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Nadal ou Djokovic… ou nenhum!

As duas vitórias de Robin Soderling sobre dois dos grandes nomes presentes em Londres quase que lhe garantem a presença nas meias-finais de Sábado. Pode até ser o primeiro a qualificar-se caso Rafael Nadal vença, logo, Nikolay Davydenko.

Caso aconteça este último cenário, o duelo de 6ª feira entre Djokovic e o espanhol será como que dos quartos-de-final se tratasse para ambos. Quem vencer, segue em frente. Certo é que só um poderá passar, nunca os dois, mas ainda existe a possibilidade de ambos ficarem pelo caminho.

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‘Habemos’ campeão!

Roger Federer campeão do ATP World Tour pela 5ª vez (foto: ATPWorldTour.com

Roger Federer campeão do ATP World Tour pela 5ª vez (foto: ATPWorldTour.com)

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Uma vitória

Após a derrota de hoje de Rafael Nadal, Roger Federer está a uma vitória de se tornar o campeão do ATP World Tour 2009. Pode ser já amanhã à noite, diante de Andy Murray.

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Uma volta de 121º graus

Voltar a ver a Masters Cup – ou o ATP World Finals, como se chama agora – em Londres após 4 anos em Xangai é um ‘must’. O ambiente perdido de um grande evento está a ser agora recuperado, ainda que com nova imagem. Pelo menos que sirva de lição ao ténis (e a outras modalidades) que convém não ceder os seus eventos principais para onde pode perder a mística.

Neste caso, com todo o respeito pelos chineses, bastou mudar de adeptos. E pelo que se viu no novo Masters 1000 de Xangai, não basta pagar para se ter grandes eventos, é preciso fazê-los e o público é parte fulcral. Não funcionou, azar, só tenho pena que tenha sido por 4 anos.

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Nadal apanha Djokovic na fase de grupos

Federer fica no mesmo grupo de Murray e Del Potro, mas é Nadal quem apanha o nome mais temível, Djokovic, e ainda um tenista que não lhe é muito amigável, Soderling.

Com o nº 1 em discussão entre Roger Federer e  Rafael Nadal, aguardava-se com alguma expectativa o sorteio para os grupos do ATP World Finals, fase que poderá, para além do apuramento para as “meias”, ser decisivo para as contas finais do ranking. O nome que ambos mais temiam seria muito provavelmente Novak Djokovic pela forma que se apresenta neste final de época (é também o titular do título).

“Rafa” e “Djoko” são os dois principais protagonistas do Grupo B a que se juntam Nikolay Davydenko e Robin Soderling. Este último, apesar de ser inferior no frente-a-frente, não é de todo um nome que seja simpático para o espanhol. Em 2007, ambos protagonizaram um duelo intenso de 5 sets no Centre Court de Wimbledon com algumas provocações durante a partida (o sueco chegou a imitar o famoso ajeitar das roupas íntimas de Nadal antes de cada ponto). Foi já em Roland Garros deste ano que a pior memória vem ao actual nº 2 mundial. Após de um duelo de sentido único em Roma (6-0 6-1 para o espanhol), Nadal era surpreendido em Roland Garros, a sua primeira derrota de sempre na terra batida sagrada de Paris, um encontro que ditaria também o afastamento dos courts durante dois meses devido a uma lesão.

A servir de quase de equilíbrio, o Grupo A deu  a conhecer a Federer outros dois grandes nomes do circuito, apesar de não chegarem a Paris na melhor forma, Andy Murray e Juan Martin Del Potro. A completar, o aparente outsider Fernando Verdasco. O argentino Del Potro foi o vencedor do US Open frente ao próprio suíço que não perdia desde 2003 em Nova Iorque, apesar do frente-a-frente sorrir a Federer em 6-1. Já Murray está na situação inversa, não conseguiu bater o nº 1 mundial na final do US Open do ano passado, mas tem vantagem entre ambos com 6-3 e também nos duelos com Del Potro e Verdasco.

Recorde-se que, caso Nadal seja campeão invicto, Federer precisa de garantir 3 vitórias (sejam todas na fase de grupo ou uma delas nas meias-finais) para garantir que é o campeão deste ano do ATP World Tour. Noutros cenários, uma ou duas vitórias poderão bastar ao suíço.

Grupo A: Roger Federer (1); Andy Murray (4); Juan Martin Del Potro (5); Fernando Verdasco (8)

Grupo B: Rafael Nadal (2); Novak Djokovic (3); Nikolay Davydenko (7); Robin Soderling (9)

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As contas para as finais

Rafael Nadal não resistiu a Novak Djokovic nas meias-finais de Paris. Chegar às meias-finais era necessário para não ir a Londres com hipóteses mínimas, mas só a final ou o título colocaria Federer sobre pressão. As “meias” nos último Masters 1000 foi o resultado mais ou menos, não precisa de um milagre, mas fica muito dependente do suíço. Estas são as contas finais:

Federer parte com 10140, Nadal com 9205 (935 de diferença). Cada vitória na fase de grupo vale 200 pontos (3 jogos x 200 = 600 pts), vitória nas meias-finais/finalista vale 400 pontos, vitória na final/campeão vale 500 pontos.

  • Federer garante o nº 1 mundial com 600 pontos, o que equivale ir à final (400 + 200, pelo uma vitória na fase de grupos) ou 3 vitórias na fase de grupo;
  • Nadal só pode sonhar com o primeiro lugar se for campeão ou finalista (neste caso, com 3 vitórias no grupo);
  • Se Federer vencer não vencer nenhum encontro na fase de grupos, Nadal pode ultrapassar com final e 3 vitórias na fase de grupos; se Federer vencer um ou dois encontros e não for à final, Nadal precisa do título.

P.S.: Leio algures no MensTennisForums que ainda não foram contabilizados os pontos da Davis, um novo acrescento ao sistema. Desconheço quais as hipóteses, que podem beneficiar Nadal, mas soa-me ridículo que o campeonato não acabe no ATP World Finals.

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Verdasco é o último qualificado para Londres

Depois da sua eliminação em Paris, Fernando Verdasco não esperou muito mais de 24 horas para ver os seus concorrentes a confirmarem-lhe o “passaporte” para o ATP World Finals em Londres. Já no dia de ontem, Gonzalez tinha saído de competição, hoje, foi a vez de Tsonga (frente a Nadal) e Soderling (frente a Djokovic) serem eliminado. Isto quando qualquer um deles precisava de estar na final para roubar o lugar ao espanhol.

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Davydenko é o 7º qualificado para o ATP World Finals

Nikolay Davydenko saiu derrotado, hoje, frente a Robin Soderling (um dos que ainda luta pelo 8º posto), mas tem a garantia que está qualificado para Londres. O russo junta-se assim a Federer, Nadal, Murray, Djokovic, Del Potro e Roddick no torneio de elite que encerra a temporada, existindo ainda mais uma vaga por preencher.

O actual 8º classificado na contenda pela qualificação, o espanhol Fernando Verdasco (3.300 pts), está a torcer por fora já que foi também ele eliminado no Masters 1000 de Paris, tendo de aguardar pelos resultados de Soderling (3.010 pts), Tsonga (2.875 pts), Gonzalez (8.270 pts).

Todos os 3 tenistas que ainda podem roubar o lugar ao espanhol terão nos quartos-de-final verdadeiros testes ao mérito da presença no ATP World Finals. Soderling defronta Djokovic (nº4), Tsonga defronta Nadal (nº2) e Gonzalez defronta Del Potro (5º).

Qualquer um deles precisa da final, que serve para ultrapassar Verdasco na classificação, mas poderá não ser suficiente para a qualificação. Poderá haver uma final entre Soderling ou Tsonga (só um deles poderá estar na final, já que no quadro cruzam-se nas “meias”) com Gonzalez, no que se transformará num duelo pela qualificação.

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Nº 1 mundial decide-se apenas em Londres

Derrota de Federer coloca o ATP World Finals no centro da disputa pelo Nº 1. Pela primeira vez desde a Masters Cup de 2003, a decisão fica para o último torneio da temporada.

A derrota de Roger Federer em Paris, na 1ª ronda face a Benneteau, coloca em perigo aquilo que já era dado como garantido praticamente desde o US Open. O nº 1 mundial e o estatuto de melhor tenista de 2009 (pelo menos, oficialmente) estão em perigo e Rafael Nadal está dependente de apenas si mesmo para segurar o campeonato conquistado em 2008. Obviamente que, ainda mais que o espanhol, Federer também depende apenas de si em Londres para não ser ultrapassado na recta da meta.

A tarefa do espanhol é árdua e necessita de alguma regularidade nestes dois últimos torneios, mas não é impossível. Apenas com o título em Paris entrará na capital londrina sem ter que contar com os resultados de Federer.

Caso Nadal vença o ATP World Finals e em Paris, será então novamente nº 1 mundial.  Se for finalista em Paris e campeão em Londres, então deixa Federer com margem mínima de erro até à final (precisa de ser finalista e invicto no seu grupo). Até a fase de “round robin” poderá vir a ser decisiva.

Aqui ficam alguns cenários tendo em conta a prestação de Nadal em Paris e de ambos em Londres: Continue a ler o artigo… »

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Agassi e as drogas II

Muitas são as vozes que têm vindo criticar Agassi pela revelação na sua auto-biografia. Jogadores e ex-jogadores, sejam compatriotas ou não do norte-americano, têm vindo sucessivamente declarar-se contra a decisão do penúltimo tenista a fazer o Grand Slam de carreira. De Federer a Navratilova…

Há, no entanto, um paradoxo na declaração de muitos. Nomes como Nadal ou Becker condenam que tal “trapalhada” tenha acontecido no ATP, mas criticam também Agassi por vir agora falar no assunto, prejudicando a modalidade. Para eles, deveria ficar calado para sempre.

Ora a atitude que “pedem” a Agassi é em tudo parecida à do ATP em 1998: abafar o assunto para não prejudicar a modalidade!

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Agassi, o desporto e o doping

Nos últimos dias, saiu a público um suposto (e provável) consumo de drogas por parte de Andre Agassi em 1997, na pior fase da sua carreira. Terá sido apenas uma ou algumas vezes, mas foi o suficiente para acusar positivo num controlo anti-doping. Um caso que foi abafado, na altura, pelo ATP dadas as explicações do tenista que confessa que mentiu, à época, nas  mesmas ao dizer que não consumiu conscientemente.

É uma história que promete alguma polémica e discussão. Mediático porque é Agassi, pese embora a própria personalidade atenue as críticas pós-carreira de uma das maiores estrelas de sempre no ténis e não só.

Abre a discussão de casos de consumo que nada têm a ver com a prática desportiva, como alegadamente fora também o caso de Martina Hingis e Richard Gasquet, mas também o próprio papel do ATP nesta história. Confesso que acho a questão do dopping uma questão muito subjectiva de julgamento público pela elevada dose técnica que envolve e que me escapa, a mim e a grande parte dos amantes do desporto.

Na realidade, parece que também escapa às federações e associações internacionais. Apesar de não ser tanto a parte técnica que lhes afecta (embora também), mas pela mediatização negativa que traz às modalidades. Maior controlo e maior dureza resulta em maior número de casos, teoricamente torna o desporto mais limpo, mas mediaticamente a percepção é exactamente contrária, como foi o exemplo do caso do ciclismo. Ou mesmo do ténis no caso recente com o caso de apostas. Recordo que o ATP tomou medidas que prioritariamente serviam para evitar novas polémicas, mais que o problema em si.

Face à situação de Agassi, o ATP acreditou na versão do tenista e decidiu abafar. Será que fez bem?

Na perspectiva de aplicar a justiça cegamente, não! Mas em que é que o ATP ganharia em acusar um dos tenistas que melhor visibilidade trouxe ao ténis? Agassi poderia ter sido suspenso, não ter ganho o Grand Slam de carreira e ficaria com uma carreira notável manchada. E porquê? Porque numa má fase da sua carreira, consumiu droga sem qualquer ligação ao rendimento desportivo.

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A queda de Safina e a coroação de Serena

Quando Serena Williams entrou em court para defrontar a sua irmã Venus já sabia que bastaria-lhe vencer para ser a nº 1 mundial de 2009. Safina acabou mesmo esta disputa da pior forma, com uma lesão nas costas logo no início do encontro da 2ª jornada.

Serena Williams é a campeã mundial de 2009

Serena Williams é a campeã mundial de 2009 (Foto: Getty Images)

Serena vs Venus . Era o duelo do dia e passou-o a ser ainda mais com a lesão da russa e ainda (oficialmente) nº 1 mundial Dinara Safina frente à sérvia Jelena Jankovic quando o encontro se encontrava empatado 1-1 em jogos. Num dia bem emocionante, a irmã mais velha não facilitou a vida e Serena Williams teve de suar muito para conquistar a vitória em 3 sets. Até foi Venus que venceu o primeiro set, mas a reviravolta sucedeu-se com a “mana” mais nova a vencer por 5-7, 6-4 e 7-6(4).

Um prémio final para a vencedora de 2 Grand Slams (Wimbledon e Australian Open) esta época, elevando a soma para um total de 11 em toda a carreira. No Grupo Maroon, se Dementieva vencer amanhã Kuznetsova, garante a qualificação da própria e de Serena nas meias-finais do  “Sony Ericsson Championships – Doha 2009″ .

No Grupo Branco, as coisas estão bem mais equilibradas com a dinamarquesa Caroline Wozniacki na frente com 1 vitória (e sem derrotas) depois de derrotar a “pupila” de António Van Grichen, a bielorrussa Victoria Azarenka, num duelo emocionante. Azarenka venceu o primeiro set por 6-1, mas perderia os seguintes com os equilibrados 4-6 e 5-7 favoráveis à dinamarquesa. A atleta sob orientação do português está empatada, agora, com Jelena Jankovic com 1 vitória e 1 derrota (apesar da vantagem de 1 set de diferença).

Dinara Safina sai mesmo de competição e para o seu lugar entra a compatriota Vera Zvonareva que caso vença os dois encontros que falta ainda terá hipóteses de qualificação.

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E se Federer não for a jogo?

Fala-se que Roger Federer poderá estar em hibernação até Janeiro. Eu próprio fiz um prognóstico “quase só no final do jogo” que o suíço seria o nº 1 mundial este ano, mas e se Federer não for mesmo a jogo em Paris e Londres?

Rafael Nadal com a final de Xangai está a 1010 pontos do helvético (na corrida virtual para nº 1). Só no Masters de Paris e Londres estão 2.500 pontos em disputa. Longe de ser um tenista com uma grande ponta final de época – nunca foi a uma final da Masters Cup/World Finals -, o tenista espanhol até podia não precisar de vencer nenhum título para se tornar tecnicamente no melhor tenista do ano*…

Não estou certo que Federer não vá a Paris e Londres, mas para garantir o posto de nº 1 sem depender de Rafael Nadal precisa de conquistar (se as minhas contas não estão erradas) 1490 pontos ou cerca de 1000 em caso de vitória em Paris ou Londres. Óbvio que seria no caso de uma ponta final fenomenal de Nadal. E, note-se, que Federer ainda tem a sua terra nata Basileia no calendário.

* Duas hipóteses que servem: final em Paris (600) e meias-finais em Londres (600 se 3 vitórias na fase de grupos ); semi-final em Paris (360) e final em Londres (800 ou 600).

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Federer frente a Nadal na Davis?

O sorteio da Taça Davis para 2010 ditou que a Espanha receberá a Suíça na 1ª ronda do Grupo Mundial. Resta saber se, de facto, vai opor Rafael Nadal a Roger Federer como está a ser mediatizado pela imprensa, é que não são dos mais assíduos a comparecerem para os desafios dos seus países.

Certo, é que em jogar em casa e terra batida, a Espanha é a favorita… algo a confirmar em Março através das convocatórias.

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Um novo campeão!

Em mais uma memorável final de um Grand Slam (a 3ª esta época em 5 sets), Juan Martin Del Potro terminou com a hegemonia de Roger Federer que tentava o 6º título consecutivo. Aos 20 anos, Del Potro conquista o seu 1º título no Grand Slam. Será o primeiro de muitos?

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A final começa dentro de momentos

Com um Juan Martin Del Potro nervoso e inconsistente na sua 1ª final de um Grand Slam, Roger Federer esteve perto do 2-0 em sets, mas in extremis o argentino ressurgiu na final e venceu no tie-break.

Com 1-1, a final do US Open começa agora um novo capítulo. JMDP finalmente está por dentro e agora é que se vai ver do que é capaz ou não…

P.S.: Federer tem claro mérito na boa entrada e no à vontade até ao 1º set. Entrou forte e aproveitou a “timidez” de Del Potro, não deixando respirar muitas vezes.

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A melhor pancada da carreira?

Tenho sérias dúvidas que seja a melhor pancada da sua carreira, como diz o próprio, mas Federer fez uma pancada de sonho na penúltima jogada das meias-finais deste US Open. Menos de 30 minutos após a mesma, aqui fica para nos deliciar-mos.

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Uma mansão (6×6?)

É usual atribuir-se o “jardim” de Wimbledon a tenistas que lá dominaram. Becker disse, na despedida de Sampras, que ele lhe roubara a chave do seu “jardim”, passado 6 anos Federer não está longe de ter o maior jardim da história do ténis, mas pode dizer que já tem uma bela casa no cimento de Flushing Meadows. Não fosse uma mansão ter sempre quatro paredes para além de um belo jardim.

Amanhã, o melhor de todos os tempos pode juntar o 6º título do US Open ao 6º de Wimbledon. Fica a questão: o que é maior, o jardim ou a mansão de Federer?

P.S.: Outra questão… de onde ele tirou aquela penúltima pancada do encontro?

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Prognósticos de final de jogo

Com a derrota de Nadal nas meias-finais do US Open, é quase impensável Federer não acabar como nº 1 mundial esta época. Tem não só mais de mil pontos sobre o Nadal como pode sair do US Open com cerca de 2500 de avanço! Fica aqui o óbvio prognóstico de que o suíço voltará à condição de melhor do ano depois de ter perdido tal o ano passado.

P.S.: Murray não entra, para já, sequer nas contas já que está a mais de 3 mil pontos de Federer (pode vir ficar a 4 mil amanhã) e são pouco mais de 1500 pontos a separá-lo de Roddick, o 6º do campeonato.

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Djoko garante presença em Londres

É já oficial que o “fab four” está qualificado para o ATP World Tour Finals em Londres este ano. Depois de Nadal, Federer e Murray, é a vez do sérvio Novak Djokovic ter presença garantida. Raramente se chega a esta altura do campeonato com tantos nomes já garantidos.

Juan Martin Del Potro e Andy Roddick são os nomes que mais próximos estão também de garantir a qualificação. Espera-se que os dois restantes sejam lugares disputados até o Masters 1000 de Paris.

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ATP Race to London 2009

Embora não exista oficialmente, esta classificação é muito útil na segunda metade da época, já que conta apenas com os pontos de 2009 e dá melhor noção da luta pelo ranking final de época.

Esta é a lista com os resultados dos oitavos-de-final do US Open 2009 já contabilizados. Recorde-se que os 8 primeiros se classificam para o ATP World Finals em Londres*:

  1. Roger Federer (SUI) . 9 000 pts
  2. Rafael Nadal (ESP) . 7 785 pts
  3. Andy Murray (GBR) . 6 040 pts
  4. Novak Djokovic (SBR) . 5 200 pts
  5. Andy Roddick (USA) . 4 400 pts
  6. Juan Martin Del Potro (ARG) . 4 165 pts
  7. Fernando Verdasco (ESP) . 2970 pts
  8. Fernando Gonzalez (CHI) . 2 555 pts
  9. Robin Soderling (SUE) . 2 489 pts
  10. Nikolay Davydenko (RUS) . 2 245 pts
  11. Marin Cilic (CRO) . 1 895 pts

Esta é a pontuação após os oitavos-de-final, a negrito os tenistas ainda em competição, sendo que Soderling e Verdasco já foram eliminados nos quartos-de-final por Federer e Djokovic que se encontram nas meias-finais, mas sem a essa pontuação contabilizada aqui para melhor comparação.

* O oitavo classificado está sujeito a ser preterido por um tenista que vença um Grand Slam e que esteja entre a 9ª e 20ª posição.

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Grande encontro

Vi ontem grande parte do encontro entre Nadal e Monfils, naquilo que foi um grande encontro nos dois primeiros sets. Uma velocidade alucinante que não impedia sucessivos longos “rallies”. O tenista francês começou muito bem e ameaçou vencer, mas no segundo parcial o futuro nº 2 mundial encontrou a fórmula e Monfils foi para o 3º set bem menos confiante.

Fica o registo de uma excelente primeira parte de ambos com Nadal a ter de mostrar boa capacidade de sofrimento  em alguns momentos num encontro que teve de fazer tudo: atacar perante a persistência de Monfils, defender face à agressividade do francês ou ir à rede para tentar encurtar o ponto. Falta alguma confiança ainda no espanhol, mas ontem o encontro fez-lhe bem ao ego.

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Roddick e Sharapova fora

Aí está a primeira grande queda no sector masculino! Andy Roddick está fora do US Open devido a um compatriota, o gigante John Isner. Num thriller de 5 sets, com Isner a vencer os dois primeiros, Roddick a ensaiar a reviravolta, mas a cair no ‘tie-break’ do último set.

Antes, fora Melanie Oudin a vencer Maria Sharapova em 3 sets depois de Hewitt apenas ter assustado Federer com a vitória no 1º set.

O saldo do dia no “Artur Ashe” está positivo para os norte-americanos, dois encontros, dois vencedores yankees. Mas como estará o sentimento patriótico para com Isner depois deste ter eliminado o nº 1 nacional e a esperança por permanecer o troféu naquele país?

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Federer e Djokovic também perdem set

Parece que Federer e Djokovic decidiram imitar Murray e Nadal e perderam, hoje, o seu primeiro set no torneio. Curiosamente, ambos no primeiro parcial, o suíço frente a Hewitt e o sérvio surpreendido no tie-break face a Witten.

Enquanto que no top-4, todos já perderam um set, é Juan Martin Del Potro e Andy Roddick que continuam invictos.

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Cabeças-de-série fazem história

Andy Murray e Rafael Nadal cederam, ontem, um set na 2ª ronda, os primeiros de cada um no torneio e  também do lote de tenistas que elegi como os pretendentes ao título nova-iorquino.

O início do US Open 2009 está mesmo muito tranquilo para os cabeças-de-série masculinos. Pela 1ª vez na história do torneio, todos os 16 primeiros garantiram presença na 3ª ronda. Entre os 32, já caíram 7.

Em femininos, caíram 16 das 32 pre-designadas até à 2ª ronda. Mais duas cederam em duelos de 3ª ronda que colocam já frente-a-frente cabeças-de-série. A oitava Victoria Azarenka, treinada pelo português António Van Grinchen, foi uma delas frente à italiana Francesca Schiavone, tenista que derrotou Michelle em Wimbledon.

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