #000080;"><strong>K. Clijters</strong></span> tenha saído melhor nos últimos dois confrontos.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"> </span><strong>(1) S. Williams vs (16) M. Sharapova <span style="text-decoration: underline;">5:2</span><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(9) Na Li vs (7) A. Radwanska<span style="text-decoration: underline;"> 1:2</span><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(3) C. Wozniacki vs P. Kvitova <span style="text-decoration: underline;">2:0</span><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>K. Zakapalova vs K. Kanepi <span style="text-decoration: underline;">0:1</span><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(8) K. Clijters vs (17) J. Hénin <span style="text-decoration: underline;">12:12</span><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(21) V. Zvonareva vs (4) J. Jankovic<span style="text-decoration: underline;"> 5:6</span><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>T. Pironkova vs (11) B. Bartoli <span style="text-decoration: underline;">0:3</span><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>J. Groth vs (2) V. Williams</strong> <span style="text-decoration: underline;"><strong>0:0</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #800000;"><br />
</span></strong></p>
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		<title>Wimbledon: Resumo 1ª semana competição (ATP)</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Jun 2010 11:01:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises e Reportagens]]></category>

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		<description><![CDATA[FOTO DA SEMANA A primeira semana de competição do torneio de Wimbledon (edição 2010) teve momentos que certamente ficarão na história. Entre eles, está sem dúvida, o &#8220;duelo&#8221;  entre o norte-americano J. Isner e o francês N. Mahut (embate da 1ª ronda) . Onze horas de encontro foi impressionante, e não deixará de levantar uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #000080;">FOTO DA SEMANA</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_5495" class="wp-caption aligncenter" style="width: 604px"><a rel="attachment wp-att-5495" href="http://internacional.lusotenis.com/2010/06/27/wimbledon-resumo-1%c2%aa-semana-competicao-atp/wimbledon-foto-da-semana-3/"><img class="size-full wp-image-5495" title="Wimbledon - Foto da semana" src="http://internacional.lusotenis.com/wp-content/uploads/2010/06/Wimbledon-Foto-da-semana2.jpg" alt="" width="594" height="396" /></a><p class="wp-caption-text">O ínicio da 3ª parte do encontro entre J.Isner e o francês N.Mahut (AELTC / Prosport)</p></div>
<p style="text-align: justify;">A primeira semana de competição do torneio de Wimbledon (edição 2010) teve momentos que certamente ficarão na história. Entre eles, está sem dúvida, o &#8220;duelo&#8221;  entre o norte-americano J. Isner e o francês N. Mahut (embate da 1ª ronda) . Onze horas de encontro foi impressionante, e não deixará de levantar uma discussão que já se coloca a algum tempo : será conveniente a &#8220;não&#8221; decisão dos encontros num tie-break numa quinta partida nos três torneios do Grand Slam ? : Australia Open, Roland Garros e Wimbledon. Isto, porque como se sabe,  o US Open já adotou essa alteração há alguns anos. Em termos competitivos, os grandes favoritos ultrapassaram com mais ou menos dificuldade os seus antagonistas, sendo expectável uma segunda semana de competição em grande. Todavia, deixamos aqui  uma pequena resenha daquilo que se passou de mais  importante na semana que agora finda no All England Club.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;"><span style="text-decoration: underline;">1ª Ronda</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os grandes favoritos à edição 124 do carismático torneio de Wimbledon, na 1ª ronda, não tiveram vida fácil. Com efeito, <strong>R. Federer</strong> e <strong>N. Djokovic</strong> (1º e 3º pré-designados respectivamente na relva de All England Club) foram levados aos limites. O colombiano A. Falla obrigou o grande campeoníssimo, R. Federer, a cinco sets, e 3 horas e 17 minutos em “Court”. Vida semelhante teve o sérvio <strong>N. Djokovic</strong> frente ao belga O. Rochus. “Nole”, que compete pelo sexto ano em Londres, venceu igualmente em cinco sets, ele que apresenta como melhor registo nas terras de “Vossa Majestade” a 4ª ronda em 2008. No entanto, ao invés de Federer e Djokovic, a ronda inaugural foi aziaga para 8 cabeças-de-série. Entre os mais mediáticos, F. Verdasco (8º cs) e M. Cilic (11º) sucumbiram face ao italiano <strong>F. Fognini</strong>, e frente ao germânico <strong>F. Mayer</strong>, respectivamente. Realçar, igualmente, os desaires de três representantes da “Armada Espanhola”, personalizados em JC. Ferrero (14º cs), N. Almagro (19º) e T. Robredo (30º), todos eles especialistas de terra batida. O facto mais marcante, todavia, desta ronda, foi o longuíssimo embate entre o norte-americano <strong>J. Isner</strong> e o gaulês N. Mahut. Num encontro que apenas finalizou ao cabo de pouco mais de 11 horas (!), fica os parciais do mais longo encontro da história do ténis, e sem grandes condições de ser ultrapassado (6-4; 3-6; 6-7 (7); 7-6 (7) e 70-68 (!). Impávidos e serenos estiveram <strong>R. Nadal</strong> (2), <strong>A. Murray</strong> (4), <strong>A. Roddick</strong> (5), <strong>R. Soderling </strong>e <strong>L. Hewitt </strong>(15) &#8211; recente vencedor do torneio de Halle, na Alemanha, que ultrapassaram com grande facilidade os seus opositores.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong><span style="text-decoration: underline;">2ª Ronda</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Ultrapassada a 1ª ronda, os grandes nomes do ténis actual, estiveram mais certeiros na ronda seguinte. Ainda assim, <strong>R. Federer</strong>, que não chega a Londres no seu melhor momento, cedeu uma partida mais, desta vez frente ao sérvio I. Bozoljac, actual nº 153 da hierarquia mundial. O suíço, que ambiciona igualar a impressionante marca de P. Sampras em Wimbledon (7 títulos), deu uma vez mais a sensação que não está no seu melhor, todavia, conseguiu o mais importante: a vitória. Nesta ronda, apenas três pré-designados caíram: dois russos – N. Davydenko e M. Youznhy. O primeiro frente ao surpreendente germânico <strong>D. Brands</strong>, o segundo face ao irregular francês <strong>Paul-Henry Mathieu</strong>. <strong>J. Isner</strong>, que protagonizou o inacreditável encontro na véspera, “sucumbiu” frente ao “prometedor” holandês <strong>T. de</strong> <strong>Bakker</strong>, tenista que terminou o ano de 2006 como nº 1 mundial júnior. <strong>R. Soderling, A. Murray</strong> e <strong>A. Roddick </strong>estiveram novamente em foco pela boa forma, ao passo que <strong>N. Djokovic</strong> e <strong>R. Nadal</strong> ultrapassaram de forma natural os seus rivais. Mais dificuldades  experimentou o 10º cs, o francês <strong>J. W. Tsonga</strong> que fechou a 10-8 o seu encontro frente ao ucraniano A. Dolgopolov, no 5º set.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="text-decoration: underline;">3ª Ronda</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Com os oitavos-de-final a um passo, a presença na segunda semana de competição estava garantida &#8230; a uma vitória. Se para alguns esse é um registo quase imaculado, para outros é um excelente aliciante. Entre eles está o jovem <strong>D. Brands</strong>, que ainda por cima disputa o torneio centenário pela primeira vez na carreira. O alemão não deixa de ser nesta altura uma excelente surpresa, depois de ter superado de forma consecutiva I. Andreev, N. Davydenko e por fim V.Hanescu. Todavia, para defrontar hipoteticamente nos quartos-de-final o campeoníssimo R. Federer, o alemão natural de Deggendorf, terá que bater um dos melhores tenistas do momento: o checo e 12º cs, <strong>T. Berdych</strong>. Nesta ronda, realçamos o encontro disputado em cinco sets entre o espanhol <strong>R. Nadal</strong> e o germânico P. Petzschner. O mallorquino levou a melhor por um 6-3 no decisivo set. Incumbe, passou desta vez <strong>R. Federer</strong> perante o gaulês A. Clement. O francês “roubou” apenas 8 jogos ao nº 2 mundial, que espera agora o austríaco <strong>J. Melzer</strong> nos oitavos-de-final. Senhores dos seus respectivos “narizes” estão <strong>N. Djokovic</strong> (d. Montañes), <strong>A. Roddick</strong> (d. Kohlschreiber), <strong>A. Murray</strong> (d. Simon), e <strong>R. Soderling</strong> (d. T. Belluci) que bateram os seus oponentes de forma bem clara. Uma nota para o ex-nº 1 mundial, <strong>L. Hewitt</strong>, que dá mostras de um excelente momento de forma. Desta vez, a sua vítima foi o “galo” G. Monfils, que não conseguiu um antídoto para ultrapassar a raça e determinação do campeão de 2002 em Wimbledon. Hewitt, que venceu muito recentemente um dos mais reconhecidos torneios de preparação para Wimbledon – o ATP 250 de Halle, vai protagonizar agora um excelente e empolgante “duelo” frente ao sérvio N. Djokovic. Outro dos vencedores deste sábado foi o espanhol <strong>D. Ferrer</strong> que num encontro “maratona” de cinco parciais bateu outro tenista francês ainda presente no quadro – o velho “conhecido” de F. Gil, J. Chardy.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Encontros oitavos-de-final/ Confronto directo</span></strong></p>
<p><strong>(1)    R. Federer vs (16) J. Melzer 0:0</strong></p>
<p><strong>(12) T. Berdych vs D. Brands 0:0</strong></p>
<p><strong>(3) N. Djokovic vs (15) L. Hewitt 3:1</strong></p>
<p><strong>Y. H. Lu vs (5) A. Roddick 0:3</strong></p>
<p><strong>(32) J. Benneteau vs (10) J. Tsonga 3:3</strong></p>
<p><strong>(18) S. Querrey vs (4) A. Murray 0:3</strong></p>
<p><strong>(6) R. Soderling vs (9) D. Ferrer 5:2</strong></p>
<p><strong>P.H. Mathieu vs (2) R. Nadal 0:9</strong></p>
<p><strong><em>Nota: Amanhã, domingo (dia de descanso em Wimbledon), apresentaremos um trabalho similar mas da variante feminina&#8230;</em></strong></p>
<p style="text-align: center;">
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		<title>Roland Garros: R. Nadal levanta &#8220;Taça dos Mosqueteiros&#8221;</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Jun 2010 17:46:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises e Reportagens]]></category>

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		<description><![CDATA[Pela quinta vez em seis anos, R. Nadal, venceu o torneio de Roland Garros, e com ele o seu sétimo torneio do Grand Slam. O melhor tenista da actualidade no pó-de-tijolo, venceu o finalista de 2009, o sueco R. Soderling que prometia oferecer grande réplica na final 109  de singulares masculino de Roland Garros. Pura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Pela quinta vez em seis anos, <strong>R. Nadal, </strong> venceu o torneio de Roland Garros, e com ele o seu sétimo torneio do Grand Slam. O melhor tenista da actualidade no pó-de-tijolo, venceu o finalista de 2009, o sueco R. Soderling que prometia oferecer grande réplica na final 109  de singulares masculino de Roland Garros. Pura ilusão, Nadal dominou o encontro de ínicio a fim, levando 2 horas e 18 minutos para se vingar do desaire do ano passado, registado nos oitavos-de-final desta mesma prova. O encontro fechou com os parciais de 6-4; 6-2 e 6-4. Mais do que isso, R. Nadal não só triunfou novamente em Paris, como ascendeu ao posto nº 1 do ranking ATP. Uma nova proeza que o relança, quem sabe, para mais um grande resultado em Wimbledon, ainda que na relva londrina as suas hipóteses de êxito não são tão inequívocas como no Philippe Chatrier. No All England Club, deverá ter a companhia de R. Federer, A. Murray, N. Djokovic entre outros&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-5375"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A final entre R. Nadal e R. Soderling estava a suscitar grande curiosidade, por várias condicionantes que marcava esta final à partida. Desde o (provável) triunfo de &#8220;Rafa&#8221; após um ano de interregno (tinha vencido este mesmo torneio de 2005 a 08), o retorno do mallorquino ao posto de nº 1 mundial (caso se confirmasse essa mesma vitória), e isto tudo frente a um tenista que vinha em crescendo (não só na rivalidade directa com R. Nadal), mas pelo seu trajecto nos últimos tempos no circuito ATP &#8211; não convém esquecer que foi o nórdico que &#8220;atirou&#8221; para fora da competição R. Federer.</p>
<p style="text-align: justify;">Em todo o caso, o encontro começou com os jogadores a não quererem entregar o ascendente da final ao seu opositor. O sueco, até começou de forma autoritária, ganhando os seus dois primeiros jogos de serviço com alguma facilidade. Aliás, foi mesmo o sueco a ter os primeiros breaks à sua disposição para romper o serviço do seu opositor (4º jogo), mas acabou por desaproveitar. No inverso, esteve Nadal que não só conseguiu evitar perder o seu &#8220;saque&#8221; como conseguiu romper o serviço do tenista nórdico logo a seguir. Com a primeira pancada do sueco a não sair tão bem, Nadal estava mais confortável no encontro, começando a causar enormes problemas ao tenista sueco que não conseguia na maioria do tempo colocar os seus potentes &#8220;winners&#8221; de direita. Nadal continuou jogando o seu ténis, e ao invés do seu rival, conseguiu colocar as primeiras bolas em grande percentagem. Com 12 pontos ganhantes contra 8 do seu opositor, Nadal conseguiu fechar o parcial ao fim de 55 minutos, com os parcial de 6-4, resultado do &#8220;break&#8221; no 5º jogo do 1º set.</p>
<p style="text-align: justify;">A chave desta final, esteve no ínicio do 2º set. Após ter vencido o primeiro jogo de serviço, Soderling teve à sua disposição 4 break-points, e com eles a possibilidade de abrir uma vantagem preciosa (2-0). Não só naõ conseguiu, como sentia-se que mentalmente o sueco não estava tão bem como Nadal, que a partir de uma dada altura conseguia devolver quase todas as fortes pancadas do tenista nórdico. Novos breaks no 5º e 7º jogo do parcial, deram a Nadal uma vantagem que viria a ser &#8220;inultrapassável&#8221; para Soderling. O segundo parcial teve a duração de 39 minutos.</p>
<p style="text-align: justify;">A perder por dois sets a zero, o 5º cs, teve uma pequena reacção no 3º set, mas longe de ser decisiva. A espaços, Soderling conseguia meter um outro winner, mas longe da eficácia, e mais do que isso da consistência que o fez ao longo destas últimas duas semanas. O elevar do nível do serviço foi insuficiente para o finalista de 2009, face a Nadal que mostrava não só uma consistência de jogo, mas principalmente uma concentração competitiva impressionante. Para &#8220;cavar&#8221; ainda um fosso maior, Nadal rompeu o serviço de Soderling de entrada, o que era suficiente para fechar a final em três sets, bastando para isso manter os seus jogos de serviço. Soderling, ainda procurou no 2º jogo do parcial, aproveitar um dos break-points para recuperar a desvantagem, mas uma vez mais não foi capaz. Conforme o resultado se aproximava do final do set, adivinhava-se a vitória de &#8220;Rafa&#8221;, a questão era saber por que números. Ainda assim, Soderling ainda conseguiu levar a decisão até ao 10º jogo, altura em que Nadal não desperdiçou a oportunidade de fechar a final ao primeiro match-point. Uma vitória justa de Nadal, perante um opositor que sentiu o momento.</p>
<p style="text-align: justify;">Factores importantes da final: <span style="color: #000080;">A pouca eficácia na primeira pancada de Soderling, ao invés grande eficácia do mallorquino no saque (poucos Ases de Robin). Mais winners por parte de Nadal, perante o sueco que não conseguiu de forma efectiva jogar nas linhas, factor importante no (possivel) desiquilibrio por parte do jogo do seu opositor; simultanealmente não conseguiu ser efectivo na profundidade do seu jogo nomeadamente na direita de Nadal. </span><span style="color: #000080;">A componente mental foi de capital importância -  Nadal esteve imperial, ao invés de Soderling que mostrava alguma frustração pela marcha do resultado.</span></p>
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		<title>Roland Garros: A primeira vez de F. Schiavone</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Jun 2010 15:29:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises e Reportagens]]></category>

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		<description><![CDATA[O hino italiano acaba de se ouvir no Philippe Chatrier, depois de uma inédita vitória de F. Shiavone e de uma tenista transalpina no maior torneio de terra batida do mundo. Uma exibição fantástica da tenista italiana, colocou em sentido uma australiana, S. Stosur, que lhe foi atribuida maior favoritismo, pelo menos teoricamente. Uma hora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000080;">O hino italiano acaba de se ouvir no Philippe Chatrier, depois de uma inédita vitória de F. Shiavone e de uma tenista transalpina no maior torneio de terra batida do mundo. Uma exibição fantástica da tenista italiana, colocou em sentido uma australiana, S. Stosur, que lhe foi atribuida maior favoritismo, pelo menos teoricamente. Uma hora e trinta oito minutos foi a duração de uma final, que ficou marcada essencialmente pela atitude e garra da 17ª cs, e actual nº 17 do ranking WTA. Com esta vitória, Shiavone não só entra no Top-10 mundial, como se fixa na 6ª posição da hierarquia mundial. </span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O encontro iniciou-se sob batuta das &#8220;servidoras&#8221;. S. Shiavone assumiu desde o ínicio uma mentalidade mais positiva e expansiva, ao passo que S. Stosur mostrou-se algo espectante e sóbria. Com grande equilibrio, as duas rivais mostravam um espirito algo diferente. Com um ténis agressivo de um lado e do outro, a final foi bem disputada. </span>No 1º set, Shiavone brekou o serviço de Stosur, aproveitando o último de três break-points no 9º jogo. Com o seu saque ao seu dispôr, a tenista de 29 anos não desaproveitou tal vantagem, e fechou o parcial ao fim de 40 minutos e com o parcial de 6-4. A maior variação no ténis da italiana foi uma arma preciosa para o ascendente da final, já Stosur dependia da primeira pancada e da sua grande direita (essencialmente as suas poderosas direitas cruzadas e paralelas). Ponto negativo no jogo de Stosur foi os inúmeros erros cometidos na rede.</p>
<p style="text-align: justify;">O 2º set foi algo diferente. Se no primeiro set, apenas Shiavone dispôr dos já referidos três break-points, o segundo set foi algo mais partilhado. S. Stosur, 7ª do ranking mundial, ainda conseguiu uma vantagem de 4-1, mas acabou por não aproveitar o break que conseguira no saque da sua opositora. Com três jogos consecutivos, Shiavone colocou maior pressão na australiana, que tinha que vencer este parcial para levar a decisão para o 3º set. No entanto, após dois jogos ganhos nos respectivos saques, as duas finalistas partiam para o decisivo desempate. Aí, a italiana esteve mais coerente, na forma como assumiu a sua primeira final do Grand Slam, e venceu por 7-2. Uma vitória fantástica, da tenista italiana, que chega aos 29 anos ao pico das suas faculdades. Isto, tendo em conta, a perfomance conseguida em toda a edição 109ª de Roland Garros.</p>
<p style="text-align: justify;">Deixamos em seguida o trajecto da grande vencedora de Roland Garros 2010:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1ª ronda</strong>: <span style="color: #000080;">R. Kulikova</span> 5-7; 6-3 e 6-4</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2ª ronda</strong>: <span style="color: #000080;">S. Ferguson</span> 6-2 e 6-2</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3ª ronda</strong>: <span style="color: #000080;">Li Na</span> 6-4 e 6-2</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Oitavos-de-final</strong>: <span style="color: #000080;">M. Kirilenko</span> 6-4; 6-4</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quartos-de-final</strong>:<span style="color: #000080;"> C. Wozniacki</span> 6-2 e 6-3</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Meias-Finais</strong>: <span style="color: #000080;">E. Dementieva</span> 7-6 e Ret.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Final</strong> :<span style="color: #000080;"> S. Stosur</span> 6-4; 7-6(2)</p>
<p style="text-align: justify;">
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