Torneio Masculino
Quem diria? Doze embates depois (derrotas frente ao helvético), cerca de um ano após a sua “heróica” vitória frente a R. Nadal em Roland Garros, eis que R. Soderling tirou da cartola uma vitória que teve tanto de meritória, como de inesperada. Não se pode dizer, até pelo actual momento do “viking” que fosse impossivel de o fazer, mas sabe-se quão é dificil bater o tenista suiço num torneio do Grand Slam. Basta dizer, que Federer não era derrotado em “Majors” em quartos-final desde…2004, precisamente em Roland Garros, frente a Gustavo Kuerten.
Agora, Federer, poderá perder o posto de nº 1 mundial, “bastando” para isso R. Nadal vencer novamente o seu torneio favorito. Os parciais de 3-6; 6-3; 7-5 e 6-4 testemunham uma derrota que impede o tenista suiço defender o seu título de 2009, precisamente derrotado pelo finalista do torneio do ano passado. Para o sueco, o cenário não podia ser mais perfeito – derrota o actual nº 1 mundial, e quem sabe, tem a oportunidade de vencer o espanhol R. Nadal pela segunda vez consecutiva em Roland Garros. Para conseguir chegar à final, Soderling terá que vencer o checo T. Berdych que encontra-se em grande forma, e certamente cheio de confiança. No mano-a-mano, o sueco leva a melhor (4 vitórias e 3 derrotas), mas perdeu o último embate entre os dois - T. Berdych venceu em Miami (6-2 e 6-2). O tenista checo que está a protagonizar um torneio de grande nível derrotou em três sets o russo M. Youznhy (6-3; 6-1 e 6-2), hoje, no segundo encontro dos quartos-de-final.
Torneio Feminino
Na variante feminina, F. Schiavone foi a estrela do dia. A veterana italiana bateu a dinamarquesa C. Wozniacki e “empurrou” para fora do torneio a 3ª pré-designada. Os parciais de 6-2 e 6-3 mostram a maior agressividade da tenista italiana, face à consistência da jovem dinamarquesa que procurava a sua segunda final de um torneio do Grand Slam depois do US Open 2009. A sua rival nas meias-finais, será a russa E. Dementieva que bateu outra tenista daquele país de leste – N. Petrova. Num encontro marcado por algumas insuficiências fisicas de ambas as protagonistas – principalmente de Petrova no 3º set – a medalha do ouro nos JO de Pequim venceu pelos parciais de 2-6; 6-2 e 6-0.
