A primeira jornada do grupo B ficou marcada por sortes diferentes para os dois favoritos do acasalamento – pelo menos em termos teóricos. Os dois enfrentamentos desta segunda-feira eram esperados com especial atenção por diferentes motivos. Rafael Nadal encontrava-se com Robin Soderling depois daquele histórico embate em Roland Garros, já Novak Djokovic reeditava a final do torneio (versão 2008, discutida em Shanghai) perante Nicolay Davydenko.
Uma vez mais Rafael Nadal não foi capaz de ultrapassar o tenista nórdico. Soderling foi fiel à sua estratégia desde o ínicio do encontro, tentando encurtar os pontos, mercê da sua forte direita complentantada com o seu potente serviço. Uma hora e trinta oito minutos foi o tempo suficiente para o actual nº 9 ATP vencer por um duplo 6/4. O espanhol não só iniciou com o pé esquerdo o evento londrino, como pode ver o seu arqui-rival (Roger Federer) confirmar o estatuto de nº 1 mundial no fim da presente temporada já, hoje, quando enfrentar o escocês Andy Murray.
Na sessão nocturna, Novak Djokovic e Nicolay Davydenko ofereceram uma partida muito equilibrada ao diverso público que compunha (e de que maneira) a impotente estrutura da O2 Arena de Londres. O encontro teve a duração de praticamente 3 horas de competição, saindo vitorioso o tenista sérvio. Com os parciais de 3/6;6/4 e 7/5, “Nole” desempatou o confronto directo entre os dois antagonistas (encontravam-se empatados com duas vitórias para cada lado).
Programa de Hoje
Hoje, terça-feira, entram em acção os tenistas que fazem parte do grupo A. A partir das 14 h 15 m, J.M.Del Potro e F. Verdasco enfrentam-se num encontro de capital importância para as ambições dos dois rivais. Depois de terem começado este ATP Finals com uma derrota – o argentino frente A.Murray, o madrileno frente ao nº1 mundial, os dois rivais desta 2ª jornada do grupo A enfrentam um encontro praticamente decisivo. Na sessão nocturna, Roger Federer e Andy Murray encontram-se num encontro muito esperado. Federer pode garantir o posto de nº 1 mundial no fim de 2009, já o escocês pode consolidar o confronto directo face ao suiço (6 vitórias e 3 derrotas).
